Archive for julho \29\UTC 2012

Cérebro dividido

julho 29, 2012

Uma boa aula sobre a divisão do nosso cérebro. O que sabemos. O que não sabemos. Mitos. Etc.

Juventude, Trabalho e Educação

julho 29, 2012

Participei de simpósio da Unesco sobre Ensino Médio Integrado. No evento, preparei uma breve comunicação para introduzir a discussão sobre formação de docentes para o ensino técnico. Além disso, após o evento, a Unesco me convidou para escrever um capítulo-sintese sobre o que tinha rolado no evento. Indico aqui link para os dois textos, publicados em livro editado pela Unesco.

Celular, do possível ao necessário

julho 28, 2012

O telefone celular converteu possibilidade em necessidade, seguindo uma lógica que acaba arrasando modos de comunicar que o dispensam. Não uso essa unanimidade que torna seres humanos periféricos do equipamento de comunicação. Vale no caso observação que já foi feita quanto a outros novidades tecnológicas: não importa qual é a mensagem, importa o uso. Tenho a impressão que na próxima geração as pessoas serão incapazes de falar sem a intermediação de telefones móveis, mesmo que o interlocutor esteja a dois metros de distãncia.  Olhar nos olhos dos outros só será possível por meio de telas.

Já registrei em textos mais longos muitas questões sobre uso de celulares. Desta vez quero apenas trazer para cá uma imagem que fala muito. Ela é suficiente para desencadear reflexão que acho necessária quanto ao presente e ao futuro da comunicação humana.

TIC’s e arquitetura escolar

julho 27, 2012

Hoje, no Face, conversei com Marcia Padilha Lotito e Cristiana Mattos Assumpção sobre TIC’s e arquitetura, comentando o vídeo que segue.

Por causa da conversa, resolvi traduzir dois trechos que li ontem em School, obra sobre arquitetura e educação que costumo recomendar. Sem muito tempo para fazer algo no capricho, traduzi sem o necessário cuidado tais trechos, pois acho que eles podem colocar um pouco mais de tempero na conversa. Noutra ocasião, voltarei ao material traduzido para editá-lo comme il faut. De qualquer forma, acho que minha versão ligeira do material não trará prejuízos para a compreensão e ficou melhor que produções de tradudores digitais…

As escolas começaram a se transformar por causa do compromisso cada vez mais comum de governos com a aprendizagem assistida por computadores,  mas, nem sempre de maneira  benéfica para todos aqueles que ocupam prédios escolares durante longas horas por dia. Salas de aula, que não foram, em sua origem, planejadas tendo em mente computadores, tornaram-se espaços confusos e muito quentes. Diversos analistas comentam que, apesar da aparência de mudança, a escola continua a ser uma instituição notavelmente intacta. (p. 154)

[…] As escolas desta virada de milênio em muitos sentidos se assemelham às escolas construídas nos inícios do século passado. No geral, os alunos ainda se movimentam em massa  em intervalos regulares, interrompidos pela campanhinha, e são despejados nos corredores ao mesmo tempo. Alunos ainda são separados e segregados de acordo com noções de capacidade, e ‘nós ainda definimos sucesso como consequência do permanecer sentado numa pequena carteira, escrevendo furiosamente por duas ou três horas’. Ao mesmo tempo, o locus da aprendizagem está mudando. E alguns analistas observam que a linha de frente da aprendizagem não é mais a escola; mas, o quarto e a sala de estar. A introdução das tecnologias da informação e comunicação dá a impressão de modernização e mudança. Porém, salvas raras exceções, os elementos essenciais da escola permanecem – prédios, salas de aula, corredores, quadros de horário, campanhinhas e dispositivos de segurança. Na Microsoft School of the Future em Filadélfia, os alunos e suas mochilas passam por controles, na entrada , nada diferentes dos controles de quem vai embarcar num aeroporto internacional. (p. 160)

No finalzinho do texto, os autores introduzem uma observação sobre excesso de segurança nas escolas. Na continuação da história- que não traduzi – eles vão aprofundar essa característica que, com uso de novas tecnologias, passa para os alunos a impressão, cada vez maior, de que a escola está se convertendo num presídio sofisticado.

