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	<title>Boteco Escola</title>
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		<title>Boteco Escola</title>
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		<title>Não é tarefa</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 16:45:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jarbas</dc:creator>
				<category><![CDATA[WebQuest]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabo de receber indicação de três WebQuests. Quem as encaminhou sugere que as mesmas tem exemplos de boas tarefas. Não posso concordar. Todas as três WebQuests que me foram enviadas reduzem o conceito de tarefa a trabalhos escolares, a atividades que podem tornar as aulas mais &#8220;legais&#8221; (sic). Falta, em todos os casos, a essência [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jarbas.wordpress.com&blog=820968&post=2159&subd=jarbas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Acabo de receber indicação de três WebQuests. Quem as encaminhou sugere que as mesmas tem exemplos de boas tarefas. Não posso concordar. Todas as três WebQuests que me foram enviadas reduzem o conceito de tarefa a trabalhos escolares, a atividades que podem tornar as aulas mais &#8220;legais&#8221; (sic). Falta, em todos os casos, a essência definidora de tarefa. Antes de seguir em frente, forneço aqui os links para as WQ&#8217;s objeto deste post:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.malhatlantica.pt/webquest_mat_jogo/Qual.htm">A matemática e o jogo.</a></li>
<li><a href="http://www.iep.uminho.pt/aac/hsi/a2004/jogostoh/index.htm">Os jogos no ensino da matemática.</a></li>
<li><a href="http://www.novafisica.net/webquest/movimento/index.htm#topo">A física do movimento.</a></li>
</ul>
<p>A idéia de tarefa em WebQuest ou em planos de estudo com objetivos similares aos estabelecidos por Bernie Dodge exige mudança radical em modos de propor &#8220;trabalhos&#8221; para os alunos. É preciso romper completamente com uma concepção ativista e buscar desafios que correspondam a usos significativos do conhecimento. Há mais aspectos a serem considerados, mas não vou fazer isso agora. Vou aproveitar o acontecido para propor  uma conversa sobre a alma do modelo WebQuest. Particularmente, quero saber o que pensam meus alunos.</p>
<p>Para recolher as opiniões dos meus alunos, vai aqui o roteiro do que espero deles.  Meninos e meninas:</p>
<ol>
<li><span style="color:#800000;"><strong>Examinem as supostas tarefas propostas nas três WebQuests cujos links forneci no início deste post.</strong></span></li>
<li><span style="color:#800000;"><strong>Escolham uma delas para uma análise bem fundamentada.</strong></span></li>
<li><span style="color:#800000;"><strong>Leiam e releiam a suposta tarefa da WQ que vocês elegeram para análise.</strong></span></li>
<li><span style="color:#800000;"><strong>Listem os aspectos de tais supostas tarefas que contrariam o conceito de tarefa conforme a proposta original do modelo WebQuest.</strong></span></li>
<li><span style="color:#800000;"><strong>Elaborem um texto analítico mostrando, com base em referências que podem ser encontradas neste blog e na apostila de nossa matéria, por que a WebQuest eleita por vocês não tem uma tarefa como manda o figurino.</strong></span></li>
<li><span style="color:#800000;"><strong>Convertam suas análises em comentários a este post.</strong></span></li>
</ol>
<p>Atenção. Como já afirmei, nenhuma das três WebQuests aqui indicadas tem uma tarefa que corresponde ao conceito desta parte do modelo criado por Bernie Dodge.</p>
<p>Outros visitantes deste Boteco estão convidados a fazer o exercício proposto. Aguardo comentários. Voltarei ao assunto mais tarde para expressar minhas opiniões sobre as três WebQuests que me foram encaminhadas como bons exemplos.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jarbas.wordpress.com/2159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jarbas.wordpress.com/2159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jarbas.wordpress.com/2159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jarbas.wordpress.com/2159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jarbas.wordpress.com/2159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jarbas.wordpress.com/2159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jarbas.wordpress.com/2159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jarbas.wordpress.com/2159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jarbas.wordpress.com/2159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jarbas.wordpress.com/2159/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jarbas.wordpress.com&blog=820968&post=2159&subd=jarbas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Prova no blog</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 16:13:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jarbas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novas Tecnologias]]></category>

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		<description><![CDATA[Faço aqui uma experiência. Chego ao final do semestre e  quero verificar saberes de minhas alunas do 4º de pedagogia sobre tecnologia educacional. Não vou propriamente fazer uma prova. Vou indicar uma tarefa de final de curso.
