020. Avaliação de curso: um exemplo

Continuo a garimpar velhos escritos nos meus arquivos. Um deles, completamente esquecido, é uma avaliação de curso solicitada pelo Professor Sérgio Castanho, da Faculdade de educação da Unicamp. No fim do semestre ele nos pediu uma avaliação de adamento do curso e de nosso desempenho no mesmo. Escrevi um texto bem pessoal, sem qualquer academicismo. Nunca discuti o texto com ninguém, nem com o Sérgio. Aliás, nem sei se o Sérgio o leu. De qualquer forma acho que o registro é um exemplo de prática avaliativa. Seria muito bom se a gente pudesse fazer esse tipo de avaliação proposto pelo Sérgio Castanho.

O texto tece comentários sobre história da cultura no Brasil. A maior parte das coisas que escrevi é hoje saber tácito. Ao reler o escrito percebi o quanto aprendemos no curso coordenado pelo Sérgio. E chega de conversa. Para quem interessar possa, segue aqui a tal avaliação de curso.

SÍNTESE AVALIATIVA

JARBAS NOVELINO BARATO

Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP

Faculdade de Educação

Programa de Pós – Graduação em Educação

FE 307 TÓPICOS ESPECIAIS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO

HISTÓRIA DA CULTURA BRASILEIRA

Professor: Sérgio E. M. Castanho

1º semestre de 1998

Duas são as possibilidades de realizar uma síntese avaliativa do curso Tópicos Especiais em História da Educação: História da Cultura Brasileira. A primeira pode ser apelidada de acadêmica (no mau sentido), compreendendo providências que resultariam num paper com citações e referências para mostrar boa erudição. A segunda pode ser chamada de personalizada, refletindo tentativa de ensaiar um comentário apreciativo sobre a proposta do curso e o – presumido – aproveitamento do aluno. Escolhi a última, correndo o risco de ser julgado de modo desfavorável uma vez que meus comentários sobre a pomposidade da linguagem de História da Vida Privada no Brasil (vol. I) soaram como resultado de poucos recursos de um leitor incapaz de enfrentar textos mais exigentes. Por outro lado, padeço da síndrome do desrespeito acadêmico. Não perco a oportunidade de mostrar preconceitos – reais ou imaginários – que a Academia dedica a profissionais de educação cujas carreiras ocorreram em instituições de formação profissional. 1

Acho que esta abertura já é suficiente para caracterizar o tipo de síntese que quero produzir. Certamente meu texto não será um exemplo acabado de um resumo de idéias. Será, espero, um registro sobre idéias despertadas pelo curso.

SOBRE HISTÓRIA

Há um bom número de pessoas que chega a estudos pós-graduados com visões ingênuas e pobres sobre história. É o meu caso. Sou vítima de um ensino de história cuja vertente oficialista nada mais é do que uma crônica de fatos, uma coleção de biografias de heróis pouco recomendáveis.

O curso, ao discutir questões de método, ajuda a superar ingenuidades como as minhas e situa claramente a importância de estudos históricos para quem quer compreender as dimensões da existência humana. A análise da perspectiva que valoriza a evidência “a la” Ranke, ou da totalidade, ou ainda da história do cotidiano mostra caminhos de uma História que pode ser viva. E mais do que isto, ela coloca as diversas possibilidades narrativas no seu devido lugar.

________________________________________________________________________

1. Em entrevista para ingresso no Mestrado em Educação, nos idos de 1982, um dos doutores da banca me perguntou como seria possível conciliar meu trabalho numa instituição paradigmática do Capitalismo, criada para domesticar o trabalhador, e a vida num espaço democrático como a UNICAMP.

Devo registrar que nem o SENAC (a instituição satanizada pelo tal doutor) era tão domesticadora como ele queria, nem a UNICAMP era tão democrática como ele sonhava. Além disto, a prática política de meu examinador tem sido muito pouco recomendável. Finalmente, devo dizer que, apesar de tudo, fui aprovado na ocasião (os outros componentes da banca examinadora não acompanharam o doutor da estória).

