Tecnologia é imaginação

A revista eletrônica Quaderns Digitals está chegando ao número 51 e ao seu décimo terceiro ano de vida. Deixo aqui meus cumprimentos pela data e pelo número especial que tem artigos de um grande grupo de educadores espanhóis. Me convidaram para a festa. Participei com muita honra e prazer. Escrevi para o número especial de aniversário da Quaderns um artigo cujo título é Tecnologia é Imaginação: Considerações sobre o uso de ferramentas em educação. Os editores resolveram deixar o meu texto em português. Se você quiser ver o número especial de Quaderns Digitals e, quem sabe, o meu artigo, basta clicar aqui e explorar a publicação.

44 Respostas to “Tecnologia é imaginação”

  1. Thiago (Licenciatura 17h Sexta) Says:

    O que o texto deixa bem claro (e o que também foi reforçado em sala de aula) é que a tecnologia em si não existe a menos que o uso da ferramente seja aliado à criatividade (intelecto) humana. Todas as situações mostram ou ferramentas muito boas, ou soluções de humanos criativos. Quando são usados em conjunto, o efeito sempre é benéfico para os estudantes. Só algumas coisas que talvez não sejam muito pensadas são os tais “efeitos ecológicos” dessa utilização. Entedi que toda a ferramenta usada acarreta mudança de comportamentos, ou a necessidade dela.

  2. Felipe (L - SEXTA) Says:

    Boa-tarde!!!
    Li sua matéria e concordo com o quando você diz que a tecnologia se utilizada da maneira adequada se torna mais uma ferramenta a ser utilizada na educação, senão acabam se tornando mais distrações ou prejudicando o processo de apredizagem. Gostei muito do seu comentário sobre um comercial de banda larga e também das aulas de geografia nos aviões onde acabavam não observando a paisagem (então pra que estavam lá?! ahuahuauhau).
    Abraços!

  3. Luana ( Licenciatura - Sábado ) Says:

    Boa noite,

    Adorei o texto, principalmente a fórmula: Tecnologia = Ferramenta + Imaginação (diz tudo ).
    Abraço…

  4. Carlos Seabra Says:

    Jarbas, como sempre teu texto é delicioso de ler, articulador e inspirador de novas reflexões e uma verdadeira aula, no melhor sentido da palavra!

    [s]
    Carlos

  5. Elisabeth Radis Says:

    Profº Jarbas, acredito que desde muito tempo (já Thomas Edison) as pessoas tendem a acreditar que tecnologias e sistemas super avançados substituirão os professores, os livros. Tal pensamento é errado, pois as máquinas não substituem a capacidade de raciocinar, elaborar, relacionar e construir conhecimento próprias dos seres humanos. Além de que nada adianta se os objetivos forem os mesmos: transmitir conhecimento. Para que a tecnologia seja utilizada com êxito na educação é necessário que haja união entre as outras formas de aprendizagem como os livros, as experiências, a arte. Gostei também quando você diz que a educação deve ser prazerosa e não divertida, afinal estudar é coisa séria.

  6. ElizaBETE Ferreira (Licenciatura - Sábado) Says:

    Jarbas,

    Tive a mesma impressão nos dois textos (este e “A Importância da Escola”), acredito que um dos grandes problemas da educação é avaliar por extremos: ou algo funciona ou não funciona. Não existe um equilíbrio: ou é objetivo ou subjetivo.
    Então pergunto: como utilizar de subjetividade (imaginação) com algo tão objetivo (ferramenta)?
    Torna-se mais fácil dizer que a ferramenta (especialmente informática) não é adequada ao ambiente escolar do que buscar formas de utilizá-la com criatividade. Outra opção é transferir velhos formatos para o meio digital e dizer “vejam quão importante é a tecnologia”, ficando a verdadeira e mais importante aplicação em segundo plano.
    A segunda opção é utilizada como obrigação, ficando a falsa sensação de dever cumprido acompanhada da frase “chegamos à era digital”.
    É engraçado perceber que a tecnologia (ferramenta) que dizem estar em todo lugar está em quase lugar nenhum.

