Garota da Uniban, educação, e barbárie

Em meu twitter tenho insistido que as agressões a uma estudante na Uniban é um caso de barbárie. Preciso qualificar esta minha insistência. Para tanto, copio aqui parte de um subsídio que escrevi para minhas aulas de filosofia em 2006.

Há um livrinho do Adorno que os educadores precisam conhecer. Trata-se de Educação e Emancipação, editado no Brasil pela Paz e Terra em 1995. Num dos capítulos da obra, o filósofo conversa sobre a questão “Educação e Barbárie”. Cito a seguir alguns trechos do mencionado capítulo:

Entendo por barbárie algo muito simples, ou seja, que , estando na civilização do mais alto desenvolvimento tecnológico, as pessoas se encontram atrasadas de um modo peculiarmente disforme em relação a sua própria civilização – e não apenas por não terem em sua arrasadora maioria experimentado a formação nos termos correspondentes ao conceito de civilização, mas também por se encontrarem tomadas por uma agressividade primitiva, um ódio primitivo ou, na terminologia culta, um impulso de destruição, que contribui para aumentar mais o perigo de que toda esta civilização venha a explodir, aliás uma tendência imanente que a caracteriza. Considero tão urgente impedir isto que eu reordenaria todos os outros objetivos educacionais por esta prioridade. (p. 155).

Eu começaria dizendo algo terrivelmente simples: que a tentativa de superar a barbárie é decisiva para a sobrevivência da humanidade. (p.156)

… porém entendo com sendo fatores objetivos neste caso os momentos sociais que, independentemente da alma individual dos homens singulares, geram algo como a barbárie. (p.156)

A forma de que a ameaçadora barbárie se reveste atualmente é a de, em nome da autoridade, em nome de poderes estabelecidos, praticam-se precisamente atos que anunciam, conforme sua própria configuração, a deformidade, o impulso destrutivo e a essência mutilada da maioria das pessoas. (p. 159)

Isto é, desacostumar as pessoas de se darem cotoveladas. Cotoveladas constituem sem dúvida uma expressão de barbárie. (p. 162)

Adorno entende que uma das principais (talvez a principal) finalidades da educação é  a de formar gente que evite a barbárie no mundo em que vivemos. Para sustentar essa posição não é possível partir de um entendimento de que  verdades ou princípios morais universais são impossíveis. Ou, para colocar a questão como o fiz no início deste subsídio, sem verdades a educação é impraticável.

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22 Respostas to “Garota da Uniban, educação, e barbárie”

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  2. André de Oliveira Says:

    Oi Jarbas,

    Também fiquei chocado com o caso da garota lá na Uniban. Belo post, o seu. Chega a ser engraçado como a minha geração é retrógrada e conservadora, depois de tantas conquistas nós somos (eu não me incluo nessa, felizmente) liberais só nas propagandas!

    Grande abraço,
    André

    • jarbas Says:

      Oi André,

      Bom tê-lo aqui no Boteco. Observação correta a sua. O moralismo da pior espécie continua a predominar entre jovens. Perigo nazi sempre presente.

      Como vai a vida pós-estágio na Carta na Escola? E a ida para o UK? Tudo confirmado?

      Abraço grande,

      Jarbas

  3. Roseane Soares Says:

    Olá, professor!
    Vi a matéria ontem na televisão e fiquei muito chocada, de verdade!
    Não consigo entender o por quÊ daqueles alunos terem feito aquilo, numa UNIVERSIDADE!!!

  4. Roseane Soares Says:

    Olá, professor!
    Vi a matéria na televisão e fiquei muito chocada, de verdade!
    Não consigo entender o por quÊ daqueles alunos terem feito aquilo, numa UNIVERSIDADE!!! Como aquilo foi possível? Crueldade…
    Eles a colocaram como ré, julgaram e a condenaram… barbaramente!
    Não houve o mínimo de educação e respeito… qual o direito que aquelas pessoas tinham de fazer aquilo?
    Entendo que ela poderia não estar vestida adequadamente, mas isso não justifica tudo aquilo. Aqui na universidadade mesmo,a S.Judas, vemos pessoas vestidas assim e, apesar de a universidade ser de origem católica, não ocorre esse tipo de atitude…bom, fiquei tão chateada com aquilo que acho que não sei bem como escrever…
    Vendo aquilo lembrei-me das bruxas sendo queimadas na inquisição e coisas do gênero… Se a sociedade admitir esse tipo de preconceito, o que mais irá acontecer? Quantos anos iremos retroceder na história da humanidade, e quais atitudes serão readotadas?

    Só espero que isso sirva para a sociedade refletir e discutir (incluo-me nisso) e que, apesar de ser algo terrível, possa proporcionar algum crescimento.