Tenho a impressão de que a maioria dos educadores vêem tecnologia com óculos do instrumentismo. Isso exagera o poder [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jarbas.wordpress.com&blog=820968&post=2156&subd=jarbas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Faço aqui uma experiência. Chego ao final do semestre e  quero verificar saberes de minhas alunas do 4º de pedagogia sobre tecnologia educacional. Não vou propriamente fazer uma prova. Vou indicar uma tarefa de final de curso.</p>
<p>Tenho a impressão de que a maioria dos educadores vêem tecnologia com óculos do instrumentismo. Isso exagera o poder dos artefatos e, ao mesmo tempo, pode levar a usos inadequados das TIC&#8217;s. Escrevi e falei sobre isso nos últimos anos. Uma parte do que penso aparece numa entrevista para o CENPEC. Com mais detalhes, abordo a questão num artigo que foi publicado na revista eletrônica Quaderns Digitals. Vou utilizar essas duas referências para propor a atividade avaliativa para as minhas alunas. Leitores e frequentadores deste Boteco também estão convidados a entrar na dança, pois meu objetivo maior é o de registrar aqui uma boa conversa sobre dois temas: necessidade de imaginação para utilizar tecnologia em educação,  e enganos do instrumentismo.</p>
<p>Preciso ser mais claro e direto. Das minhas alunas, espero:</p>
<ul>
<li>Leitura atenta da entrevista e do artigo.</li>
<li>Escolha de um dos temas &#8211; <strong><span style="color:#800000;">tecnologia e imaginação</span></strong> ou<strong><span style="color:#800000;"> instrumentismo</span></strong> &#8211; com objeto de análise.</li>
<li>Redação de pequeno ensaio de uma lauda (22 linhas), tendo com referência os dois textos citados. Observo que o ensaio pode ser opinativo, mas deve levar em consideração as idéias que aparecem em ambos os textos. As autoras podem inclusive mostrar discordâncias, desde que os argumentos sejam de qualidade.</li>
<li>Publicação do ensaio, aqui no <strong>Boteco Escola</strong>, na forma de comentário.</li>
<li>Execução da tarefa até o dia 23 deste mês de novembro.</li>
</ul>
<p>Falta indicar onde os textos podem ser encontrados. Aqui vão so links:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.cenpec.org.br/modules/news/article.php?storyid=625"><strong>Entrevista</strong></a></li>
<li><strong><a href="http://www.quadernsdigitals.net/index.php?accionMenu=hemeroteca.VisualizaArticuloIU.visualiza&amp;articulo_id=10457">Artigo</a></strong></li>
</ul>
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		<item>
		<title>Tecnologia da informação: o que falta?</title>
		<link>http://jarbas.wordpress.com/2009/11/02/tecnologia-da-informacao-o-que-falta/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 14:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jarbas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imaginação]]></category>
		<category><![CDATA[Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[Novas Tecnologias]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrevi, anos atrás, um texto para provocar reflexões num evento que deveria associar tecnologia e imaginação. Deveria&#8230; Na execução, os organizadores acabaram apelando para antigas fórmulas. Além do texto de fundamentação, respondi a algumas perguntas feitas pela assessoria de imprensa do evento. Infelizmente, para os jornalistas do pedaço, não dei respostas que poderiam virar manchetes. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jarbas.wordpress.com&blog=820968&post=2148&subd=jarbas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Escrevi, anos atrás, um texto para provocar reflexões num evento que deveria associar tecnologia e imaginação. Deveria&#8230; Na execução, os organizadores acabaram apelando para antigas fórmulas. Além do texto de fundamentação, respondi a algumas perguntas feitas pela assessoria de imprensa do evento. Infelizmente, para os jornalistas do pedaço, não dei respostas que poderiam virar manchetes. Nem fiz comentários na direção do deslumbramento tecnológico promovido por fabricantes e assumido por gente de imprensa como &#8220;tendências&#8221;. Segue aqui parte de minha resposta sobre como estimular a imaginação pedagógica.</p>
<blockquote><p><span style="color:#008080;"><strong><em>A engenhosidade dos novos equipamentos nos atrai enquanto dura a novidade. Depois, viram lugar comum. Não provocam mais deslumbramentos. Ingressam no nosso dia-a-dia. Assim, as novidades tecnológicas são efêmeras. Por isso procuro mostrar que tais inovações podem ter efeitos muito pequenos em educação se não percebermos onde podem estar as conseqüências permanentes das novas tecnologias da comunicação em nossas vidas. Novos meios de comunicação e informação abrem janelas para modos originais de informar, aprender, elaborar saberes. Mas isso não é óbvio. No geral, continuamos a organizar as informações como antigamente nos novos meios. Qual o motivo? Aproveitar as janelas que se abrem não é coisa banal. É um desafio que exige a criação de formas originais apresentar as representações do saber humano. Mas nós continuamos a contar do mesmo jeito as velhas histórias nos novos meios. O cientista Donald Norman observa que um uso original das novas mídias só vai acontecer quando artistas inventarem  modos completamente novos e surpreendentes de fazer comunicação.</em></strong></span></p>