  7. ElizaBETE Ferreira (Licenciatura - Sábado) Says:

    PS: Adorei a citação de Alice no País das Maravilhas. Realmente as explicações costumam ser desagradáveis.

  8. Maricelia (Licenciatura - Sexta) Says:

    Professor,

    Estou no meio do meu expediente, mas não resisti à necessidade de comentar seu texto. Em primeiro lugar, eu gostaria de deixar claro que sou meio chata, assim você não se assustará com minhas observações. Seu texto, embora muito bem embasado, precisaria de uma revisãozinha (coisas de aluna de Tradutor e Intérprete que tem professores pegando no pé o tempo todo para estar atenta às normas cultas da língua). Como ia dizendo, sua tese foi muito bem embasada, mas torna-se um tanto quanto redundante ao que eu já observei durante seu comportamento em sala de aula. Também notei que as primeiras referências bibliográficas utilizadas em seu trabalho são de um autor curioso: um tal de Jarbas Barato… (desculpe, mas não resisti a piadinha). Outra coisa: já que blogar é coisa séria, dei-me a liberdade de brincar durante esse comentário. Sei que não sou obrigada a concordar com tudo, mas você arrancou palavras do meu pensamento quando falou sobre os “textos” atuais de história… transformaram-se em ilustrações somente. Eu, que já vim desta geração, senti na pele ao tentar o Vestibular da Fuvest, a falta que textos e conhecimento me fez. Acredito que a diversão SIM pode fazer parte do aprendizado, desde que este não seja desviado em função apenas do “carpe diem” da diversão. Aliás, isso discordei em seu texto. Há artigos que dizem que o cérebro aprende e apreende mais fácil durante brincadeiras, mas elas devem ser bem dosadas com “hard work”. Até gostaria de me estender um pouco mais, mas seria desnecessário e talvez, enfadonho. Portanto, volto ao meu trabalho.

  9. jarbas Says:

    Alô Maricelia,

    Meu texto tem diversos problemas de revisão. Aconteceu que o editor colocou no ar uma versão que enviei de afogadilho para cumprir prazos. Não me preocupei no início porque achei que o material seria publicado em versão para o espanhol. Com o tempo, pretendo encaminhar texto revisado para os necessários acertos.
    Por falar em revisão, quem publica hoje se vê diante de um problema. A maioria das publicações não revisa o que recebe. Deixa o ônus da revisão com os autores. E autores, no geral, são péssimos revisores de seus próprios escritos. A gente revisa melhor os textos alheios.
    Você pode me ajudar no caso. Se puder, me indique em privado onde estão os gatos maiores do meu artigo.
    Você fala em norma culta. Pode ser que eu tenha ofendido esta senhora em meu texto. Mas eu creio que meus erros são, como dizíamos antigamente, sobretudo tipográficos. De qualquer forma, você tem razão, erro é erro e precisa ser corrigido. E um texto publicado não deveria ter erros tão evidentes.
    Ao ler sua mensagem, fiquei com uma duvida. Nela aparece o seguinte trecho:

    “…sua tese foi muito bem embasada, mas torna-se um tanto quanto redundante ao que eu eu já observei durante seu comportamento em sala de aula.”

    Essa regência em “redundante ao” é estranha. Não disponho de ferramentas conceituais no campo da sintaxe para explicar minha dúvida. A expressão não caiu bem no meu ouvido. Pode ser que a norma culta dê conta disso. Mas em termos comunicativos a construção parece, como disse, muito estranha.