Escola fria

julho 27, 2012

Em re-leitura de School, ótimo livrinho sobre arquitetura e educação, me chamou atenção comentário sobre High School, documentário realizado por Fred Wiseman em 1968. Os autores dizem que o filme retrata frieza e severidade de salas de aula e corredores da escola.

Encontrei no Youtube um segmento do documentário no qual uma professora de literatura trabalha com versos de um álbum de Simon e Garfunkel. As imagens são interessantes para que a gente possa examinar ambiente da sala de aula, jeitão dos alunos, recursos disponíveis etc. Bom reparar nas paredes, nos móveis, nos recursos audio-visuais. Além disso, a música é ótima.

Além oferecer dados com informação sobre aspectos arquitetônicos de uma scola dos anos sessenta, esse segmento do filme é uma fonte bem interessante para que a gente possa entrar em contato com um esfoço de uma professora que usa cultura popular para que seus alunos apreciem poesia.

IV Olimpíada Nacional em História do Brasil

julho 19, 2012

Reproduzo aqui, a pedido dos organizadores, informação sobre a IV Olimpíada  Nacional em História do Brasil.

Gostariamos de solicitar que seja divulgado em seu blog informações sobre a 4ª Olímpiada Nacional em História do Brasil, um projeto voltado aos professores e alunos de todo o Brasil.

4ª Olimpíada Nacional em História do Brasil

O Museu Exploratório de Ciências – Unicamp recebe a partir do dia 01/06/2012, as inscrições para a 4ª Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB). Poderão participar estudantes regularmente matriculados no 8º e 9º anos do Ensino Fundamental e demais séries do Ensino Médio, de escolas públicas e privadas de todo o Brasil, incluindo alunos do Ensino de Jovens e Adultos (EJA). Para orientar a equipe, composta por três estudantes, é obrigatória a participação de um professor de história.
O formulário de inscrição e o boleto para pagamento estarão disponíveis no site do Museu Exploratório de Ciências de 01 de junho até 10 de agosto. A taxa de inscrição é de 21 reais para as equipes de escolas públicas e 45 reais para as equipes das escolas particulares. O valor da inscrição corresponde à inscrição de todos os membros da equipe (incluindo o professor-orientador).
Em 2012, O Museu Exploratório de Ciências custeará, para participarem da final, as passagens de avião das 27 equipes mais bem colocadas em cada estado da Federação (escolas públicas ou particulares) e mais 10 equipes de escolas públicas com a maior pontuação, sendo uma por região do país, e cinco escolas públicas com mais alta pontuação em todo o Brasil, independente de sua região. Após a final da Olimpíada, os professores responsáveis por essas equipes são convidados a permanecer na Unicamp para realizar capacitação de uma semana, com custos de hospedagem cobertos também pelo Museu.
A ONHB premiará escolas, alunos e professores, com medalhas de ouro (60), prata (100) e bronze (140) e certificados de participação para todos os inscritos e também para as escolas.
A 4ª Olimpíada Nacional em História do Brasil é uma iniciativa do Museu Exploratório de Ciências – Unicamp. O evento é patrocinado pelo CNPq e tem o apoio da Rede Globo de Televisão e da Revista de História da Biblioteca Nacional. A última edição, realizada em 2011, inscreveu mais de 65 mil participantes e reuniu cerca de duas mil pessoas na final presencial, realizada na Unicamp, nos dias 15 e 16 de outubro.
A ONHB é organizada pela equipe do Museu Exploratório de Ciências e as provas são concebidas e elaboradas por historiadores, professores e pós graduandos de História da Unicamp. Como proposta, os participantes têm a oportunidade de trabalhar com temas fundamentais da história nacional e de conhecer de perto as práticas e metodologias utilizadas pelos historiadores.