    Roseane Soares

  5. T Says:

    São dois pontos em observação: a do gênero, e a moral.

    Por outro lado, as fontes secundárias que podemos rastrear:
    do lado da garota: conseguiu seus minutos de fama? no curso noturno, as baladas priorizam o modo de vestir e consequêntemente o assédio? no curso noturno notabiliza-se a necessidade de jovens a fazer-se notar, quando não por notas ou carrões..por roupas?ou falta delas? alguns professores são provocados? o modo de vestir torna-se igual em estágios ou ambientes de trabalho? Olha Jarbas não sou moralista, somente atento para os detalhes.
    O limite foi imposto por um grupo? a reflexão pode vir junto? ou o sexo estava à flordapele?
    Os insolentes, sentiram-se perturbados? alguns deles vão estudar ou é um imenso site de relacionamento acobertado pelo termouniversidade?
    abraço..

  6. Sarah, Juliana, Cristianna e Priscila - 1º APGN Says:

    Olá Professor!

    Acredito que o oque ocorreu foi lamentavel. Fiquei muito chocada com o fato, apesar de refletir que esse tipo de barbarie e de outros tipos de violencias que ocorrem a todo momento e não são divulgados, muitas vezes passando até dispecebido.

    Apesar, do senhor ter comentado na sala e afirmar que muitas pessoas acham desnecessarios esse tipo de discussão, isso é fundamental para nossa propria formação, sendo preparatorio para quando nos deparar-mos com todos os tipos de violencia dentro e fora da sala da aula.

    Abraços.

    Sarah, Juliana, Cristianna e Priscila – 1º APGN.

  7. Edson Says:

    Este episódio lamentável na Uniban remete a uma série de elementos:
    Ressentimento: No sentido nietzscheano, em razão de que a garota possui atributos (beleza física) não se exime de mostrá-los e todos aqueles que não possuem coragem ou beleza para tanto acabam por crucificá-la, isto porque, tal episófio acabaria por mostrar a fraqueza ou incapacidade dessas pessoas de poderem fazer o mesmo que ela. é a típica moral que apregoa virtudes ao escravo e demoniza o Senhor.
    Hipocrisia: Muitos desses adolescentes são frequentadores contumazes de sites de pornografia e assediam mulheres bonitas e sensuas na rua e agiram de tal forma.
    Intolerância: São incapazes de respeitar o outro em sua diferença, para eles o mundo deve se encaixar nos seus valores pré estabelecidos.
    Moralistas em detrimento de Eticos: Acabam por usar ao pé da letra alguns costumes morais, costumes estes que já são anacrônicos (proibição de uso de minisaia) e, por outro lado, acabam por julgar a aparência em detrimento da essência.
    Traduzindo em miúdos: tenho medo do que estes “talebans” serão capazes de fazer no futuro.

  8. Roldinei Says:

    Olá Professor, pois é, após as discussões na aula de hoje, não poderia ser diferente e seguimos falando sobre o caso no intervalo e na aula seguinte. Bem, tudo isso serve para que possamos refletir sobre o nosso papel como educadores na sociedade. Neste sentido fico feliz, pois estamos colocando em foco a situação ocorrida, mas, de qualquer forma, não dá para esquecer o assunto e a triste forma em que ele se deu. Valeu, super abraço

  9. Suelen 1apgn Says:

    achei uma crueldade este fato
    Excelente a discussao feita em sala de aula. Pois foi uma abordagem que fara parte de nossa formaçao, acredito eu quenao somente dentro da area de atuaçao como em nosso dia a dia.
    Serviu para refletirmos sobre nosso paopel como futuros educadore.
    Abraços

  10. ISabel Says:

    Professor estou indignada. Uma das funções da educação não é orientar? Tem gente achando que é marketing? Que público será que vai ser atingido neste marketing…Acho que teremos uma legião da moral e bons costumes em breve.

  11. Tarcisio Cardieri Says:

    Este episódio poderia passar despercebido (como muitos equivalentes certamente o são) não fossem o celulares que gravam imagens e o You Tube que as veicula. É a tecnologia dando condições para que as pessoas registrem os acontecimentos e se manifestem. Assim como os blogs. Temos mais instrumentos para valorizar a democracia. Mas, como quaisquer instrumentos, podem ser mal utilizados. Apenas a ética pode ajudar a definir parâmetros para o que é adequado à civilização.