    Redundância é coisa normal em sala de aula. A gente não sabe se foi entendido. por isso repete o que já disse. Insiste. Esse estilo de comunicar não fica bem em textos. Se meu escrito tem tal defeito, preciso fazer um outro tipo de revisão. De qualquer forma, não pretendo mais escrever textos acadêmicos, desencarnados, desidratados e chatos. Tento, de uns tempos para cá, escrever textos mais soltos. E pode ser que os mesmos incluam demasiadas repetições. Senti isso, faz pouco tempo, quando mandei um resenha para uma revista. A editora me pediu para abreviar o texto pois meu primeiro escrito ultrapassava as duas laudas que o periódico reserva para resenhas. Cortei um montão de coisas. O texto cortado ficou muito melhor. Enxuto. Direto. Elegante. Mas fazer isso não é fácil sem editores que nos cobrem.
    Quis brincar com você e acabei escrevendo uma mensagem muito sisuda. De qualquer forma, considere pelo menos minha intenção… Abraço grande, Jarbas.

  10. Raphael Gregory (LIC - Sábado) Says:

    Fala Jarbas,

    Gostei muito do texto. Concordo com as palavras da Bete (apesar desta estar meio atrasada no comentário do texto “A importãncia das Escolas”, hahaha) e venho acrescentar que a ferramenta está presente em todos os lugares, mais sofisticadas ou não, porém não é a sua sofisticação que define sua importância e sim o modo como a utilizamos para mudar/acrescentar o nosso pensamento.

    Abraços,

    Raphael Gregory

  11. Priscila de Paula, Lic Sexta 17h Says:

    Oi prof,
    Li o texto e é impossível não recordar das inúmeras oportunidades em que fomos submetidos, como alunos, ao instrumentismo. Oportunidades estas que se não próximas do desastre ficaram muito longe de serem eficazes. Vale a tentativa?
    Lembra de mim viu? Sou da tribo de artes rsrssrs. Da uma olhadinha no meu blog, super mega desatualizado rsrsrrs!

  12. ElizaBETE Ferreira (Licenciatura - Sábado) Says:

    Lembrei-me de um acontecimento. Em 2007 na escola em que trabalho houve uma apresentação de sites desenvolvidos por alunos.
    Organizado por professores, o evento tinha o objetivo de premiar o melhor site. O interessante foi a forma como a apresentação foi organizada: utilizaram das ferramentas disponíveis (projetores de multimídia, computadores, etc) para apresentar não somente os trabalhos dos alunos, mas para encenar uma entrega ao estilo do “Oscar”. Foi muito interessante e criativo, dando um caráter menos formal e mais divertido para todos o ato de premiar o melhor. Poderiam ter simplesmente apresentado e premiado o melhor site, mas o cenário montado fez toda a diferença.

    Com relação ao comentário do meu adorável colega Raphael Gregory, preciso informar que ele também precisa de revisão, porque a palavra “importãncia” escrita assim fica muito feinha (hahaha pra você também, Gregoriano).

  13. Juliana Zulatto Licenciatura (sábado) Says:

    Oi professor.

    O texto traz muitos aspectos a serem discutidos. Prendo –me a ilusão que se prega ao aluno em relação à tecnologia. Quando a tecnologia é associada unicamente a diversão, imaginamos que ao utiliza-la temos a garantia de divertimento dentro da educação. O que precisa é conscientizar o aluno de que nem sempre o conhecimento ligado à tecnologia é diversão, e que não da para se divertir o tempo todo (uso o exemplo do modo experiencial) é preciso pensar, indagar e principalmente, se deixar sentir incomodado.

    Vejo melhor o significado do curso e o grande desafio que é usar a tecnologia não apenas como extensão dos métodos convencionais e sim a imaginação e criatividade auxiliada por essas ferramentas.

  14. Rogerio Santos (Licenciatura Sábado) Says:

    Prof. Jarbas,

    Gostei dos temas abordados no texto. Infelizmente concordo com tudo o que você diz. E digo infelizmente porque gostaria de discordar de algo para poder “pôr pimenta” na discussão. Sou como o aluno das cavernas; ainda sou muito resistente à chamada “era da informação”, que produz muita opinião mas pouco conhecimento.