Calendário da 4ª ONHB
Inscrições e pagamento dos boletos: de 01/06/2012 a 10/08/2012.
Primeira fase: inicia no dia 20/08/2012 e finaliza no dia 25/08/2012.
Segunda fase: inicia no dia 27/08/2012 e finaliza no dia 01/09/2012.
Terceira fase: inicia no dia 03/09/2012 e finaliza no dia 08/09/2012.
Quarta fase: inicia no dia 10/09/2012 e finaliza no dia 15/09/2012.
Quinta fase: inicia no dia 17/09/2012 e finaliza no dia 22/09/2012.
Grande Final Presencial: Prova: 20/10/2012
Cerimônia de Premiação: 21/10/2012

Inscrições no site: www.mc.unicamp.br

Atenciosamente
Alessandra Pedro
Coordenadora Associada Olimpíada Nacional em História do Brasil
Museu Exploratório de Ciências
Caixa Postal 6025
UNIVERSIDADE ESTADUAL D E CAMPINAS (UNICAMP)
Cidade Universitária Zeferino Vaz
13083-970 – Campinas – SP
Brasil

Dicas sobre Edublogs

julho 15, 2012

Estou a recuperar escritos, notas e suibsídios que elaborei sobre blogs e educação. Busco materiais escritos para situações específicas, mas, que até hoje, podem ser de alguma utilidade para quem se interessa por blogs em atividades educacionais. O texto que segue é uma indicação que fiz para o André, estagiário de jornalismo na revista Carta Capital na Escola há pouco mais de dois anos. Reproduzo o texto a ele enviado, sem qualquer mudança.

Edublogs

André,

Seguem aqui algumas informações sobre edublogs. Não tive tempo de fazer algo mais elaborado. Procurei  organizar aquela conversa que tivemos por telefone. Espero que o material lhe seja de alguma serventia.

 1.     Destaques

 

Blog que dá dicas de redação. Geralmente, cada post propõe um tema acompanhado por orientações de como fazer uma redação sobre o assunto.

Blog premiado. O foco do trabalho da Miriam é ecologia. Além de indicações interessantes sobre questões ambientais, a autora de vez em quando fornece dicas técnicas sobre blogs para os educadores.

Ambiente mantido pelo coordenador do NTE (Núcleo de Tecnologia Educacional) de Itaperuna, RJ. Foi planejado como ambiente de conversa com professores da rede local, mas é também importante referência em toda a edublogosfera.

Blog da Suzana Gutierrez, uma das pioneiras do uso de blogs em educação no Brasil. Esta é a segunda versão. A primeira versão, se não me engano, começou por volta de 2001 (favor confirmar com a autora).

 

Espaço de conversa sobre arte e educação. Os posts geralmente trazem muitos exemplos e ilustrações no campo da arte e educação. Em pouco mais de dois anos, esse espaço já recebeu mais de quinhentas mil visitas.

 

Espaço sobre ensino e aprendizagem de inglês. Bem humorado. Bem escrito. Com muitas dicas interessantes para professores e alunos de inglês.

Não é propriamente um blog de educação. É mais um blog de artes visuais, com trabalhos originais da própria autora. Bom exemplo de articulação entre produção de artes gráficas (com ou sem uso de computador) e divulgação do mesmo num blog.

 2.     Blogs de NTE’s

Blogs de NTE’s (Núcleos de Tecnologia Educacional). Os Núcleos são importantes serviços de apoio ao uso de tecnologias em educação. Muitos deles utilizam blogs como instrumento de conversa com os professores. Há blogs de NTE’s por todo o país. Muitos núcleos incentivam a produção de blogs. Sugerem que as escolas tenham seus blogs. Dão apoio a professores para que estes ingressem na blogosfera como autores. Seguem aqui alguns exemplos:

Blog do NTE de Floripa. É uma área de diálogo com escola e professores. Repare que o mesmo traz uma relação de blogs das escolas apoiadas pelo núcleo.

Blog do NTE de Rio Grande, RS. Propósitos bastante parecidos com o de Floripa.

Blog do NTE de Navaraí, MS. Idem.

Blog do NTE de Belém, PA. Repare que ele indica enlaces para outros blogs de NTE’s no estado do Pará.

Blog do NTE de Castanhal. Tem cara e finalidades bastante parecidas com as dos já citados. Mas, merece destaque. É um trabalho feito no coração do país, não numa capital ou em núcleo urbano importante. Se puder, cite este trabalho de Castanhal. É bonito. Emociona.

3.     Dicas

Existem muitos textos que sugerem como começar um blog em educação. Elenco aqui algumas dessas sugestões. Você pode resumi-las e destacar apenas as que julgar mais úteis.

