Archive for the ‘Festas’ Category

Bom vinho

maio 17, 2011

Da esquerda para a direita: Alberto Quartim, Jarbas Barato, Irecê, Antônio Morales, José Kuller.

Faz tempo que um grupo de aposentados do Senac.sp e amigos realiza encontros para estreitar velhas amizades e trocar figurinhas. Na foto estou com uma parte dessa turma boa. A reunião aconteceu na casa do Juca (Juvenal Alvarenga), uma dacha às margens da represa de Avaré, SP. A foto, salvo engano, retrata almoço no dia 14/05/11.

Com a idade vamos aprendendo a beber. Quase todos nós apreciamos o velho e bom vinho. A prova está na mesa: dois tintos e um branco. Faço aqui um registro muito especial. Aparentemente nada a ver com educação e tecnologia educacional. Mas, tudo a ver com vida. Um brinde para todos meus amigos que frequentam este Boteco. Evoé, Baco!

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Feliz Natal 2

dezembro 24, 2010

Depois de postar minha mensagem de Natal, continuei a buscar as melodias que escutava no período das Festas em San Diego. Há uma grande riqueza de registros no Youtube. Exemplifico isso com uma gravação de Elvis Presley e duas gravações de outra cantora preferida, Anne Murray. Escutem e curtam um Feliz Natal.

Feliz Natal

dezembro 24, 2010

Desejo a amigos e frequeses deste Boteco Escola um Ótimo Natal. E para musicar tal desejo, escolhi canção natalina cantada por Ginette Reno, uma das minhas cantoras preferidas. A música fala de um Natal Branco, muito diferente do nosso.

Nos EUA e Canadá, a melodia cantada por Ginette é um som comum em rádios e TV’s no período das festas. Isso já não acontece mais por aqui. Comilança e consumismo são, faz tempo, marcas registradas de nossos natais. Os gringos, apesar de tudo, conservam certo espírito de Natal. Nos tempos em que vivi na Grigolândia (1982/1984), as tradições natalinas lá existentes me impressionaram. Tenho, até hoje, um fita com canções de Natal que gravei da programação normal de uma das FM’s locais. Coisa meio sentimental, mas bonita.

Profissão: Professor. Uma homenagem a todos nós.

outubro 14, 2010

Profissão e professor tem a mesma raiz. Uma e outra palavra vem de uma longa tradição de nomear situações de trabalho de acordo com valores. Quem exerce uma profissão professa. Professa o que? Princípios que garantem confiança de quem se beneficia do resultado de seu trabalho.Desenvolvo aqui uma interpretação otimista (e coerente do ponto de vista histórico) da etimologia da palavra professor. E como está na moda falar em resgate, sugiro que resgatemos o sentido original do nome de nossa profissão.

Não vou continuar com esse papo etimológico. A função principal deste post é a de homenagear nosso dia. Para tanto, não encontrei nada melhor que a mensagem de meu amigo Mike Rose aos jovens professores. Mike, em sua fala, resgata a dignidade de nosso ofício. Já publiquei neste Boteco minha tradução do belíssimo texto do professor da UCLA. Mas, acho que é hora de repetir a dose. Nós, professores, merecemos.

Aos jovens professores

Mike Rose

Quero começar celebrando a vocação de vocês para se integrarem a uma das mais importantes profissões de nossa sociedade. O que é mais importante que exercer um papel central no desenvolvimento das vidas de crianças e jovens? Tratem essa vocação com carinho porque ela vai enfrentar testes difíceis.

Vocês estão entrando na profissão num tempo perturbador. Apesar de todos os discursos políticos a respeito da importância da educação, muitas cidades e estados estão procurando equilibrar seus orçamentos por meio de cortes nos investimentos para a educação. Os professores são universalmente elogiados como solução para os problemas educacionais e, simultaneamente, condenados como causa fundamental de tudo de ruim que acontece nas escolas.

O que está por trás dessa loucura bipolar é uma batalha ideológica para definir o ofício de ensinar. Há um entendimento de que palpites de não economistas são irrelevantes no mundo econômico. Por outro lado, há um entendimento de que qualquer um pode dizer com propriedade o que é ensinar.