    Lendo o seu texto foi impossível não pensar em como a epistemologia não aborda a vontade de conhecer (aliás o seu texto também não comenta muito). Tecnologia, bom professor, excelentes livros, de nada adiantam se o aluno não possui vontade de aprender. Produzindo diversão através da tecnologia, fará com que desperte a vontade no aluno? Minha opinião é que é pouco provável. A vontade é algo que vem de dentro para fora e não de fora para dentro. Gostei da correlação feita entre prazer e diversão. Ponto para você.

    Assim como você, considero o blog um instrumento livre, uma “Ágora” (faço um convite para ir ao meu que é bem livre, aliás). Acho inapropriado dar ao blog um status de conhecimento. Blog é opinião. Portanto não deve ser mais ou menos respeitado por isso. Uma discussão livre, como já foi devidamente apontado.

    Por fim, faço só duas ressalvas. Primeiro que o seu texto é muito longo. E em tempos digitais ler pela internet é um horror. Em segundo, deviam colocar mais americanos em vôos geográficos, dada a ignorância mundialmente sabida dos americanos com relação à geografia.

  15. Vivian Tarício (lic. sábado) Says:

    Olá professor…
    Gostei muito do texto, principalmente por me fazer ver de outra maneira a relação da tecnologia com a educação.

  16. Marcelo Piñon LIC. Sabado Says:

    Existem muitas relações entre este texto e o texto “importancia das escolas”, e mais uma vez a tecnologia presente em ambos, só q neste a introduçao de ideias como cinema e laboratorios, se tecnologia é informaçao e realmente é, a criatividade de cada um, será o diferencial para o sucesso ou delimitações de determinadas areas e assuntos relacionados com a tecnologia.
    A tecnologia sozinha é muito facil, agora vinda de imaginaçao, algumas pessoas nao saberam destinguir tais situaçoes, mesmo porque tecnologia e imaginaçao juntos, é um desafio para qualqer um.

  17. Carlos Mateus Boarini Says:

    Achei interessante a sua abordagem inicial sobre a propaganda do “Speed”. Realmente há uma conotação de reprovação aos “métodos arcaicos” de resolução de trabalhos escolares.
    O uso de tecnologias de maneira indiscriminada é um ponto importante do seu texto e que na prática eu sinto uma ressonância. Costuma variar um pouco os recursos didáticos e é muito comum vermos alunos dormindo diante de um filme ou de uma apresentação em PowerPoint.
    Concordo plenamente com a frase da professora Rosset (“tecnologia é sobretudo uma questão de cabeça, não de máquinas e equipamentos”), principalmente quando pensamos o uso da tecnologia como fator motivacional na educação.

  18. Carlos Mateus Boarini Says:

    Achei interessante a sua abordagem inicial sobre a propaganda do “Speed”. Realmente há uma conotação de reprovação aos “métodos arcaicos” de resolução de trabalhos escolares.
    O uso de tecnologias de maneira indiscriminada é um ponto importante do seu texto e que na prática eu sinto uma ressonância. Costumo variar um pouco os recursos didáticos e é muito comum vermos alunos dormindo diante de um filme ou de uma apresentação em PowerPoint.
    Concordo plenamente com a frase da professora Rosset (“tecnologia é sobretudo uma questão de cabeça, não de máquinas e equipamentos”), principalmente quando pensamos o uso da tecnologia como fator motivacional na educação.

  19. Priscila Says:

    gostei muito…. faz um link com o texto “a importância da escola”…

  20. Lucielaine 4APGNAS Says:

    O texto explica o que é tecnologia com imaginação. Mas usando suas palavras, como precisar o que é imaginação? Se a pessoa não estiver interessada em aprender, em usar a própria imaginação, fazendo uso das ferramentas disponíveis, que atualmente são muitas, nem mesmo o melhor professor o fará.
    Adorei a diversidade de informações, inclusive a sala de aula dentro de um avião, quanto despreparo deste profissional, não sabendo utilizar um recurso tão rico, como a vista aérea in loco.
    Abraços grande professor.