  • Escolha um foco de conversa. Qualquer um. Mas que seja algo de seu gosto. Algo que valha um bom papo.
  • Escolha a ferramenta de publicação. Há muitas. As mais populares são o WordPress e o Blogger.
  • Faça um ensaio utilizando a ferramenta escolhida.
  • Escreva de modo coloquial. Blog é um espaço de conversa, não uma publicação acadêmica.
  • Noticie lançamento de seu blog, mandando e-mails para amigos, alunos e educadores que você admira.
  • Lance seu blog. O ideal é fazer o lançamento numa festa virtual.
  • Insista com amigos, alunos e colegas para que estes apareçam no seu blog e comentem.

Avaliação em WebGincanas

julho 15, 2012

No modelo WebGincanas, Desafio e Avaliação se fundem. Em WebGincanas bem dinâmicas, o modo de fazer perguntas é um dos segredos de sucesso. Para minhas aulas sobre o assunto, criei subsídios que, geralmente, buscavam auxiliar os alunos a superar algumas de suas diviculdades. Segue aqui um exemplo, elaborado em 2008, mas ainda bastante útil.

Questões em Webgincanas

No mundo das técnicas de avaliação, as perguntas  a serem feitas em WebGincanas são classificadas como “questões que demandam respostas curtas, objetivas e unívocas”. Respostas curtas são aquelas que não ultrapassam duas ou três palavras. Eventualmente podem ser um número ou um símbolo. Respostas objetivas são aquelas que não dependem de opinião ou interpretação de sujeitos. Finalmente resta comentar as respostas unívocas. Em poucas palavras, unívoco quer dizer aquilo que tem um único significado.

WebGincanas devem ter certo espírito de jogo. Não convém, portanto, que as questões do Desafio sejam formuladas como perguntas de um questionário de livro didático. Assim, não vale a pena entrar num jogo com questões do tipo: Quem descobriu o Brasil? Em que ano aconteceu o golpe militar comandado por Castelo Branco? Etc. Se possível, as questões devem ser formuladas de um modo mais criativo. Eis aqui alguns exemplos:

  1. Ela é a única das irmãs Cajazeiras que noivou.
  2. Grande poeta brasileiro que deu um tiro no próprio pé numa caçada pelos campos do Brás.
  3. Nome do romance que Isaias Pessotti escreveu a partir de seus estudos sobre Eurípides para pesquisa sobre a história da loucura.
  4. Música de Lupicínio na qual o narrador manifesta paixão por uma moça que carrega água para os peões.

Nas quatro questões-exemplo que apresentei, a redação tem um certo quê de advinhas. Isso é bom. Advinhas são elementos de jogos verbais bastante atrativos. Quebram a monotonia didática daqueles Quem foi? Quantos são? Em que dia ou ano? Qual o nome do primeiro filho de X? Etc.

Se possível as questões das WebGincanas devem exigir leitura, de textos ou de qualquer outra forma de apresentação da informação – imagem, música, símbolos, mapas, VT’s, gravações de conversas ou entrevistas etc. É preciso evitar que o aluno utilize exclusivamente um buscador da Internet (o Google, por exemplo) e responda a questão a partir das informações curtas que acompanham cada indicação de URL listada após uma solicitação. WebGincanas exigem uma leitura de reconhecimento. Nada profundo. Tal leitura é uma necessidade quando pensamos na habilidade de buscar informação nos meios disponíveis.

As questões não precisam ter apenas o estilo de advinhas. Elas podem ser algo com certo teor de desafio como os exemplos que seguem:

  1. Veja um vídeo de música de Sidney Miller apresentada no Festival da Record em 1967. Qual a direção da estrada do violeiro indicada na letra cantada pelo compositor?
  2. Examine o Enterro do Conde de Orgaz, obra de El Greco, e responda quantos religiosos são retratados na cena?
  3. Qual o nome da obra de Josué Guimarães que faz referência a um meio de transporte que não mais atenderá à cidadezinha prestes a submergir nas águas de um imenso reservatório?
  4. Professores Apaixonados é uma coleção de slides que você pode encontrar aqui em Recursos. Veja-a e diga qual deve ser o resultado da última conta na cena em que uma professora acompanha o trabalho de um aluno no quadro negro.
  5. Angola e Romênia produzem petróleo. Compare a produção dos dois países e responda em que continente está aquele que produz maior quantidade da referida fonte de energia.

