056. Computadores e Educação – entrevista para o CENPEC

Em 2008, fui entrevistado pelo CENPEC  – Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária. A idéia incicial era a de que minhas respostas seriam utilizadas parcialmente de acordo com decisões da jornalista que estava fazendo uma série de matérias sobre o tema. Como me dediquei bastante nas respostas e acabei produzindo um texto que os editores acharam interessante, o pessoal do CENPEC resolveu reproduzir integralmente minha entrevista. Tive, no caso, a companhia do Waldemar Setzel, outro entrevistado cujas respostas foram publicadas na íntegra.

Já faz tempo que o CENPEC retirou as entrevistas de seu site. Por essa razão, resolvi agora publicar aquela velha entrevista aqui. Acho que ela ainda tem alguma atualidade

 

Entrevista para CENPEC

 

 

1. Quais os principais argumentos favoráveis ao uso dos computadores em sala de aula?

[Jarbas] Há muitos argumentos. Apresento apenas dois. Os computadores são, cada vez mais, instrumentos que facilitam (1) acesso a informações e (2) realização de múltiplas tarefas em todas as dimensões da vida humana.

Ao falar de informação não estou pensando apenas em facilidades para obtê-las. Estou pensando nas facilidades que os computadores podem trazer para que nossos alunos avaliem e transformem informações. Além disso, estou pensando também na riqueza e variedade de informações que o tratamento digital proporciona. Há uma mudança que ainda não aprendemos como aproveitar em educação: imagem, som, movimento, representações manipuláveis de dados e sistemas (simulações), todos integrados e imediatamente disponíveis, oferecem um novo quadro de fontes de conteúdos que podem ser estudados, manipulados, pesquisados e transformados em processos de aprendizagem. Toda essa riqueza está disponível por causa dos computadores. Precisamos apenas de encontrar modos criativos de aproveitá-la.

Quase tudo que fazemos hoje – trabalhar, comprar, viajar, divertir-se etc. – tem apoio de sistemas computacionais. Os computadores podem imitar e substituir boa parte das atividades humanas, e muitas das imitações computadorizadas de fazeres humanos são uma mão na roda para economizar tempo, diminuir riscos, oferecer maior controle e segurança, liberar pessoas para atividades mais criativas etc. É claro que essa qualidade dos computadores não pode ficar ausente das salas de aula.

Na sua pergunta há uma expressão que me agrada: ”computadores na sala de aula”. Estamos mais acostumados à idéia de “computadores na escola ou na educação”. E no cotidiano escolar, as novas máquinas têm um destino fatal: o laboratório de informática. Esta é uma solução infeliz. O laboratório é uma novidade que não se integra à vida da escola; e a sala de aula continua a ter a mesma arquitetura de um “escritório” do final da Idade Média. Você já reparou que o local de trabalho mais informatizado de nosso mundo –os bancos – não tem laboratório de informática?  Os computadores foram incorporados às rotinas bancárias. Mas não foi só isso. A arquitetura de interiores das agências bancárias sofreu mudanças radicais. Se voltassem à vida, meus avós não reconheceriam os bancos de hoje, mas diriam que as salas de aula são as mesmas que conheceram no final do século XIX.

Entendo que os computadores precisam ir para as salas de aula. Não para virar cadernos eletrônicos sobre a mesa do professor e carteiras dos alunos. Eles precisam ir para uma sala de aula inteiramente transformada. Usos conseqüentes de meios digitais em educação deveriam transformar inteiramente a arquitetura interna das salas de aula.  Este é um desafio que precisamos considerar seriamente. Caso contrário, continuaremos a fazer um uso muito pouco eficiente dos computadores em educação. Se os computadores forem para as salas de aula na direção que proponho aqui, as carteiras escolares seria a primeira coisa a desaparecer do ambiente. Não seria necessário que cada aluno tivesse um computador. As máquinas poderiam ser alojadas em estações de trabalho a serviço de projetos coletivos dos alunos. Máquinas portáteis poderiam ser deslocadas no espaço de acordo com as necessidades de trabalho. É claro que seria necessário organizar o espaço para projeções. Outra coisa: seria muito bom contar com recursos de som que não ficassem reduzidos individualmente a cada máquina. Os móveis da sala de aula, uma vez eliminadas as carteiras escolares, deveriam ser algo bem confortável. Aliás, em vez de sala de aula, o ambiente físico de aprendizagem deveria ser transformado num “laboratório” (um local de produção de saberes). Sugiro aqui apenas uma direção, mas acho que é preciso fazer um sério estudo de arquiteturas de interiores para redesenhar completamente os ambientes de aprendizagem. Não tenho notícia de que alguma faculdade de educação já tenha considerado esta necessidade. Uma pena!  