  21. Caroline Zanelli Says:

    Professor,
    Não consegui acessar a página. O que devo fazer?
    Entro no site do Quaderns digitals e não encontro o título que o senhor passou.

  22. Elaine (LIC-sexta) Says:

    Incrível como a imaginação é e continuará sendo a maior das descobertas tecnológicas, independente de ferramentas inovadoras.Esta se supera, se reinventa.Como você mesmo escreveu: “… maior é o prazer de encontrar caminhos quanto maior for o desafio enfrentado.”
    Gostei muito.Abraços

  23. Lygia (Licenciatura - sábado) Says:

    Boa Tarde Professor

    Achei várias abordagens muito interessantes. A primeira é sobre o instrumentismo, fato muitíssimo comum nas escolas e nas famílias lembrado muito bem pela propaganda do Speedy. Como foi citado no texto, isso promove a idéia de que mudanças profundas na educação irão acontecer se os produtos e serviços de informação forem adquiridos, mesmo se essas mudanças não estimularem o esforço e dedicação do aluno. Achei interessante a abordagem sobre a aplicação do cinema e da Tv como recurso de aprendizagem.
    Um outro aspecto é o realce da necessidade de professores bem preparados. A tecnologia pode complementar as escolas, mas nunca substituí-las. Esse mesmo aspecto também é discutido no texto “A impotância das escolas”.

    Abraços

  24. Tiago L. Sábado Says:

    Olá Professor,

    Sobre o texto há a importante observação no emprego das maneiras de lecionar com instrumentos tecnologicos, onde é designado a eles o dever de tomar todas as formas de aprendizado e novamente é desprezando a qualidade de ensino em que os alunos deveriam arquitetar soluções de problemas do cotidiano, não encontrá-las prontas o que deprime a capacidade de imaginar e os tornem domesticados.
    É muito bom o texto.

    Abraço.

  25. Kelly Gurtovoi Says:

    Achei interessante o relato sobre os alunos,
    o que levou o material feito por si mesmo e o
    outro que levou o material moderno, que parecia ter sido feito
    sem muito trabalho.
    Não gostei da idéia de transformar um avião em sala de aula, não precisaria
    nem entrar num avião se é para o mesmo parecer uma sala.
    Achei muito interessante o modo como foi abordado
    o fato das ferramentas tecnológicas estarem cada
    vez mais presentes como métodos educacionais.
    Gostei do texto em geral, foi bem interessante ^_^

  26. Ricardo Palito (Lic. Quinta 2008) Says:

    Olá Professor!

    Confesso que para mim Tecnologia Educacional era justamente o que nao é: Parnafenálias eletrônicas que auxiliam o ensino. Partindo só deste aspecto ja valeu a leitura. Mas serviu para muito mais, como identificar realmente o papel Tecnologia na educação uma questão de idéias e imaginação.
    Não poderia deixar de elogiar o reconhecimento de suas experiências não muito felizes com seus blogs anteriores.

    Abraço

  27. Analia Romanato (4APGN) Says:

    Olá, Mestre!

    TECNOLOGIA=FERRAMENTA + IMAGINAÇÃO! GOSTEI!
    Acredito então, que tecnologia é uma nova ferramenta que serve para ensinar e aprender, mas que deve estar impreterivemente associada a criatividade, imaginação, como diz o texto. Ou seja, para que sua utilização se torne eficaz no processo de aprendizagem devemos entender a tecnologia apenas como instrumento em nossas mãos e, que o poder transformador, inovador pertence a nós. Para isso, penso eu, que devemos nos entregar a ela. Como? Brincando, pesquisando, descobrindo e assim passar a entender cada vez mais a tecnologia e poder explorar seus recursos em benefício da educação.

    Um grande abraço!