<p><span style="color:#008080;"><strong><em>Não acredito que educadores presos às fórmulas pedagógicas comuns sejam capazes de criar formas de comunicação originais. Anos atrás, meu amigo Bernie Dodge levou seus alunos de mestrado em Tecnologia Educacional para um seminário de imersão em redação de ficção científica. Intrigado, disse a ele que achava aquilo muito estranho. Com alguma paciência, ele me explicou que escrever ficção científica poderia ser um modo de destravar o convencionalismo dos educadores. Não era uma solução. Mas uma forma de fazer com que educadores se livrassem das fôrmas da didática. Isso significa livrar-se de chavões, de uma linguagem pesada e pretensiosa, de messianismos, de formatos didáticos etc. E o resultado pode ser algo aparentemente não educativo. Mas os formatos não educativos, se atraentes, podem educar mais que manuais feitos com boa didática mas nenhuma inspiração&#8230;</em></strong></span></p></blockquote>
<p>Taí a amostra. Em posts futuros coloco mais alguns trechos desta minha entrevista que acabou não indo para os jornais.</p>
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		<item>
		<title>WebQuest com alma</title>
		<link>http://jarbas.wordpress.com/2009/11/01/webquest-com-alma/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 18:15:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jarbas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Referências]]></category>
		<category><![CDATA[WebQuest]]></category>
		<category><![CDATA[Webescrita]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabo de ver que um texto meu, publicado originariamente em espanhol, foi colocado na Web. Não sei quem é o autor ou autora da façanha. Não sei se a versão do escrito está revisada. E não reclamo. O texto que escrevi pode ser divulgado livremente, desde que citada a fonte. Para os interessados, aqui vai [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jarbas.wordpress.com&blog=820968&post=2146&subd=jarbas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Acabo de ver que um texto meu, <a href="http://www.quadernsdigitals.net/index.php?accionMenu=hemeroteca.VisualizaArticuloIU.visualiza&amp;articulo_id=7360">publicado originariamente em espanhol</a>, foi colocado na Web. Não sei quem é o autor ou autora da façanha. Não sei se a versão do escrito está revisada. E não reclamo. O texto que escrevi pode ser divulgado livremente, desde que citada a fonte. Para os interessados, aqui vai o link da minha descoberta:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.scribd.com/doc/20959608/A-Alma-Da-WebQuest-Jarbas-Novelino">A Alma das WebQuest.</a></li>
</ul>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jarbas.wordpress.com/2146/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jarbas.wordpress.com/2146/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jarbas.wordpress.com/2146/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jarbas.wordpress.com/2146/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jarbas.wordpress.com/2146/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jarbas.wordpress.com/2146/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jarbas.wordpress.com/2146/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jarbas.wordpress.com/2146/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jarbas.wordpress.com/2146/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jarbas.wordpress.com/2146/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jarbas.wordpress.com&blog=820968&post=2146&subd=jarbas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>NTIC&#8217;s: imaginação é fundamental</title>
		<link>http://jarbas.wordpress.com/2009/11/01/uso-de-novas-tecnologias-imaginacao-e-fundamental/</link>
		<comments>http://jarbas.wordpress.com/2009/11/01/uso-de-novas-tecnologias-imaginacao-e-fundamental/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 13:58:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jarbas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundamentação]]></category>
		<category><![CDATA[Novas Tecnologias]]></category>

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		<description><![CDATA[A imaginação é mais importante que o conhecimento
Albert Eistein
Novas tecnologias sempre nos desafiam a redesenhar espaços, produções, modos de organizar a sociedade, formas de comunicação, relações com os outros, conhecimentos, a vida enfim. Mas as mudanças não acontecem imediatamente, pois  as novidades técnicas geradas por soluções de engenharia são apenas um começo. Para produzirem efeitos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jarbas.wordpress.com&blog=820968&post=2143&subd=jarbas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><em>A imaginação é mais importante que o conhecimento</em></p>