Apesar das críticas à História Nova ou à História da Vida Cotidiana, tenho grande simpatia por esta tentativa de ver as coisas de baixo para cima. O oficialismo que aprendi na escola é uma história pouco atraente, desencarnada, inautêntica. Faz sentido uma narrativa que tenta captar valores, sentimentos, fazeres daquela gente que sempre esteve ausente dos livros de história.

Li e estudei pouco a literatura sobre questões de método. Além disto não participei da sessão que abordou o tema. Por isto, minhas considerações são minguadas e pouco consistentes. Apesar disto, acho que posso indicar a necessidade de uma retomada mais clara da questão da Totalidade. Se bem entendi, há críticas muito severas a abordagens aparentemente paroquiais de determinados estudos. As mesmas críticas aparecem quando se trata de estudos que segmentam (em demasia, dizem os críticos) o processo histórico. Assim, por exemplo, os críticos não vêem com bons olhos histórias das mulheres, de artes particulares, de etnias, de categorias etc. As ressalvas à história do local ou do particular são feitas desde uma posição que elegeu a categoria Totalidade como essencial para se entender História. Confesso que não consegui entender o que é Totalidade.  Ou sendo mais preciso, diante de um texto histórico acho muito difícil atribuir-lhe predicados de totalidade ou não-totalidade. Versões que excluem certas parcelas da população são totalizantes? Uma história dos cavaleiros, contada desde um personagem que exemplifica as relações dos senhores medievais como na obra “Um Espelho ao Longe”, não atende os requisitos de Totalidade? Afinal de contas o que é Totalidade? No meu entender, o curso não dá uma resposta satisfatória para estas questões.

QUANDO COMEÇA A NAÇÃO BRASILEIRA?

Meu saber ingênuo de História situava o surgimento da nação brasileira no século XVI. Talvez minha ingenuidade não fosse tão completa a ponto de imaginar que o Descobrimento marcasse o início de nossa nação. Mas eu achava que os anos trinta ou cinqüenta daquele século, com a fundação das primeiras cidades e a nomeação dos governadores gerais, eram o início do processo de constituição de nossa nacionalidade. O curso, definitivamente, acaba com este modo simplório de ver a História do Brasil. Por um lado, fica muito claro que o Brasil Colônia é uma instância de Metrópole, sofrendo apenas variações de tons de acordo com as atividades econômicas predominantes nas diversas fases da colonização. Por outro lado, a idéia de nação é muito recente, sendo praticamente impossível encontrar dela exemplos antes do século XIX. Por isso tudo, a História do Brasil até a Independência é apenas a História de uma Colônia de Portugal. Isso parece óbvio. Mas, este não é o sentido da história oficial que aprendemos na escola. Para o oficialismo, Portugal é apenas uma referência distante. Tudo se passa como se o Brasil fosse uma nação independente desde o século XVI. Na verdade, nossa história até 1822 é a história de Portugal.

Pelo que eu entendi, a nacionalidade não chega com a independência. Cem ou mais anos de autonomia política e desenvolvimento econômico foram necessários para chegarmos a ser nação (já em pleno século XX). Confesso que esta não é uma idéia fácil. Ou talvez o problema seja pessoal: dadas a minhas limitações, não consegui ver com clareza a questão.

Convém registrar neste item sobre nacionalidade algumas “impressões de viagem”. Em estudos da literatura recomendada e em comentários havidos em sala de aula, ficou-me a impressão de que a história cultural do Brasil nada tem a ver com aquele continuum perfeito que aprendemos nos livros oficiais. Regiões diversas, com modos diversos de organização da vida econômica (ver, por exemplo, as diferenças imensas entre o bandeirismo paulista e os engenhos de açúcar do Recôncavo Baiano no início do século XVII), não estão organizadas dentro de um projeto harmônico para o Brasil. Refletem apenas a diversidade dos interesses de Portugal. Caracterizam rupturas territoriais e temporais marcadas pelo imediatismo da Metrópole.