  28. ARETI COLLARO Says:

    OI, professor Jarbas!
    O texto acima parece que foi lido e exemplificado pelos jornalistas do ESTADÃO. A reportagem que aparece no caderno LINK, tem tudo a ver com que o senhor escreveu. Trata de como os computadores são usados em escolas, principalmente, públicas sem que os professores fossem ao menos orientados de como fazë-lo. Simplesmente são usados como reprodutores de livros ou ainda para cursos de informática, sem dinamismo. Desta forma não proporcionam interesse nos alunos. Em algumas escolas particulares o uso é mais um instrumento, usado simultaneamente com o livro. Fazem provas, exercícios diretamente em computador. As aulas são mais dinämicas. Isto também acontece por medo de alguns professores em inovar, ou assumir perante os seus alunos que desconhecem determinada ferramenta. Com isto perdem a grande chance de trocarem informações.
    Um abraço.

  29. Deise Soares Says:

    Olá, professor Jarbas!

    Concordo que a tecnologia pode ser usada como uma ferramenta educacional, mas jamais substituirá um professor em sua atuação.
    Para aqueles que são comprometidos com o êxito de ensinar é necessário relacionar as novas tecnologias com a diversidade de recursos metodológicos: livros, revistas e etc.
    Não podemos esquecer que em uma relação de professor e aluno, ambos aprendem e ensinam, o que não ocorreria com uso indispensável da tecnologia.
    Assim como você diz no texto, “a TV, o computador (ou outro meio qualquer) é apenas uma ferramenta, o que importa é saber como usá-la”.

  30. Rosangela Says:

    Esse texto deixa bem claro a sua definição de Tecnologia, do que adianta se ter a ferramenta e não ter imaginação, um exemplo que você dá no texto deixa bem claro isso, a aula de geografia no interior do avião, o educador tem uma excelente ferramenta, mas não soube tirar o melhor dela.
    Não adianta investir em tecnologia, se o usuário não tem preparo para usar a ferramenta.
    Licenciatura – sexta

  31. Priscila (LIC. SÁBADO) Says:

    Gostei muito, esse texto faz um link com “a importâncai da escola”. Devemos observar que não exite milagre em educação, mas um bom resultado vindo de grandes esforços e pesquisas.
    Ótimo texto o dividirei com meus colegas do bacharelado!

  32. Leandro Souza Says:

    Boa tarde professor.

    Conclui hoje a leitura de seu artigo, porventura muito bom ao dizer que o docente tem que ter imaginação ao usar as TICs que estão à disposição. Agora, aquele trecho em que o senhor diz que simpatiza com o menino das cavernas, hahaha, sempre que lembro dou risada sozinho.
    Agora professor falando sobre TICs, qual a sua opinião sobre os cursos EAD, que, na minha opinião surgem a cada clique do “mouse”, pois, (assim creio; não tenho muito conhecimento no assunto) o MEC não dispõe como devem ser fiscalizados tais cursos, somente “ditam as regras” de como devem ser oferecidos: tutores, apostilas quando necessário, etc. O que o senhor acha dessa mercantilização do ensino superior a distância? Na minha opinião, esses cursos não logram êxito, bem, “a priori” é o que penso.

    Abraço de urso professor e até breve.
    Leandro.

    PS: Mudei o horário da aula professor, era aos sábados agora será às quintas-feiras.

  33. Felipe Franco Says:

    BOm li a matéria e achei bem interessante!!
    Quanto mais tecnologia e avanços materias , naturais e outros
    podemos perceber que estaremos sempre dando um jeito para burlarmos nossos esforços para conquistar algo e etc…

    Avançamos com a tecnologia nao pq queremos mais sim pq somos obrigados, agora temos que ter tecnologia mais com imaginaçao e nao deixarmos o pc fazer tudo por nóis……

    BOM CURTI O TEXTO PULEI ALGUMAS PARTES POIS CHEGO TARDE E FIKO COM SONO LENDO A NOITE..

    MAIS VLW SEMPRE QUE PUDER VOU LER OS TEXTOS ….