2. De que forma os computadores devem ser utilizados em sala de aula para que eles atinjam todo seu potencial como ferramenta educacional? Quais as aplicações mais promissoras?

[Jarbas] Minha primeira resposta é: não sei. Essa ignorância é um grande limite e uma vantagem. É um grande limite porque ninguém pode afirmar com certeza quais são os melhores caminhos para usos dos computadores em educação. É uma grande vantagem porque nesse campo de ignorância geral todos estão autorizados a buscar soluções. Neste último caso, a possibilidade de escapar da tirania dos especialistas é um grande refresco: todos os professores podem se sentir qualificados para a tarefa. E isto é muito bom, pois a questão do uso de computadores em educação não é um problema de informática, é um problema de educação.

Esta minha primeira observação soa como uma crítica aos especialistas. E é. Comecei a trabalhar com uso de computadores em 1982 . De lá para cá muita coisa mudou. Grandes promessas de uso da informática em educação simplesmente sumiram de cena. Milagres prometidos por gurus respeitáveis nunca aconteceram. Por isso, olho com muita desconfiança para os atuais especialistas, aqueles educadores encarregados de administrar o laboratório de informática. Eles são bem intencionados. Fazem um trabalho meritório. Mas, no geral, intimidam os professores. Estes, quase sempre rotulados tecnologicamente ignorantes e contrários às mudanças, são levados a pensar que precisam recorrer a especialistas em”informática educativa”. Com isso, ótimos professores deixam de ingressar no mundo das TIC’s.

Agora que fiz a necessária ressalva, posso dar alguns palpites que devem ser vistos com muita cautela (sou apenas um especialista que não tem grandes certezas sobre o assunto). Num artigo recente [1], utilizo a seguinte definição: tecnologia = ferramenta + imaginação. Acho, portanto, que usos educacionais de computadores somente serão conseqüentes se os educadores descobrirem formas imaginativas de empregar recursos digitais em seu ofício. Para clarear isso, recorro a um exemplo. Os processadores de texto existem há muito tempo. Hoje todo mundo conhece e usa um deles: o Word. Costumo perguntar a meus alunos de licenciatura como é que o Word pode ser utilizado em educação. A respostas não vão muito além de um “trabalhar redações” ou “utilizar os corretores ortográficos para conversas sobre ortografia e sintaxe”. Falta imaginação. Mas há saídas. Uma delas é a de adaptar a antiga proposta de redação colaborativa à produção de textos no Word. Basicamente essa proposta consiste na criação de um início de texto cujo término é uma  situação que se abre para dois ou mais caminhos. Os alunos são convidados a continuar o escrito. Após uns dez minutos de trabalho, todos os escrevinhadores trocam de máquina e se vêem desafiados a continuar a história. A troca de máquinas acontece por mais umas quatro vezes, na última delas com uma orientação para finalizar o texto. Essa atividade antes era feita com papel e lápis. No processador de texto ela oferece a possibilidade de tornar a produção mais dinâmica e ”profissional”. Com isso, sem qualquer mudança em sua estrutura, o Word passa a ser um belo instrumento para incentivar redações. Bons professores, se associarem criativamente redação cooperativa e Word poderão fazer trabalhos muito interessantes.

Com o exemplo dado atrás, creio que deixei claro que o potencial dos computadores em educação depende muito da imaginação dos docentes. Aplicativos genéricos como processadores de texto e planilhas eletrônicas podem gerar atividades muito interessantes. Mas essas possibilidades não são óbvias. Elas dependem muito de criatividade dos educadores.