<p><em>Albert Eistein</em></p>
<p>Novas tecnologias sempre nos desafiam a redesenhar espaços, produções, modos de organizar a sociedade, formas de comunicação, relações com os outros, conhecimentos, a vida enfim. Mas as mudanças não acontecem imediatamente, pois  as novidades técnicas geradas por soluções de engenharia são apenas um começo. Para produzirem efeitos inteiramente novos, as tecnologias que entram na história precisam ganhar contornos originais, superando antigos modos de ver o mundo e a vida. Caso contrário elas apenas resultarão num fazer “más de lo mismo” como dizem os espanhóis.</p>
<p>Redesenhar espaço e vida a partir do potencial de uma nova tecnologia não é tarefa simples. No começo quase sempre se opta por manter as velhas formas. Um exemplo clássico disso aconteceu com os automóveis. Os primeiros carros a motor tinham a cara das velhas carruagens. O assento do motorista era desenhado num lugar alto assemelhado ao espaço antes destinado ao cocheiro. Os primeiros desenhistas de automóveis não perceberam uma mudança fundamental: o cavalo deixara de ser a força motriz. Assim, o cocheiro, digo o motorista, não precisava mais de ficar numa posição que favorecesse o controle do animal de tração. Passaram-se alguns anos para que os designers de veículos automotores começassem a produzir uma arquitetura mais adequada ao novo veículo.</p>
<p>O caso dos automóveis tem uma grande vantagem: pode ser mostrado graficamente. Há, porém, outros exemplos mais expressivos que a gente quase sempre ignora uma vez que o design de produtos para a nova tecnologia não passou por uma fase de cópia do velho paradigma. A dificuldade no caso era de outra natureza: como inventar situações criativas e inteiramente originais que aproveitem o potencial de uma nova tecnologia. O exemplo mais ilustrativo dessa outra circunstância é o cinema. A invenção dos irmãos Lumière foi, durante décadas, uma curiosidade que atraia multidões mas nada acrescentava em termos de comunicação. Admirava-se, no caso, a novidade de imagens em movimento. Mas o cinema como o conhecemos teve que esperar o gênio de Griffith que, no ano de 1915,  em “O Nascimento de uma Nação”, fez o primeiro filme com as características da arte cinematográfica. Por causa de exemplos como o do cinema, Donald Norman, ao apresentar <em>Computer as Theatre</em>, livro de Brenda Laurel, faz a seguinte observação:</p>
<blockquote><p>Já é hora dos engenheiros voltarem para a engenharia. Para desenvolver estas novas tecnologias [tecnologias de comunicação e informação] precisamos de uma nova raça de pessoas criativas, principalmente aquelas envolvidas com poesia, escrita e direção teatral.</p></blockquote>
<p>Além de Norman, importantes pesquisadores da área das ciências do conhecimento como Alan Kay, Terry Winograd, Brenda Laurel,  Nardy e muitos outros insistem na idéia de que usos mais amigáveis, efetivos e humanos das novas tecnologias da informação e da comunicação dependem de invenções criativas de “artistas”, não de mais e mais soluções inventadas por “engenheiros”.  Esta convicção gerou nos últimos anos muita pesquisa no campo da interação entre os seres humanos e os novos sistemas de informação e comunicação. Volto a citar Donald Norman para mostrar uma direção que me parece interessante:</p>
<blockquote><p>No passado, a tecnologia tinha de se preocupar com a adaptação aos corpos das pessoas; atualmente ela tem de se adaptar às mentes dos seres humanos. Isto significa que as velhas abordagens não funcionam mais. Os mesmos métodos analíticos que se aplicavam tão bem às coisas mecânicas não se aplicam às pessoas. Hoje em dia,  ciência e engenharia  geralmente vêem o desenho das máquinas desde um ponto de vista que é centrado nas próprias máquinas. Este ponto de vista acaba influenciando o modo pelo qual as pessoas são vistas. Conseqüentemente, a tecnologia planejada para ajudar a cognição e prazer humanos muitas vezes mais interfere e confunde que ajuda e clarifica.</p></blockquote>
<p>A análise de Norman clareia uma das tendências para a qual não estamos muito atentos: a de que o senso comum nos leva a acreditar que é preciso adaptar-se às máquinas e sistemas. Este desvio faz com que nos esqueçamos de que comunicação e informação são atividades “humanas”. Máquinas, equipamentos e sistemas deveriam apenas oferecer-nos oportunidades para expandir nossas capacidades de criar, negociar, transformar e usar informações para enriquecer a vida. Felizmente a submissão a conveniências de engenharia no desenho de máquinas e equipamentos vem sendo substituída por uma atitude que procura encontrar caminhos determinados pelas necessidades e características humanas. Tal tendência é bastante nítida hoje nos estudos sobre interfaces dos sistemas computacionais.</p>
