Machinima: imaginação e tecnologia

Sem imaginação as ferramentas tecnológicas podem, quando muito, dar margem a exercícios de virtuosismo para nerds e assemelhados. Por outro lado, a imaginação ganha muito espaço quando podemos contar com ferramentas capazes de concretizar nossos sonhos. Um mestre nas artes de usar ferramentas tecnológicas com imaginação é meu velho amigo Bernie Dodge. No momento ele está coordenado um seminário para professores no qual o centro das atenções é a Machinima.

Traduzo aqui, com certa liberdade, a descrição do referido seminário:

Uso de jogos (e.g., The Sims 2, World of Warcraft) e ambientes virtuais (e.g. Second Life) para criar filmes de animação. O curso aborda Machinima como uma ferramenta de auto-expressão para estudantes do ensino médio, como um método para criar histórias animadas curtas, e como um meio para prototipar produção de vídeos. É preciso adquirir software indicado para as atividades de produção.

O seminário coloca os professores no fascinante mundo da produção cinematográfica, abrindo caminho para a criação de propostas de aprendizagem muito interessantes. Confesso minha incompetência no ramo. Ao mesmo tempo, acho que o uso do Machinima pode ser uma aventura interessante sob a coordenação de alguns ferquentadores deste Boteco como o Nivaldo, o Marco, o Luis Vila, a Carla, a Miriam Salles, a Su e a Sintian. Taí, gente: desafio lançado. Alguém se habilita?

No material relacionado entre os recursos que Bernie está utilizando, há um vídeo que vale a pena ser visto:

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5 Respostas to “Machinima: imaginação e tecnologia”

  1. Fernanda Elisa Says:

    Poxaaa! Apesar do meu inglês ser “terrível”, eu gostei da proposta.
    Aliás, me fez voltar os olhos para o cinema e pensar estratégias criativas para aproveitar essa arte do entretenimento em desenvolvimento de roteiros, textos, em sala de aula.
    Acho que até hoje não presenciei, ao vivo, nenhuma proposta que visasse usar filmes, ou algo cinematográfico, na produção de textos ou que tivesse como objetivo aproximar estudantes do mundo do cinema de forma real, vivida e sentida por eles.
    Nossa! Estou pensando absurdamente sobre cinema agora! rsrs
    Quando lembro-me de algo relacionado a filmes na escola, vejo a professora passando filmes didáticos, em que um professor com uma régua gigante aponta para um mapa pindurado numa lousa como as da sala de aula em que me encontro. Agora eu me pergunto: “Para quê passar um filme com esse tipo de conteúdo? Só pra dizer que o professor está dentro da tela? (risos)?”. Seria menos ruim se o próprio professor usa-se sua própria régua, seu mapa e sua lousa. Mas, veja bem, seria só um pouco menos ruim.

    Eu passo por aqui sempre viu?
    Além de gostar do blog, sou fã do professor…
    …deve ser porque ele me abre a mente todas as terças-feiras na São Judas!

  2. Fernanda Elisa Says:

    Uma correção:

    Jarbas me dá aula às quintas, enão às terças, como havia dito.

  3. Miriam Says:

    Olá professor!
    Em primeiríssimo lugar, obrigada por me colocar nessa lista!!
    Nunca tinha ouvido falar em Machinima, mas já segui os links e fiz as minhas pesquisas pleo Google. Me parece que a proposta deve ficar bem interessante e eu queria testar isso… Será que algum frequentador se habilita?
    Abço

  4. Carlos Seabra Says:

    Jarbas, isso de Machinima é um barato (sic) mesmo! Eu brinquei de fazer alguns no Second Life, mas nada que prestasse, só testes.

    Mas engajar uma turma de alunos a fazer um é bem legal. Uns podem cuidar de roteiro, outros de iluminação, outros de cenografia, outros de indumentária, outros de direção de avatares, além de cada um ser um ator, conduzindo os atores, e mais efeitos de iluminação, trilha sonora, legendagem e dublagem…

    Aqui te mando alguns bem-feitinhos:

    Um “comercial” de Second Life:

    “Silver Bells”, um faroeste em machinima:

    “Better Life”, mais um interessante filme (com cadeirante!):

  5. Carlos Seabra Says:

    Jarbas, escrevi correndo! Por favor, corrija o “deblagem” e um “pode” que deveria ser “podem”, além da repetição da palavra “ator” em seguida uma da outra.

    Que horrível, eu sempre reviso, mas escrevi correndo e só depois de postar percebi… Mas pelo menos as URLs estão ok!

    Abração!

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