Assim como acontece em muitas esferas da vida moderna, há uma forte tendência para definir o ensino em termos técnicos e gerenciais. A política educacional vem cada vez mais sendo ditada por economistas que têm pouco conhecimento da vida em sala de aula.  Os currículos vêm sendo “roteirizados”, impondo aos professores o que e quando ensinar. A aprendizagem dos alunos está reduzida a uns poucos desempenhos em testes padronizados.  O professor se torna um mecanismo de entrega de conhecimento cuja efetividade será determinada fundamentalmente pelas notas obtidas nos citados testes.

Tanto o ministério quanto a secretaria municipal de educação nada dizem sobre como engajar as mentes das crianças e adolescentes ou sobre o ensino como uma jornada intelectual. Vocês nada escutam sobre os valores que os atraíam para a carreira docente. Vamos, pois, falar agora sobre essas coisas, pois elas são o coração e a mente do trabalho que vocês irão fazer.

Ensinar é uma tarefa profundamente intelectual, e isso se aplica a pré-escola tanto quanto a cursos de pós-doutorado em física. Muitas pessoas tem admiração pelo trabalho cerebral exigido por estudos no campo da física, mas se esquecem do empenho intelectual necessário para ensinar qualquer assunto para qualquer faixa etária. A boa professora primária sabe muito sobre desenvolvimento infantil e como engajar as crianças em aventuras de saber em qualquer disciplina. Numa classe cheia de crianças ela sabe quem precisa de ajuda, como responder a uma pergunta mal feita, e escolhe bons exemplos ou comparações para guiar os alunos na direção de um pensamento mais claro.

Vocês talvez não se vejam como intelectuais. Jovens professoras algumas vezes dizem que escolheram o ensino porque “gostam de crianças”. Mas, lembrem-se, esse é um tipo especial de cuidado, uma relação focada no desenvolvimento cognitivo, emocional e social. Assim, mais que dar afeto, vocês vão usar suas mentes a serviço dos outros.

Ensinar é, portanto, um tipo especial de relacionamento. Vocês deverão aprender a respeito das crianças em frente de vocês, de onde elas vieram, o que importa para elas. Isso vai exigir um esforço especial se vocês – como muitos professores – não pertencerem à comunidade na qual ensinam. Ouçam seus alunos. Tentem entender como eles vêem o mundo. Vocês ficarão, simultaneamente, perturbados e inspirados pelo que ouvirão. Com isso, vocês ficarão mais sábios.

Não esperem reciprocidade. As crianças nem sempre reagirão do modo esperado. Irão até ignorá-los. Mostrem a elas que vocês são sérios e que estarão disponíveis mesmo quando elas não estiverem. Isso ficará registrado. As crianças são muito atentas para a infidelidade e para a consistência. Um professor veterano que conheço costuma dizer aos novatos: “Não pensem que uma criança, incapaz de ler, não consegue ler vocês”.

Estejam prontos para fracassar. Uma aula que vocês preparam com carinho irá por água abaixo, ou um entendimento de certo problema de uma criança não se sustentará. Isso vai acontecer com vocês nos dois primeiros anos de docência e, acreditem, aconteceu com todos nós. A educação, escreveu W.E.B. DuBois, é “ objeto de infinitos experimentos e freqüentes enganos”.

Para muitos de vocês, essa será a primeira vez que falham em sala de aula. Será penoso e desorientador. Por isso é essencial que vocês saibam como lidar com o fracasso, pois em tais momentos vocês ficarão vulneráveis diante de suas próprias inseguranças e diante daqueles que são cínicos quanto às crianças, alguns deles frequentadores da sala dos professores.

É imperativo, portanto, que no minuto em que atravessarem a porta da escola vocês comecem a perceber quem são os bons professores. Convidem-nos para um café. Procurem conhecê-los, pois quando fracassarem vocês precisarão de ajuda para entender as coisas, para transformar as falhas em conhecimento em vez de amargura. Aprender a ensinar é uma longa jornada, cheia de decisões e de auto-avaliação. Vocês não vão querer fazer essa jornada sozinhos.