<p>Os estudos e tendências delineados nos parágrafos anteriores podem nos alertar quanto a cuidados que precisam ser tomados em educação no que se refere a usos de novas tecnologias da informação e da comunicação. Aparentemente, ainda predominam em educação entendimentos de que os usos das novas tecnologias devem ser determinados por conveniências de engenharia. O laboratório de informática nas escolas, com um informata responsável por seu uso, é uma evidência de tal fenômeno. A insistência em treinamentos “informáticos” para professores é outra. Ao observamos o uso das novas tecnologias em educação sentimos um certo vazio.Falta alguma coisa no cenário. Falta imaginação. Parece que ainda estamos usando os novos meios da mesma forma que o cinema foi concebido até a revolução de formato criada por Griffith. Submetemo-nos ás conveniências da engenharia, deslumbrados com as inúmeras novidades técnicas que aparecem continuamente.</p>
<p>Como mudar o jogo? Recorro mais uma vez ao exemplo do cinema. A tecnologia das imagens em movimento só se tornou uma forma importante de comunicação quando um artista inventou modos de fazer cinema para contar histórias, emocionar, criar suspense etc. Assim, para mudar o jogo, estamos precisando de projetos educacionais que recriem as novas tecnologias “com imaginação”. E, como diz Norman, escritores, atores, poetas, pintores, artistas gráficos, músicos, comunicadores são os profissionais de quem se pode esperar uma mudança significativa nos usos de novas tecnologias em educação. Mas não podemos ficar esperando. Devemos ser proativos. Ou seja, é preciso que os educadores utilizem as inspirações das áreas de arte e comunicação para criar formas verdadeiramente novas de ensinar e aprender.</p>
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		<title>Avaliação em EaD</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 13:27:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jarbas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundamentação]]></category>
		<category><![CDATA[Novas Tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Usos educacionais da Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Faz uns nove anos que tive uma conversa interessante sobre EaD com Fred Saba, professor de EdTech na SDSU. Fred acabara de publicar um pequeno artigo sobre a questão de estrutura em materiais para cursos de educação a distância. No texto, o professor da SDSU mostrava que é precisso muita estrutura (prevendo quase tudo o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jarbas.wordpress.com&blog=820968&post=2140&subd=jarbas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignleft size-medium wp-image-2141" title="saba" src="http://jarbas.files.wordpress.com/2009/11/saba.jpg?w=205&#038;h=300" alt="saba" width="205" height="300" />Faz uns nove anos que tive uma conversa interessante sobre EaD com <a href="http://edweb.sdsu.edu/People/FSaba/FSaba.html">Fred Saba, professor de EdTech na SDSU</a>. Fred acabara de publicar um pequeno artigo sobre a questão de estrutura em materiais para cursos de educação a distância. No texto, o professor da SDSU mostrava que é precisso muita estrutura (prevendo quase tudo o que pode acontecer no processo de aprendizagem de um dado conteúdo) para que o material seja efetivo. A razão principal de exigência de estrutura no caso, segundo Saba, era a impossibilidade do educador receber aqueles feedbacks tão normais nos contatos cara a cara.</p>
<p>Anos depois, convidado para falar sobre avaliação num evento promovido pelo CEE de São Paulo, lembrei-me da conversa com Fred e resolvi usar o artigo dele como prinicpal referência na conversa com os educadores (conselheiros de outros conselhos estaduais de educação), convidados pelo CEE/SP). Agora, ao mexer nos meus guardados, acabo de ver os eslaides que preparei para a ocasião. Acho que a abordagem que fiz ainda pode ser útil em discussões sobre avaliação em EaD. Por essa razão resolvi publicá-la no Slideshare. Se quiser ver o citado material, basta clicar no título destacado a seguir:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.slideshare.net/novelino/avaliao-em-ead"><strong>Avaliação em EaD: dimensões esquecidas</strong></a></li>
</ul>
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	</item>
		<item>
		<title>Garota da Uniban, educação, e barbárie</title>
		<link>http://jarbas.wordpress.com/2009/10/30/garota-da-uniban-educacao-e-barbarie/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 15:42:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jarbas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Fundamentação]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>

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		<description><![CDATA[Em meu twitter tenho insistido que as agressões a uma estudante na Uniban é um caso de barbárie. Preciso qualificar esta minha insistência. Para tanto, copio aqui parte de um subsídio que escrevi para minhas aulas de filosofia em 2006.