    ABRAÇO PROFESSOR…FUI….

  34. Fernanda Magalhaes LIC -sexta Says:

    Oi!

    Li o texto e foi bastante interessante, pois mudou minha visão sobre a tecnologia usada como um meio de promover a aprendizagem… meu conceito era mais próximo do instrumentalismo do que a prosposta do texto… De maneira geral gostei, mas ainda não tenho bem definos os conceitos, são muitas informações… acho que o principal é entender que a tecnologia sem a imaginação não é nada, a não ser apenas o uso de equipamentos modernos!

    Até mais.

  35. Luciane Alvarenga (LiC - sexta) Says:

    Olá!!
    Particularmente gostei bastante do texto. Acho que assim como eu, muitas pessoas tem a idéia de que tecnologia é usar equipamentos de última geração, e não é bem assim! Achei o texto esclarecedor nesse sentido!

    Boa tarde.

  36. Maíra Ferri - lic sexta Says:

    Boa tarde…

    Muito bom o texto… Gostei muito… uma visão bem diferente do que costumo ver por ai… diferente inclusive da minha! Depois deste texto sem dúvida: TECNOLOGIA= FERRAMENTA + IMAGINAÇÃO!

    Até Prof.

  37. Felipe Says:

    A provocação pretendida foi alcançada com o texto. Durante a leitura associei algumas das situações ilustradas com experiências vividas e questionei a qualidade de alguns aspectos do trabalho de meus antigos professores, colegas e até a de minhas próprias realizações.
    A pequena passagem relacionada à literatura foi a que mais me intrigou. Há algum tempo tenho estruturado um conceito de que o grande empobrecimento da visão que os cidadãos, de uma forma geral, têm sobre a literatura é a pretensão cientificista que é tendência em toda a sociedade, mas sobretudo no ambiente acadêmico. Creio que a tentativa de “materializar” a produção intelectual e o aprendizado têm feito do equipamento um grande obstáculo para a absorção do conhecimento, uma vez que é apreendida a imagem com que o conhecimento se apresenta, mas não sua essência. Para retomar a idéia de empobrecimento, sob meu ponto de vista, o apelo sinestésico tem sido uma forma de mascarar a pobreza do discurso (refiro-me à exposição de conceitos e à comunicação) de mestres e alunos.

  38. Elisa Kerr Says:

    Olá Jarbas,
    Resolvi passar por aqui hoje e me surpreendi com tanta novidade. Gostei muito desse artigo, em especial, e de muitas outras coisas que vc está trabalhando por aqui.
    Um abraço
    Elisa.

  39. Elaine (4APGN) Says:

    Gostei muito do texto e concordo em genêro, número e grau…rsrsrs
    A tecnologia está na cabeça das pessoas. O exemplo da sala de aula dentro de um avião ilustra bem a falta de imaginação e criatividade de como explorar algo que enriqueceria demais as aulas de Geografia dos alunos. Este é o nosso desafio como educadores de uma geração tão desinteressada pela sala de aula tradicional – usar a criatividade é um dos pontos fundamentais da questão. Mas, outro ponto crucial é usar a imaginação sem ligar educação e diversão, já disse nossa colega Elisabeth Radis “a educação deve ser prazerosa e não divertida, afinal estudar é coisa séria.”

  40. Caroline Zanelli Says:

    Olá prof.

    Gostaria que, se possivel, o senhor enviasse as histórias de contos de fadas de todos os grupos. Achei muito interessante e quero trabalhar com a sala que estou realizando meu estágio. Conversei com a prof e ela adorou a ideia.
    Quero aproveitar e parabeniza-lo pelas suas aulas. Estou adorando e muito feliz em saber que a profs. como o senhor que querem mudar esse sistema de ensino.

    Abraços

  41. Juliana Lima (Lic. Sexta) Says:

    Oi, prô,
    Li o texto na íntegra e percebi que o senhor expõe vários pontos relevantes sobre Tecnologia e Educação. Realmente, não adianta apenas transferir o que está no papel para a tela do computador e nem adianta deixar o aluno num laboratório, pois com o acesso a internet, ele não prestará atenção na matéria dada, pois estará logado no msn com os amigos ou vidrado em jogos eletrônicos. Gostei da citação sobre o Livro “1984 do Orwell” e o “Admirável Mundo Novo”. Li o primeiro e até indiquei-o no nosso primeiro dia de aula, pois a tecnologia daquele mundo era algo realmente massacrante, entretanto, fiquei morrendo de vontade de ler o segundo. (Nas férias vou procurá-lo, porque durante as aulas, já basta os quais tenho que ler por livre e espontânea pressão).
    Hoje, como aluna de letras e futura professora, tenho várias incógnitas sobre esta questão, afinal, deveremos encontrar algo muito tênue, entre a diversão e o conhecimento, a dinâmica e a teoria, o aprender e sem cansar. Temos um grande caminho a percorrer, mas espero que eu consiga utilizar a tecnologia com os meus alunos, assim como você, pois neste momento estou dando uns 10 minutinhos de trégua no trabalho e ao invés de entrar num site de fofocas, vim dar minha opinião sobre um texto dado pelo meu professor… E o melhor de tudo: Ele lerá e poderá comentar exclusivamente para mim. Isto é simplismente fantástico!!!
    Até mais tarde, prô!!!

  42. Rafael Tadeu Says:

    Olá Professor primeiramente desculpe por estar comentando o texto somente agora mas foi o tempo que consegui.
    Bom a respeito do texto achei que a ligação entre tecnologia e educação é bem demonstrada, pois muito pensam que é só gravar um dvd com todas as matérias de todos os anos da escola e colocar e pronto…todos estão ensinados. O ensino deve ser relacionado com tecnologia quando for para o bem maior e quando for bem relacionado porque a tecnologia querendo ou não é mais prazerosa do que um quadro negro, mas ainda não é eficiente o suficiente para substituir o material “HUMANO”. Um filme você pode pular partes que você não gosta e o material “HUMANO” não, você tem que ver aquilo gostando ou não para poder absorver os assuntos.

    Abraços…

  43. Aline Nascimento(licenciatura - turma sexta-feira) Says:

    Jarbas,

    Boa Noite!

    O texto traz uma mensagem de alerta a todos os orientadores, pois muitas vezes temos as ferramentas para trabalhar, porém não temos a imaginação para usa-la. Uma vez que tecnologia = ferramenta + imaginação. Usando esta fórmula podemos trabalhar com uma ferramenta de muitas maneiras , ajudando no aprendizado do aluno, contribuindo para o bom desenvolvimento de um determinado grupo.

  44. Neila Oliveira (lic. sexta-feira) Says:

    Olá, Profº Jarbas!

    O artigo “Tecnologia é Informação” é muito interessante e aponta para aspectos na área da tecnologia educacional que nós, estudantes, não percebíamos. O texto revela que podemos utilizar a Web como auxilar no
    processo da educação, uma ferramenta que serve para melhorar a comunicação e interatividade, e não apenas uma transferência para o modelo didático convencional. Outro ponto que nos chama a atenção é que hoje realmente o que mais os meios de comunicação nos transmitem é o entretenimento sem conteúdo, mas com muita diversão, o trecho que é citado diz tudo sobre isso: “Tudo está programado. Pouca coisa deve ser aprendida. Os recursos tecnológicos resolvem a priori todas as dúvidas e garantem doses diárias de prazer”. Concordo também que a educação deve ser prazerosa, mas não necessariamente divertida. O que garante o bom ensino é o conjunto de várias possibilidadades que professores como o Sr. oferece, por exemplo o seu blog interagindo com alunos, autores e outros blogs e a tão chamada Imaginação que pode ser diferente e Imaginada por cada um de diferentes maneiras.

    Abraços

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