Você pergunta “quais aplicações são promissoras?”. Vou aproveitar a questão para levantar uma lebre que anda esquecida. Como podem imitar quase tudo, os computadores são ótimos para oferecer aos aprendizes ambientes de simulação onde é possível verificar teorias, testar hipóteses, conduzir experimentos “frios” (sem perigos de qualquer ordem para o experimentador, para o meio ambiente e para outras pessoas), realizar descobertas, confrontar diferentes pontos de vista etc. Tudo isso pode ser concretizado por meio de boas simulações. Tais simulações dependem da construção de modelos que permitam representar com bastante fidelidade as dimensões de mundo que os alunos poderão manipular. Mas faz muito tempo que eu não vejo notícias sobre a construção de modelos consistentes que possam ser utilizados em simulações no campo da aprendizagem. Talvez a explicação para isso seja a de que tais modelos exigem muito investimento.

Modelos de representação de mundos, para dar mais vida a jogos eletrônicos ou para facilitar processos de pesquisas geológicas, continuam a ser desenvolvidos. No primeiro caso, sucesso de vendas no mercado pagará o necessário investimento. No segundo caso, a possibilidade de descobrir mais um campo de petróleo garante os milhões necessários à empreitada. Já em educação, parece que os órgãos financiadores não entendem os benefícios dos bons modelos.

Vivi o problema. Durante cerca de cinco anos, uma equipe que eu coordenava desenvolveu um modelo de simulação no campo da microbiologia (o Microguerra). No caminho tivemos que aprender muita coisa, entre elas como modelar uma simulação. O projeto envolveu, em diferentes fases, dezenas de colaboradores. Depois de muito trabalho, estávamos prontos para criar um programa que lidaria com cerca de cento e sessenta variáveis de um modo bastante parecido com as muitas possibilidades de relação entre microorganismos e hospedeiros humanos [uma versão preliminar de nossa simulação já permitia o desenho de milhares de diferentes tipos de bactérias e vírus, além de alguns milhares de perfis de pacientes humanos]. Senti que estávamos prontos para produzir a versão final. Fui conversar com as autoridades que poderiam liberar o necessário financiamento. Recebi uma ordem: aborte o projeto. Motivo: eu disse a quem de direito quanto custaria produzir a versão final do Microguerra.

Simulações baseadas em modelos bem fundamentados do ponto de vista científico são, na minha opinião, o que há demais promissor para usos educacionais de computadores. Mas não tenho expectativa de que os necessários investimentos para tanto venham a ser feitos sem grande cobrança dos educadores. Registro isso aqui na esperança de que o tema saia do limbo em que se encontra.

As dificuldades para conseguirmos convencer a quem de direito da necessidade de investimentos em modelos que possam gerar simulações expressivas para fins de aprendizagem, não são motivo para ficarmos de braços cruzados.  Há muita coisa que pode ser aproveitada imediatamente. E são promissoras num outro sentido: exigem quase que apenas criatividade e imaginação dos educadores. Neste momento, acho que as melhores promessas são as tecnologias da informação da Internet. Para aproveitá-las, podemos contar com modelos de organização de informações com WebQuests, WebGincanas, HotLists etc. Podemos trabalhar com blogs e com Wiki. Podemos desenvolver projetos colaborativos que utilizem plataformas de comunicação como e-mail, listas, grupos de discussão, fóruns etc. Nenhuma dessas possibilidades funciona automaticamente. Elas precisam ganhar vida a partir de propostas educacionais imaginativas. Insisto: tecnologia = ferramenta + imaginação.

3. Em seu blog, o sr. publicou uma frase de Neil Postman que diz:

As TICs já venceram a batalha, não adianta continuar a luta contra elas, cabe agora discutir os termos de rendição?

O que o faz crer que a incorporação das TICs pela educação é um processo irreversível?