Nos séculos XVI e XVII a marca de vida na Colônia é a idéia de que esta era uma terra de passagem. Fazer a América e voltar a Portugal era o ideário comum dos colonizadores. Esta, aliás, é uma circunstância denunciada pelos primeiros cronistas. Num certo sentido do termo, não houve colonização nos dois primeiros séculos. Não tínhamos propriamente colonos, mas aventureiros. E sem colonos, a possibilidade de cultura era muito pequena.

Na linha das rupturas espaciais e temporais podemos situar também o problema lingüístico. A história oficial que aprendi relata os esforços jesuíticos na produção de gramáticas das línguas nativas, na propagação de uma língua geral e, inclusive, na produção literária em tupi-guarani (caso de Anchieta). Mas a impressão que me ficou da história que aprendi na escola foi a de que a fala nativa ficou circunscrita a colégios e missões. Na verdade, houve épocas nesta terra (século XVII?) em que a língua indígena era hegemônica e falada, inclusive, pelos colonizadores. A impressão que me fica, no caso, é a de que não existem estudos sobre prováveis impactos culturais decorrentes das línguas faladas na colônia. É claro que a gente percebe marcas do falar tupi-guarani nos nomes que ainda usamos para nomear diversos acidentes geográficos. Mas ficam interrogações sobre a influência da língua indígena na educação, na produção de cultura. Há ainda outra indagação. Não fica claro quando houve uma ruptura e o português passou a ser a língua hegemônica da terra.

UMA QUESTÃO MAL RESOLVIDA

O Brasil já foi um país negro. A produção de açúcar (e mais tarde do café), inserida no movimento geral da maré mercantilista, provocou um aumento crescente e significativo da mão de obra escrava vinda da África. O comércio negreiro trouxe para as Américas, calculam alguns autores, mais de doze milhões de negros, em dois séculos que marcaram a maior “migração forçada” de toda a história da humanidade. Os mesmos autores calculam, com provável exagero, que metade dos nativos africanos vieram para as terras de Santa Cruz. Mesmo que não exista acordo quanto a números, sabe-se que o Brasil foi um país de população hegemonicamente negra nos séculos XVIII e XIX.

Os autores que estudamos no curso apontam e criticam o racismo no Brasil. Vêem racismo nos versos de Gregório de Matos quando este descreve as negras como objeto de prazer ou reclama de mulatos que não sabem qual é seu lugar. Vêem racismo no sonho de branqueamento da raça expresso por Sílvio Romero. Vêem racismo em muitos outros autores. Mas a impressão que me fica é a de que a questão racial é vista com certa brandura. Parece que predomina uma interpretação economicista que reduz o preconceito racial a um traço subordinado à questão de divisão da sociedade em classes. É claro que as injunções econômicas entram em jogo. Mas uma explicação que secundariza a discriminação racial no Brasil não é satisfatória. Além disto, fica parecendo que o problema deixou de existir, na medida em que o colonialismo europeu já se foi e com ele a conveniência de julgar inferiores os povos colonizados e, mais que isto, escravizados.

A condição de escravo, dentro da qual vive o negro brasileiro até o final do século passado, reduziu obviamente as possibilidades de uma presença significativa dos povos africanos na História da Cultura Brasileira. Mas, por outro lado, acho que os produtores de obras sobre história cultural de nosso país não escapam do etnocentrismo das matrizes européias que tanto influenciam nossa intelectualidade.