Até aqui exemplifiquei situações nas quais as questões trabalham o conteúdo de maneira séria. Mas de vez em quando é preciso fazer alguma questão que tenha certo toque de humor ou que instigue a curiosidade do aluno. Neste último caso, convém, de vez em quando, elaborar alguma questão sobre coisas banais mas que despertam grande interesse. Por exemplo: detalhes sobre a v ida pessoal de um autor, quem se recusou editar                                  um livro que mais tarde se tornou um best seller, nome de um hotel onde um cantor famoso encontrou-se com fulana de tal pela primeira vez etc.

Parte das questões, caso falte  inspiração, pode ser feita de modo tradicional. Mas, os autores devem sempre buscar modos de perguntar que agucem a curiosidade e criem interesse.

Jarbas Novelino Barato

24/04/2008

Avaliação de Blogs

julho 15, 2012

Faz algum tempo que construi uma matriz para avaliar blogs que deveriam ser editados por alunos num dos progamas da  série Desafio Escolar, produzida pela Fundação Padre Anchieta para o MEC. Acho que a matriz pode ser aproveitada em outros contextos de avaliação de blogs. Por isso, publico-a aqui.

Avaliação de blog

Nome do grupo: ________________________ Avaliador:
Data : ___________________ Nome do blog: ___________________

Critérios

Pontos

1

2

3

4

Layout

(peso 2)

Reproduz apenas partes mais simples do padrão escolhido. Tem poucas imagens e nenhum tratamento gráfico que chame atenção do leitor.

Utiliza padrão, mas aproveita quase todas as possibilidades oferecidas. Tem algumas imagens e um tratamento gráfico com pouca variação.

Trabalha com padrão, aproveitando quase todas as opções oferecidas e eventualmente acrescenta melhorias. Tem riqueza de imagens e um tratamento gráfico bem equilibrado.

Apresenta um layout original, com boa estética. Tem riqueza de imagens e um tratamento gráfico também original (ou marcante)

____

Texto de posts e outros elementos redacionais.

(peso 3)

Linguagem formal, texto não conversa com leitor. Número muito grande de erros ortográficos e/ou sintáticos (cinco ou mais erros a cada cem palavras)

Texto formal, aparentemente não conversa com o leitor. Número expressivo de erros ortográficos e sintáticos (de três a cinco erros por cem palavras).

Linguagem coloquial, conversa com o leitor. Pequeno número de erros ortográficos e/ou sintáticos (nenhum ou um por cem palavras).

Linguagem coloquial e elegante. Texto sem ou quase sem erros ortográficos e sintáticos (ocorrência eventual de um erro a cada conjunto de cem palavras)

____

Originalidade das mensagens.

(peso 4)

Maior parte dos posts copia ou repete informação já existente.

Posts originais representam em torno de cinqüenta por cento das mensagens.

Posts originais ficam na casa dos setenta ou oitenta por cento do total.

Posts originais são noventa ou mais por cento das mensagens.

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Articulação com comunidade de interesse na internet.

(peso 5)

Não aponta (no blogroll ou segmento equivalente) blogs e sites correlatos. Tem número muito pequeno de comentários (média menor que um por post)

Aponta poucos blogs ou sites sobre correlatos (três ou menos). Tem média de comentários em torno de um por post.

Aponta número razoável de blogs e sites sobre correlatos (em torno de cinco). Tem média de comentários em torno de dois por post.

Aponta número expressivo de blogs e sites correlatos  (mais de cinco), mas sem exageros que poderiam poluir o blog.

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Desempenho do blog.

(peso 3)

Número de visitas diárias não ultrapassa cinquenta. Nenhuma das matérias do blog é repercutida na internet (via twitter, outros blogs, serviços de divulgação etc.)

Uma ou duas matérias do blog mereceram repercussão na internet.

Número de matérias repercutidas na internet está na faixa de 3-6.

 Matérias repercutidas na internet ultrapassam o número  de seis.

____

Total—->

____