Tecnologia sofisticada e educação

Tempos atrás li um artigo de meu amigo Steen Larsen sobre crianças com déficits de aprendizagem e uso de novas tecnologias. Por descuido, acabei perdendo endereço eletrônico do artigo do Steen. Restou apenas cópia de anotação que eu fizera para futuras referências. Em tal cópia há um trecho muito interessante sobre sofisticação tecnológica.

Em outra ocasião, vou rastrear minhas buscas na Web para ver se encontro o texto do educador dinamarquês. Mas, enquanto isso não rola, segue aqui a observação do Steen que merece destaque:

A importância de altos padrões no uso de tecnologias para crianças com déficits de aprendizagem é auto-evidente. Porém, não se percebe normalmente que o fator crucial na utilização de recursos tecnológicos reside nas considerações por trás do uso, não na tecnologia em si mesma.  Assim, uma ferramenta específica para crianças com déficits de aprendizagem nunca pode ser de qualidade superior aos princípios pedagógicos nos quais se baseia. Como afirmou Pogrow (1990): “A sofisticação da aprendizagem produzida pela tecnologia depende da sofisticação das conversações que envolvem seu uso, não da sofisticação da tecnologia.”

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