Vocês certamente devem ter notado que eu não lhes dei nenhum conselho sobre o que fazer na segunda feira de manhã. Isso nos remete de novo ao significado do que é ensinar. Conhecer todos os truques de como manejar uma sala de aula é tremendamente importante e vocês, caso sua formação tenha sido boa, deverão ter certos planos na cabeça. Além disso, vocês logo serão assaltados por propagandas de produtos que prometem fazer suas classes funcionarem maravilhosamente.

Estou mais interessado nas suas maneiras de pensar sobre o que fazer na segunda de manhã. Todos os  bons professores que conheço, não importando nível de ensino, disciplina, ou estilo, tem o equivalente ao que os músicos chamam de “orelha grande”; eles são curiosos, abertos, sempre buscando qualquer coisa que possam usar a serviço de seus objetivos mais abrangentes. Eles tem grande conhecimento sobre materiais e técnicas, e estão com os dedos sobre o pulso de seus alunos, imaginando se e como alguma coisa vai funcionar em suas aulas.  É isso que significa pensar como professor, e esse pensar define o trabalho que vocês estão a ponto de começar .

Cozinha budista

março 22, 2010

Costumo receber informações de programas desenvolvidos pela Fundação Japão. Não posso comparecer na maior parte do eventos promovidos pela organização; mas, passarei a divulgar algumas das realizações de meus amigos nipônicos. Segue informe sobre uma das promoções da Fundação.

Feliz Natal, San Diego

dezembro 24, 2009

Vivi dois anos felizes em San Diego, Califórnia. E até hoje me sinto um pouco cidadão do lugar, torcedor fervoroso dos Padres. Lá tenho poucos, mas grandes amigos:Pat Harrison, Rafaela Santa Cruz, Brock Allen, Bernie Dodge, Vanda e Jim Poirier.

Dois vizinhos queridos, Grace e Mell, que adotaram meus filhos com netos já se foram. E alguns conhecidos da vizinhança, embora sem grandes laços de amizade, sempre foram gente muito fina, sempre disponíveis nas horas de precisão. No Natal, costuvam aparecer para cumprimentos e alguma lembrança na forma de bolos ou frutas.

Hoje soube via twitter que há uma canção natalina tematizada para Sunny San Diego. A letra fala de lugares de muita beleza. Se você quer curtir uma das cidades que faz parte da minha vida e ouvir uma canção natalina diferente, veja e ouça o VT aqui anexado.

Novecento

outubro 29, 2009

1900

Aqui no Boteco os comentários chegaram a 1.900. Resolvi divulgar a façanha. Não quero elogios. Quero mais comentários. Minha meta: chegar a 2.000 comentários até o final deste ano. Tenho fé que chego lá, mas dependo de você. Que tal fazer um comentariozinho sobre este post de auto-promoção? O ego deste dono de boteco vai ficar inchado e satisfeito.

Blog sem comentário é como macarronada sem queijo, arroz sem feijão, amor sem paixão. Aproveito para dizer que isso tudo tem a ver com o aprender a blogar, pois os comentários são a forma mais usual de conversa cá na blogosfera. Vamos, portanto a um dedo de prosa. Prometo que no final do ano, se atingir a meta dos 2.000, convido os comentaristas para um chope no Amigo Leo.

Blogofesta na USJT

setembro 12, 2009

Pintou uma idéia. Tem muita gente na comunidade discente e docente da USJT que publica blogs. Acho que seria muito bom fazer uma blogofesta no pedaço. Blogueiros sãojudistas, apareçam .

Dia do blogueiro

agosto 31, 2009

Comemoração de blogueiros peruanos. Dia internacional do blog. Comemoro junto com eles.

Imagem e comunicação: colaboração

abril 21, 2009

Bia Guterres comentou meu post anterior: Imagem e comunicação.  Em seu comentário, ela  me avisa que já postou matéria sobre Susan Boyle. Faço aqui o devido link para o blog da Bia.