[Jarbas] A escola até pode ignorar, com já fez num certo sentido com a televisão, as novas tecnologias d informação e comunicação. Mas as TIC’s continuarão a ocupar espaços cada vez maiores no mundo em que vivemos. Os educadores não souberam ou puderam usar bem o cinema ou a TV na escola. Mas estes meios tiveram (e têm) um papel importante na vida de todo mundo.

Novas tecnologias mudam tudo. Exigem espaço e grana. Combatem e até aniquilam as velhas tecnologias. Isso é um processo histórico irreversível. Precisamos compreender o que acontece. Ver quais são os prejuízos, quais são os ganhos. Precisamos não nos iludir com falsas promessas [coisa que os vendedores de máquinas e de sistemas fazem com muita freqüência]. Precisamos vencer sentimentos de admiração que nos impedem de avaliar com clareza e equilíbrio o potencial dos novos meios de comunicação. A rendição à qual se refere Neil Postman caminha nessa direção: nem deslumbramentos ingênuos, nem críticas inconseqüentes. Se usar uma linguagem militar, a gente pode dizer que é necessário preparar-se para uma rendição negociada, não uma rendição incondicional. Desta forma ganharemos espaço para evitar a perda de algumas das virtudes das velhas tecnologias. Há muito mais o que dizer sobre rendição nos termos sugeridos por Postman. Mas devo parar por aqui. Sugiro aos interessados que leiam alguns dos livros dele.

Como disse no início, a escola até pode ignorar as novas tecnologias, mas estas continuarão a fazer a cabeça das pessoas fora da escola. Continuarão a exercer um papel importante na formação de identidades, na ocupação do tempo livre, na comunicação pessoal e profissional etc. Assim, mesmo que as escolas não usem TIC’s intencionalmente, os novos meios de comunicação já estarão presentes nos ambientes de aprendizagem. Neste sentido, o processo é irreversível, pois ele já domina dimensões importantes das vidas dos cidadãos. Deixa a educação de fora é uma atitude pouco inteligente.

4. O que o sr. achou do estudo realizado na Unicamp que aponta queda de rendimento dos alunos que usam os computadores para realizar as tarefas escolares?

Não analisei o estudo realizado por pesquisadores da Unicamp. Vi notícia veiculada pelos jornais. Vi também alguns protestos veiculados por listas e blogs.

Pelo que me lembro, os dados da pesquisa revelam um fenômeno que não é estranho. Os estudantes observados usam o computador para suas tarefas escolares num ambiente que tem apelos muito mais atrativos que as tais tarefas. A questão lembra comentário que li recentemente nos blogs de Bernie Dodge (o educador que criou o modelo  WebQuest) e de seu filho, Alex (estudante de ciências do conhecimento na Universidade da Califórnia em San Diego). Alex conta que deixou de levar seu laptop para as aulas. Motivo: as muitas atrações, ao alcance de um clique em sua máquina, não deixavam que ele se concentrasse nos assuntos estudados e discutidos na sala de aula. Bernie aproveitou o depoimento do filho para chamar a atenção para aspectos motivacionais ligados ao uso de computadores em tramas de aprendizagem. Vale observar que Alex usa computadores desde seus três anos de idade. Tem um pai que é referência internacional no campo da informática e educação; e uma mãe que assessora escolas e hospitais em usos instrucionais da informática. Apesar disso (ou talvez por isso), percebeu que a ferramenta que usa com muita freqüência pode ser um impedimento em algumas situações de estudo.  Não basta acesso a computadores. É preciso contar com propostas que engajem os alunos em aventuras de aprendizagem que valham a pena.

O episódio da pesquisa da Unicamp merece atenção. Há muita gente que pensa que simples uso de computadores fará milagres de aprendizagem. Bobagem. Novos meios exigem novas maneiras de apresentar informações, de propor trabalho, de sugerir caminhos. Exigem uma nova alma. Sem isso, a concorrência de jogos, filmes, músicas, comunicação com amigos, fofocas de todos os tipos ganharão facilmente a atenção dos estudantes. Os trabalhos escolares no caso serão feitos apenas para cumprir tabela. Não há nada de estranho nisso. Dificilmente os alunos aprenderão mais e melhor num cenário assim. Eles farão no computador as tarefas escolares sem vontade e sem capricho.