É claro que a condição de simples mercadoria afastou o negro dos palcos culturais hegemônicos. Mas, por outro lado, há toda uma história cultural que deixa de ser narrada: a história da senzala. Eu gostaria de ter informações para perguntas tais como: o que aconteceu no confronto lingüístico entre os idiomas africanos e o português? Que educação os negros escravos recebiam? Que mecanismos existiam para qualificar os escravos para os diversos trabalhos demandados pela produção do açúcar nos engenhos (certamente os negros não eram apenas bestas de carga humanas)? Talvez minha ignorância seja muito grande, mas parece que nossa historiografia reserva “a priori” um lugar inexpressivo para a presença negra na história de nosso país.

Não ingressei no curso com as preocupações aqui registradas. Não tinha também expectativas de que os autores estudados apresentassem algo novo e surpreendente sobre o negro em nossa história. Chego ao final com a preocupação expressa neste item provavelmente porque a leitura do que é cultura brasileira é uma leitura européia. Como não me vejo obrigado a ser acadêmico, ouso fazer aqui uma digressão quase abusiva. Tempos atrás visitei, com amigos mexicanos, sítios arqueológicos de civilizações meso-americanas. Jesus del Olmo, Diretor do Conselho de Educação Tecnológica do México e um de meus anfitriões, mostrava as admiráveis obras de artes de toltecas, maias, aztecas etc. e dizia: “veja estas esculturas, veja estas pinturas; estudiosos europeus acham-nas infantis, ignorando os paradigmas artísticos que regiam a produção de nossa arte…” Jesus mostrava especial indignação com as interpretações sobre algumas pinturas em restos de palácios no famoso Vale dos Mortos em Teotiuhacan. Os intérpretes europeus dizem que as pinturas são infantis porque a civilização que a produziu era primitiva (estava ainda na primeira infância da história). Quase que adivinho o que os mesmos intérpretes diriam das pinturas rupestres de Altamira tão “modernas” em suas sugestões de movimento e no seu “naturalismo”. Provavelmente, apesar do primitivismo das pinturas encontradas em cavernas da cidade de Espanha, os autores do velho continente reconheceriam nelas exemplo de uma capacidade impar de expressão (aliás este sentimento de admiração pelo achado de Altamira é o que vemos em livros e documentários). Em outras palavras, a fôrma utilizada para ver cultura em qualquer parte é européia. Produções surpreendentes em outra parte que não a Europa são vistas como primitivas e mesmo “infantis”.  Seria esperar demais que uma leitura de raiz européia se preocupasse com a questão do negro na formação cultural do Brasil…

Não sei se situei bem o que chamei de “questão mal resolvida”. Vou insistir um pouco mais sobre o tema a título de resumir e encerrar minhas observações. Os dados quantitativos e a importância fundamental dos escravos na produção dos bens que faziam a riqueza da Colônia não ganham uma contrapartida significativa em termos culturais. Parece que toda uma população negra que, pelo menos durante dois séculos, fez funcionar a economia da Terra de Santa Cruz é um “Garabombo, o Invisível”, coletivo. Os senhores da cultura nacional não enxergam o negro.

A QUESTÃO EUROPÉIA

Quando começamos o curso, fomos convidados a assistir a uma defesa de tese sobre o ensino de ciências no Brasil. Um dos méritos de nosso colega doutorando, todos diziam, foi a investigação criteriosa de arquivos e documentos em Coimbra e Salamanca. Já registrei em outra parte ter aprendido que a história da Colônia é a história de Portugal. Assim, de certa forma, faz sentido ir a Coimbra para descobrir as raízes de nosso ensino. Mas, ao mesmo tempo, fiquei preocupado com uma leitura tão portuguesa da história do Brasil.

