WebGincana: exemplo de mini WG

É bom ver capricho em coisas simples. Propus dias atrás um exercício sobre WebGincanas. Nada especial. Apenas uma versão mini para que meus alunos fizessem um treino antes de começar o projeto WebGincana deste semestre.

Sugeri uma versão em Word. A idéia foi  a de registrar o esforço de cada equipe e, ao mesmo tempo, obter exemplos de como os alunos estão compreendendo o modelo WG. Um nó é como formular questões que requerem respostas curtas. Um dos modelos disponíveis, aquele dos questionários de livros didáticos, está fora de cogitação. É, simplesmente, chato. Mas, infelizmente, é fácil de fazer. Outro modelo, aquele de certas provas dissertativas, em que as questões exigem respostas explicativas, também não cabe em WG’s. Ele não favorece o ritmo de jogo que se espera.

Para fazer boas questões é preciso muita imaginação. Fazer boas perguntas é sempre uma arte. Por isso eu não esperava resultados bem acabados em nosso primeiro exercício.

Na entrega do trabalho, um grupo me surpreendeu pelo capricho no acabamento de um simples exercício. As meninas fizeram a mini WG em ppt. O resultado ficou bem agradável.  As questões ainda refletem dificuldades apresentadas pela necessidade de apresentar perguntas surpreendentes, bem humoradas, instigantes. Mas, é preciso reconhecer o capricho das meninas – Marcela, Kete, Fabi e Tatiana. Por isso, copiei o trabalho no meu espaço do Slideshare.  Se quiser ver a obra, clique aqui.

Obrigado meninas.

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8 Respostas to “WebGincana: exemplo de mini WG”

  1. Michel Goulart Says:

    Jarbas, por que você não “embeda” o arquivo direto no blog? Adorei a atividade, super interessante. Achei legal a idéia da webgincana. Só achei meio estranho ter que buscar um ativista ecológico para fazer um protesto, hehe. Um abraço

  2. Fique por dentro Escola » Blog Archive » WebGincana: exemplo de mini WG « Boteco Escola Says:

    […] Nada especial. Apenas uma versão mini para que meus alunos fizessem um … fique por dentro clique aqui. Fonte: […]

  3. Juliana Lima Says:

    Também quero parabenizar as meninas, pois o tema Pantanal é muito interessante e muitos brasileiros, assim como eu, não conhecem a riqueza que esta região do país nos oferece.
    Espero que a WG oficial mantenha essa linha de pensamento e que se transforme num exemplo, como este foi.

    PARABÉNS!

    E, claro, não posso esquecer: Beijos, professor!

  4. Fátima Campilho Says:

    Gostei, Jarbas!
    As meninas aprenderam antes de mim!
    Vou tentar cumprir a tarefa na Semana Santa.
    Feliz Páscoa.

  5. Doralice Araújo Says:

    Oi, Jarbas! Gostei de acompanhar o resultado das suas orentações; um abraço.

  6. Doralice Araújo Says:

    Oi, Jarbas! Gostei de acompanhar o resultado das suas orientações; um abraço.

  7. Kete Says:

    Olá Professor….queria agradecer ao elogio. Tenha certeza de que eu e as meninas ficamos muito lisongeadas, e isto só vem ampliar para que a nossa web gincana do semestre fique ainda melhor. Obrigado pelo carinho e pelas dicas.
    Abraços
    Kete

  8. Marcos Says:

    Oi Jarbas, bom dia

    Fui continuar a fuçar em seu Blog, e esse post e a resenha que você escreveu sobre o “Acting with Technology” deram uma coceira no cérebro. Ambos tratam da questão de fazer algo significativo com as ferramentas (digitais, no caso), e que esse significado não provém inerentemente da ferramenta, mas da contraparte humana, usuária.

    Tenho que mexer meu traseiro e ir atrás desse livro, pra não ficar em especulações epidérmicas sobre a coisa (eu não tenho grandes repertórios teóricos na manga). Mas, enquanto isso não se concretiza, um comentário: justamente nesses dias escrevi um post sobre meu relacionamento profundo com algumas ferramentas – do ponto de vista pessoal, foi um relacionamento revolucionário. A mediação que elas propiciaram entre o universo pessoal e a experiência de mundo com a qual elas têm interface, foi efetivamente transformadora.

    Porém, a questão é que estas ferramentas NÃO FORAM desenhadas e implementadas especificamente para funcionar em conjunto. Por anos eu ansiei pela solução que elas me ofereceram, ao serem unificadas por mim em uma experiência total congruente. Não foi o design da ferramenta que, especificamente, trouxe a solução, o necessário “encaixe”: foi a ponta humana, não acessível pelo projetista – que, aliás, eram vários, de diferentes grupos independentes entre si. A experiência, propriamente dita, foi desenhada e implementada pelo usuário, com base em ferramentas autônomas.
    Não posso nem dizer que isso é a reinvenção da roda, é mais primitivo: acabo de me sentir o neandertal que descobriu como bater o porrete de osso numa pedra côncava, para quebrar a noz 😀
    Só que são ferramentas complexas, de alta abstração, cujo encaixe é um bocadinho mais delicado.

    É aí que entra a WebGincana. Ela almeja ser o motor do desenho autônomo desses significados? Porque, de imediato, parece que ela tem o sentido de organizar a construção de um conhecimento por quem a projeta, e, ao ser utilizada, encaminhará a construção pelo seu usuário.
    Esse sentido mais complexo, essa reorganização da ferramenta mediadora, que cria a interface com a atividade no mundo real – intenção última de qualquer ferramenta, atuar sobre o mundo concreto – é ela que é buscada pela WebGincana e congêneres? Você faz isso, incrementalmente, com seus alunos?

    Um grande abraço,

    Marcos

    (aliás, essa deve ser uma deliciosa experiência de aprendizagem, como se vê pelos comentários das alunas)

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