Há aqui um alerta importante para pais e escolas. Os vendedores prometem paraísos de aprendizagem com a compra de máquinas e serviços de distribuição digital de informações. Ferramentas não garantem per se bons resultados. No caso das escolas, o investimento mais necessário não é o de máquinas e equipamentos, é o de capacitação dos educadores e da criação de novos ambientes de aprendizagem. No caso das famílias, os pais geralmente têm uma visão mágica dos computadores, ignorando que além de máquinas é preciso que seus filhos tenham desafios que justifiquem dedicação em produções apoiadas por computadores. 

5. Como o sr. vê as críticas que alguns especialistas fazem ao uso dos computadores na escola, dizendo que as máquinas forçam um pensamento abstrato que não é próprio para as crianças e que os aparelhos prejudicam a imaginação e levam à indisciplina mental? Quais seriam as formas de atenuar possíveis danos que os computadores podem acarretar às crianças devido ao seu uso indiscriminado?

 

[Jarbas] Acho que o teor abstrato de funcionamento de computadores é uma questão programática, quase sempre invisível para quem usa tais máquinas. Neste sentido. Não vejo qualquer prejuízo que uso das máquinas possa trazer em termos de criatividade ou imaginação.

 

 Talvez o tipo de raciocínio que permite programar – apelidado de raciocínio instrumental pelo cientista Joseph Weizenbaum – limite modos de apresentar conteúdos e sugerir atividades para os estudantes (crianças, jovens ou adultos).  Weizenbaum critica bastante o entendimento de que vale a pena considerar apenas aquilo que é programável. Idéias parecidas foram levantadas por outros autores. George Miller, por exemplo, num artigo que escreveu sobre usos educacionais de computadores no início de dos anos de 1970, observava que um mau caráter assistido por um computador não deixa de ser um mau caráter. Há dimensões da experiência humana que não são programáveis. Tais dimensões, na visão de gente como Weisenbaum e Miller, cientistas que conhecem e usam computadores em seus ofícios, não podem ser deixadas de lado. Esta é uma discussão importante quando se quer conversar sobre usos educacionais de computadores.

 

Não tenho nada a propor para atenuar possíveis danos que usos indiscriminados de computadores possam causar. Acho que é mais adequado prevenir. Do lado dos educadores (professores ou pais), é preciso evitar deslumbramentos e propor atividades que impliquem em aprendizagens em uso de outros raciocínios que não o instrumental.  Do lado dos pais é preciso fazer boas escolhas para não cair no erro de que simples presença da máquina em seus lares produzirá herdeiros mais inteligentes.

 

Há coisas muito simples que não podem ser deixadas de lado. Desenhar à mão é uma delas. Nada substitui o sentimento de usar o próprio corpo para criar representações do mundo. Desenho, dança, esporte, canto, produção de ritmo etc. não cabem em computadores, mas são dimensões importantes de humanidade.

 

Em termos mais amplos, a questão que estamos abordando é de foco. Quando o foco é tecnologia, o uso de computadores é pensado como parte de um sistema em que gente é um dos elementos. É preciso estar atento para isso e insistir em abordagens que privilegiem o humano, colocando uso de computadores como uma opção que melhore aprendizagem e elaboração do saber.

 

 

São Paulo, 25 de maio de 2008.

 

 

 

Jarbas Novelino Barato. Professor. Mestre em Tecnologia Educacional pela San Diego State University. Doutor em Educação pela Unicamp.

 

jarbas.barato@gmail.com

 

https://jarbas.wordpress.com

 

[1] Tecnologia é Imaginação. Disponível em:

http://www.quadernsdigitals.net/index.php?accionMenu=hemeroteca.VisualizaArticuloIU.visualiza&articulo_id=10457

Uma resposta to “056. Computadores e Educação – entrevista para o CENPEC”

  1. jennyhorta Says:

    Prof, Jarbas, poderia me fazer a gentileza de indicar algum artigo que possa utilizar em minha monografia? Ficarei muito agradecida.
    Abçs

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