  12. Naty Says:

    Gente pelo amor de Deus, vamos ter um bom senso e perceber que ela conseguiu e continua conseguindo exatamente o que ela desejava, alguns dias de fama!
    Todo mundo está com “dózinha” dela, mais somente quem estava la sabe como tudo começou e quem começou. Então quem não estava não de opinião porque afinal vc apenas escuta comentarios não tem a SUA propria opinião afinal você não viu e nem sabe exatamente de nada! Eu estava lá e sei exatamente como tudo aconteceu, vocês estão achando que ela foi humilhada, mais quem se humilhou foi ela mesma, afinal vamos começar do inicio, primeiro ela tinha a opição de subir até a sala dela pela escada, onde não seria possivel ninguém ver absolutamente nada, mais ela fez questão de subir pela rampa para todos poderem aprecia-la, foi ai que houve a confusão que todos viram, logo depois que ela entrou na sala de aula dela, ACABOU nada mais aconteceu, ai ela percebeu que a fama dela não rendeu muito, e saiu da sala e mandou beijinhos para os garotos, e mais uma vez houve gritaria e confusão e por mais uma vez ela entrou na sala de aula e ACABOU NOVAMENTE, mais não contente ela saiu da sala e foi até o banheiro, foi quando ai a bagunça saiu do controle de todos até mesmo dela, porque ai todos queriam tirar fotos filmar, porque afinal ela estava fazendo um “showzinho”, ate ai ela não era a coitadinha né, porque ela estava adorando, adorando tanto que ficava provocando mandando beijinhos, se ela estava se sentindo tão mal, tão ameaçada, porque estava mandando beijos? Não dá para entender, ela mesmo em depoimentos entra em contradição por muitas vezes, mais voltando a historia, quando ela voltou para sua sala e viu que a coisa havia perdido o controle ai ela começou a ser a pobrezinha, humilhada, mais enquanto ela mandava beijos e se mostrava, levantava a saia, ai nao ai como todos dizem ela estava no direito dela, gente em uma facudade com a quantidade de alunos que a Uniban tem imagina quantas meninas não vão com vestidinhos, sainhas, as vezes mais curtos que o dela, mais não foi o vestido o problema foi o comportamente dela, ela queria aparecer e conceguiu, mais perdeu o controle da situação, as outras meninas q vão com roupinhas curtas não são humilhadas, porque? Apenas porcausa da POSTURA, que a Geyse não teve! Somente isso!
    Todo mundo está vendo o lado dela, mais sem saber a verdadeira historia, eu acho que para as pessoas poderem das opinioes e falarem mal de alguem tenque ao menos saber a historia direito. Poque tem muita gente falando besteira! Sem nem saber como tudo aconteceu! Eu só acho que ela teve o que ela provocou, e que se eles estão errados (e que realmente estão, pois isso não é uma atitude de universitarios), ela também tem uma grande parcela de culpa nisso, alias ela é a culpada disso, pois tudo isso ocorreu graças a atitude DELA! Eles não fizeram isso por nada gente, pensem, é como eu disse todo dia vão muitas garotas de vestidinho mais curto que aquele e não acontece nada disso, vocês acham o que? Que ela foi uma escolhida pobre coitada! Pelo amor né! Alguma coisa ela fez!
    Bom eu só queria que todos vocês que defendem ela soubessem que ela saiu como vitima mais foi quem provocou tudo isto!
    É isso espero que algumas pessoas enxerguem a realidade e pare de acreditar somente na midia!

  13. jarbas Says:

    OK, Natália.

    Me diz uma coisa: ir ao banheiro é decisão influenciada por busca da fama? Parece que há uma idéia geral sobre motivos que levam as pessoas a frequentarem banheiros. Não é preciso “estar lá”, como você quer, para tirar conclusões sobre frequência ao dito local. E, é quase certo que idas ao banheiro não são motivadas por busca da fama.

    Há mais o que observar sobre a qualidade de seus argumentos. Mas não vou tomar seu tempo, nem o de oputros leitores.

    Como já observou alguém, descrições como a sua sugerem que a garota da Uniban (sozinha) ameaçou 700 pessoas. É muito difícil acreditar nisso, mesmo quando uma testemunha como você tenta vender o peixe da culpa da Geisy. Falar nisso, o que foi que você fez durante o episódio: ficou observando com isenção o que rolava?

    Eu ia encerrar. Mas falta algo que me deixa atônito. Você diz: “alguma coisa ela fez”. Já ouvi este argumento como justificativa para tortura. Pense um pouco sobre tal tipo de raciocínio.

    Saudações acadêmicas,

    Jarbas

  14. Rogério Hojér Says:

    Não presenciamos o fato no momento do ocorrido. Só vimos algumas cenas de péssima qualidade feitas através de um celular, ouvimos depoimentos de alunos que estavam no momento, mas sem qualquer prova concreta do fato ocorrido, ou seja, a maioria das pessoas estão prejulgando e dando suas opiniões, baseando-se apenas nos fatos amplamente divulgados pela midia.