Não sou competente para colocar a questão de forma mais clara. Na verdade quero apenas manifestar um desconforto. Não sei argumentar se nossa cultura é ou não de transplante, mas percebo uma subordinação excessiva de nossos autores aos modelos europeus. No curso, houve uma situação em que os limites da subordinação à ótica européia foram denunciadas. No seminário que abordou a obra de Nelson Werneck Sodré, Síntese de história da cultura brasileira, ficou evidenciado que um modelo ortodoxo do marxismo não consegue dar conta de como se desenrolou a História em terras de Santa Cruz. Uma procura desesperada por traços de feudalismo nestes trópicos soa falsa. E mesmo o traço de mercantilismo que predominou no Brasil Colônia só pode ser entendido como parte do mercantilismo de metrópole. A simultaneidade de um capitalismo mercantil com o escravismo também não cabe numa fôrma de ortodoxia. Fico, porém, com a impressão de que Werneck Sodré acabou sendo culpabilizado isoladamente por uma circunstância que pode ser percebida em outros autores.

Constantemente vimos no curso a explicação do pensamento nativo desde a leituras da produção européia feitas por atores de nossa história. O tema aparece, por exemplo, no exame da vida cotidiana dos inconfidentes. São muito valorizados os livros que podiam ser encontrados nas bibliotecas dos homens de Vila Rica, Mariana e outros sítios. Há, a meu ver, sobrevalorização da influência literária, sobrepondo-se às condições concretas de existência.

O QUE VAI FICAR

Até aqui apontei temáticas que o “estar” no curso foi trazendo para mim. Com mais cuidado e tempo, certamente eu poderia apontar outros tópicos além da questão de totalidade, da relação entre estado nacional e nacionalidade, do racismo e do etnocentrismo europeizante de nossa produção cultural. No item Esferas pública e privada na Colônia:  o espaço da cultura e da educação, minha atenção foi despertada por uma crítica dos autores às formas de educação que imitavam os mecanismos das corporações de ofício na capacitação de trabalhadores necessários para o funcionamento da economia na Colônia. Não consigo agora situar com precisão trechos que abordam o assunto, mas posso assegurar que os autores manifestam não ser educação tal esforço de capacitação. Não vou aqui me entender sobre a questão, mas acho sintomático que o trabalho, assim como as formas de capacitação para a vida produtiva, seja posto de lado numa história da cultura brasileira. Não cobro isto do curso. Mas ficou para mim o desafio de procurar referências que superam este limite, uma vez que meu interesse pessoal em termos de pesquisa está relacionado com a educação tecnológica.

A bibliografia é assustadora para um curso semestral que concorre com mais um ou dois outros cursos que os alunos devem fazer. Mas, reconheço, por outro lado, que ela é necessária. E o é muito mais no meu caso, pois é preciso muito estudo para superar o oficialismo da história aprendida na escola. Assim, mesmo sem ter lido quase nada do que integra a bibliografia, ficou clara para mim uma necessidade de reeducação em história.

O curso é de História da Cultura Brasileira. E a literatura privilegia uma leitura cultural. Isto ficou claro desde o início. Mas, faço eco para algumas vozes que criticam a maior parte das ofertas de cursos no programa de pós da FE/UNICAMP. a Faculdade é de Educação. Há poucas referências à educação na literatura sobre cultura nacional. Cabe, porém, outro mas aqui: não é preciso particularizar em demasia as ofertas de curso, num nível de pós-graduação a obrigação de fazer pontes entre conteúdos ofertados e educação, enquanto área de interesse, deve ser dos alunos.

Devo encerrar por aqui esta síntese avaliativa. Ela acabou sendo muito mais pobre e desorganizada do que eu esperava. E se eu continuar, certamente ficará mais evidenciado meu pífio aproveitamento. Mas não devo encerrar este registro extremamente personalizado com notas de pessimismo. Um mérito essencial do curso é o de despertar o gosto por estudos históricos. Certamente muito do conteúdo prometido no programa acaba ficando de fora, mas a clareza quanto a método e a riqueza temática são marcas do curso. Encerro de modo contraditório: afirmo a necessidade de estudos sobre cultura depois de ter afirmado que o curso – como muito outros do pós da FE-UNICAMP – deixa a educação em segundo plano.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: