Bar do Zé

 

Um dos botecos mais famosos de São Paulo é o bar do Zé. O estabelecimento deve ter um nome comercial, mas ninguém sabe. A casa, situada na rua Maria Antônia, foi um ponto de encontro dos estudantes da Filosofia da USP nos velhos tempos. Até hoje, o bar do Zé é um endereço obrigatório para muitos boêmios famosos e anônimos da cidade de São Paulo. Já vi lá políticos, artistas, e intelectuais. Mas o melhor encontro que tive no bar do Zé foi uma noitada com João Pacífico, compositor, entre outros, do clássico Cabocla Teresa. O velho era muito bom de copo e de estórias. Inesquecível.

13 Respostas to “Bar do Zé”

  1. Ed Says:

    Olá Jarbas,

    Muito obrigado pelo comentário lá no Boteco, sou blogueiro desde os 16 anos e utilizo essa ferramenta para fazer uma das coisas que mais gosto, escrever e fazer amizades.
    Fiquei muito contente ao ler a tua mensagem, sou de São Paulo e tive essa idéia porque para mim o boteco é o ambiente descontraído onde as pessoas conversam de tudo e de todos, um bom nome para o meu espaço. Tive essa idéia depois de conhecer alguns botecos com aquele clima de boemia aqui em São Paulo.
    O Boteco do ED está começando agora, ainda somos iniciantes e terei o maior prazer em tê-lo como freguês. Depois que li o teu comentário tive a inspiração para uma nova postagem que vou escrever daqui a pouco. Obrigado também por mencionar nosso boteco aqui no teu boteco, é assim que vamos ajudando uns aos outros nesse mundo de letras e postagens. Você já está nos meus favoritos, achei essa idéia do Boteco Escola muito interessante e que vale a pena, estou pensando em adicionar uma lista de parceiros do Boteco do ED já que somos muitos botequeiros pelo mundo afora, considere-se nela também.
    Obrigado mais uma vez por visitar O Boteco, volte sempre porque eu também vou voltar.

    Seja bem-vindo!

    Um grande abraço,

  2. Luciana Raspa Says:

    Quando o professor comentou sobre o nome do blog em sala de aula, eu achei criativa a idéia. O nome do blog é muito legal, pensando nos encontros dos estudantes para comentar sobre o dia e atividades em um papo descontraído num boteco…
    Mesmo sabendo que a idéia não é original, acredito que foi válida e, agora nos comunicaremos pelo “nosso” blog!!!!!
    Luciana Raspa

  3. Luciane R. Coronado Says:

    Olá Professor Jarbas,
    Gostei muito de saber um pouco mais sobre os blogs, acho que apartir de agora visitarei muitos deles de acordo com meus assuntos favoritos. Também irei criar o meu próprio blog é claro, mas por enquanto conto sua ajuda ok?
    Luciane.

  4. Maria Says:

    Caro professor Jarbas, gostaria muito de saber mais sobre essa tecnologia nova que criar blog, só que, por mais que eu queira não consegui ainda ser amiga dessa tecnologia, o que posso fazer para me aperfeiçoar nessa novidade virtual? Ao entrar nesse blog, deparei-me com um comentária seu sobre o boteco do Ed, percebi o quanto você se identifica nesse ambiente. É sinal que, quando você se encontra no boteco, sente-se acolhido por seu grupo de amigos. Obeservei também o quanto é importante à uma pessoa esses momentos de distração e de descontração depois de um dia trabalho cancaço fadicante.
    Um abraço amigo.
    Ir. Maria

  5. Antonio Morales Says:

    Durante o tempo que morei em Sampa, na década de 70 e depois, quando viajava para lá, tive a felicidade de frequentar o Bar do Zé, muitas e muitas vezes. Ontem mesmo comentei com um amigo, aqui em Bauru, onde moro, enquanto sorvíamos uma cervejinha bem gelada em
    um boteco local, a Cachaçaria Água Doce, sobre a quantidade de “loiras” geladas que consumimos no Bar do Zé. O lugar foi fundamental para solidificar amizades, mas também para estabelecer rancores duradouros! Mas com certeza nós não seríamos os mesmos sem o Bar do Zé!

  6. Carlos Seabra Says:

    Saudades do Boteco do Zé quando trabalhava no Senac e ia lá comer um dos deliciosos sandubas ou molhar a garganta com as geladinhas cervejas de lá e os papos com os colegas e amigos!

  7. Fátima Says:

    Olá, Jarbas
    Infelizmente, não freqüento mais botecos. Não bebo, mas gosto! Fiquei saudosa porque lembrei-me de um que eu costumava ir com amigos na Lapa quando cursava a Faculdade de Letras na Avenida Chile. Bons tempos.
    Abraços.

  8. Fátima Says:

    Olha eu de novo aqui.
    Fiz uma leitura rápida e penso que consenso é a palavra-chave.
    Comecei a blogar num curso de Informática Educativa específico para a criação de blogs. Faz dois anos. Fui logo criando três: dois para postar trabalhos das escolas onde trabalhava, Blogstórias e Blogstórias Infantis, e um para professores, Blogstórias Essenciais. Veja como sou exagerada! Sem experiência, comecei pelo Ig, provedor da Velox. Isso já me causou problemas sérios porque queriam a minha senha! Tudo isso sem laboratório de Informática. Trabalhava em casa. Fiquei satisfeita porque apresentei os dois trabalhos para professores da rede num evento no Colégio São Bento. Por outro lado, não condegui apoio dos gestores e professores, nem para comentários no blogs, nem para publicação do livro dos alunos. Somos de uma geração que não sabe compatilhar. Quando fazemos um trabalho diferente, pensam que queremos aparecer ou tomar o posto do outro. Fiquei desiludida e só venho mantendo aquele último. Quando o laboratório ficar pronto, se ainda estiver na escola, volto a trabalhar com os alunos.
    Nesses dois anos, já perdi muitos contatos, muita gente já desistiu e parei de comentar blogs políticos-partidários. Estes são os mais famosos, mas, como sou bem transparente, comecei a me aborrecer com dono e seus visitantes. Rsss
    Jarbas, posso dizer que hoje sou blogueira, sim senhor.
    Abraços.

  9. Bee Says:

    Que delicia esta recomendacao, Jarbas
    Desculpe – ainda nao descobri como fazer funcionar os acentos no meu novo Mac.
    Os botecos na vida real tem muito a ver com blogs no virtual. Sao espacos onde a gente conversa, reflete, viaja, conta, conecta com outros, aprende, filosofa, extrapola, enfim…vive online.
    Um grande abraco e saudades. Precisamos nos encontrar (no boteco).

  10. Antonio Morales Says:

    O Bar do Zé recebia também muitos artistas, músicos e pessoal do teatro de passagem pelo Sesc Consolação, alí encostado, que para lá iam após a peça ou show. Um dos que me lembro bem foi o Zé Keti, o autor da famosa Máscara Negra entre outros sucessos. Foi prá lá acompanhado dos músicos de sua banda levado pelo pessoal do Sesc. Foi uma zoeira!

  11. Rosana Fachin Says:

    Não sei se todos que viram o filme Cartola repararam mas o Bar do Zé é mencionado. Para quem ainda não viu, é só prestar atenção no depoimento do Pelão (produtor musical). Ele menciona o Bar do Zé no seu roteiro pela boemia paulista.

  12. jarbas Says:

    É isso mesmo. O Pelão é freguês de carteirinha do Bar do Zé. Conheci a figura no estabelecimento ainda nos anos setenta, em companhia do saudoso Jairo de Oliveira. O Jairo tinha sido colega da Cidinha, irmã do Pelão, no curso de pedagogia da USP.
    Acho que o Pelão conserva ainda umas manias extraordinárias. Uma delas: jamais segurar um copo de cerveja com a mão entrando em contato com as laterais do copo. Por essa razão ele desenvolveu uma técnica muito pessoal de segurar copos de cerveja: o polegar apóia-se na borda e o mindinho apóia-se levemente no fundo, com a mão num arco, reduzindo assim o contato manual que poderia esquentar muito depressa a loira bem gelada. Não sei se funciona, mas é um modo muito elegante de beber cerveja. Abraço, Jarbas.

  13. Ana Lúcia de São Roque Says:

    Frequentei o Bar do Zé nos anos 70. Estou procurando também um frequentador desta época, o Ito. Alguém tem alguma notícia dele?

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