    Então também vou dar o meu pitaco nessa história.

    Na minha opinião, o que aconteceu na Uniban foi o que chamamos de EFEITO CASCATA. Algum elemento gritou palavras de insulto à garota, alguns acompanhavam e engrossavam o côro e outros, mesmo de longe, gostando de baderna, aproveitavam e também gritavam e assim sucessivamente até se alastrar por toda a universidade. E deu no que deu… Uma reação em cadeia tosca e idiota que, com certeza, prejudicará a carreira acadêmica e profissional da garota para o resto de sua vida.

    Não sou nem tenho pretenções de advogar a favor dessa “vítima”, mas condeno qualquer forma de discriminação.

    VIVA A LIBERDADE E ABAIXO A HIPOCRISIA!!!

  15. Marcel Says:

    Não vou responder nada, defender nada, teorizar sobre nada, só vou fazer uma pergunta e minha pergunta já conterá a resposta: O QUE FARIAM AQUELES MESMOS 700 ALUNOS HOMENS FRENTE AO RONALDINHO DA VIDA CHEGANDO NA FACULDADE? VAIARIAM? CHAMARIAM DE ‘COMEDOR DE VIADO’? ANTA? Pra quem não entendeu, analisem as frases que as torcidas organizadas expoem todos os domingos nos Mineirões, Maracanãs e Morumbis da vida: ‘amor’, paixão, amor eterno, fidelidade, etc. Entaõ isso aí só mostra o seguinte: trata-se de um bando de homossexuais mal-resolvidos, que têm odio de mulher pois, sendo chulo, na linguagem deles, para ser entendido, digo o seguinte: o cara que é heterossexual convicto e bem resolvido, não quer a mulher de vestidinho: quer ela nua. Aquilo ali mostrou a grande diferença entre heterossexualidade (transar com pessoas do sexo oposto) e heteroafetividade (AMAR pessoa do sexo oposto). Na verdade, a grande maioria dos homens encara a mulher como nada menos que uma picada (filé), melancia, morango, algo para se comer, chupar e jogar o bagaço fora. Quem eles amam mesmo são os iguais. E dá Alexandre O Grande, a Grécia Antiga ainda reina entre nós!!!!!!!!!!!!!!!

  16. Marcel Says:

    Só pra terminar: o que mais me chocou não foi nem ver o ‘bando de homoafetivos’ perseguindo a ‘puta’ (e se fosse? qual o problema?): foi uma voz feminina, na gravação de celular, dizendo: “Ah, dane-se”. Voce, que falou isso, saiba que amanhã na primeira esquina voce pode ser estuprada, quando tiver quarenta ser trocada por duas de vinte, ou no domingo a tarde ser trocada por 11 homens exatamente por conta dessa mentalidade. Se estivessemos num pais organizado como os Estados Unidos, todas as mulheres, no dia seguinte, iriam a aula de burka. Agora falando sério: o que fariam com um travesti matriculado nessa faculdade? o que fariam com uma aluna realmente islamica vestida a caráter? Toma vergonha na cara molecada!

  17. Jbn Says:

    Cada um deveria responder. 1) Quais são os seus bandos? 2) Quais atitutes você contraria do seu bando?
    O nível da barbárie do nosso educacional significa ser necessário contradizer o ¨bando docente¨ em milhões de coisas. Professor, o que você contraria desse bando?

  18. carlos eduardo (Lula) Says:

    Prezado Jarbas.

    já faz tempo não é amigo. Sai do Senac no ano passado e agora atuo em carreira solo. (hehehehe). Sobre a garota da Unibam gostaria de comentar que mostra o nível dessas universidade que são criadas em todo Brasil. Essas entidades caça-niqueis possume um publico de gosto duvidoso e hábitos estranhos. Duvido que isso acontecesse em uma universidade pública

    • jarbas Says:

      Oi Lula,

      Bom vê-lo aqui no Boteco. Concordo com você. Um caso parecido na USP seria impossível…
      Não suma do pedaço. Abraço grande,

      Jarbas

  19. carlos eduardo nascimento (Lula) Says:

    Jarbas

    vamos manter contato sim. assumi a presidencia da Sucesu SC e estou com projetos em TI

    • jarbas Says:

      Oi Lula,

      Parabéns pela eleição. Agora podemos chamá-lo, sem mais, Presidente Lula.
      Uma amiga dos meus tempos de participação na Sucesu em Sampa anda por aí. É a Gleice Du Cataldo. Você deve conhecê-la. Mando aqui um abraço para a moça. [ ], Jarbas.

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