Há um livrinho do Adorno que os educadores precisam conhecer. Trata-se de Educação e Emancipação, editado [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jarbas.wordpress.com&blog=820968&post=2136&subd=jarbas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Em meu twitter tenho insistido que as agressões a uma estudante na Uniban é um caso de barbárie. Preciso qualificar esta minha insistência. Para tanto, copio aqui parte de um subsídio que escrevi para minhas aulas de filosofia em 2006.</p>
<blockquote><p>Há um livrinho do Adorno que os educadores precisam conhecer. Trata-se de <strong><em>Educação e</em></strong> <strong><em>Emancipação</em></strong>, editado no Brasil pela Paz e Terra em 1995. Num dos capítulos da obra, o filósofo conversa sobre a questão “Educação e Barbárie”. Cito a seguir alguns trechos do mencionado capítulo:</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Entendo por barbárie algo muito simples, ou seja, que , estando na civilização do mais alto desenvolvimento tecnológico, as pessoas se encontram atrasadas de um modo peculiarmente disforme em relação a sua própria civilização – e não apenas por não terem em sua arrasadora maioria experimentado a formação nos termos correspondentes ao conceito de civilização, mas também por se encontrarem tomadas por uma agressividade primitiva, um ódio primitivo ou, na terminologia culta, um impulso de destruição, que contribui para aumentar mais o perigo de que toda esta civilização venha a explodir, aliás uma tendência imanente que a caracteriza. Considero tão urgente impedir isto que eu reordenaria todos os outros objetivos educacionais por esta prioridade. (p. 155).</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Eu começaria dizendo algo terrivelmente simples: que a tentativa de superar a barbárie é decisiva para a sobrevivência da humanidade. (p.156)</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8230; porém entendo com sendo fatores objetivos neste caso os momentos sociais que, independentemente da alma individual dos homens singulares, geram algo como a barbárie. (p.156)</em></p>
<p><em>A forma de que a ameaçadora barbárie se reveste atualmente é a de, em nome da autoridade, em nome de poderes estabelecidos, praticam-se precisamente atos que anunciam, conforme sua própria configuração, a deformidade, o impulso destrutivo e a essência mutilada da maioria das pessoas. (p. 159)</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Isto é, desacostumar as pessoas de se darem cotoveladas. Cotoveladas constituem sem dúvida uma expressão de barbárie. (p. 162)</em></p></blockquote>
<p style="text-align:left;">Adorno entende que uma das principais (talvez a principal) finalidades da educação é  a de formar gente que evite a barbárie no mundo em que vivemos. Para sustentar essa posição não é possível partir de um entendimento de que  verdades ou princípios morais universais são impossíveis. Ou, para colocar a questão como o fiz no início deste subsídio, sem verdades a educação é impraticável.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Novecento</title>
		<link>http://jarbas.wordpress.com/2009/10/29/novecento/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 00:08:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jarbas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Aqui no Boteco os comentários chegaram a 1.900. Resolvi divulgar a façanha. Não quero elogios. Quero mais comentários. Minha meta: chegar a 2.000 comentários até o final deste ano. Tenho fé que chego lá, mas dependo de você. Que tal fazer um comentariozinho sobre este post de auto-promoção? O ego deste dono de boteco vai [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jarbas.wordpress.com&blog=820968&post=2132&subd=jarbas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="aligncenter size-full wp-image-2133" title="1900" src="http://jarbas.files.wordpress.com/2009/10/1900.jpg?w=450&#038;h=335" alt="1900" width="450" height="335" /></p>
<p>Aqui no Boteco os comentários chegaram a 1.900. Resolvi divulgar a façanha. Não quero elogios. Quero mais comentários. Minha meta: chegar a 2.000 comentários até o final deste ano. Tenho fé que chego lá, mas dependo de você. Que tal fazer um comentariozinho sobre este post de auto-promoção? O ego deste dono de boteco vai ficar inchado e satisfeito.</p>
<p>Blog sem comentário é como macarronada sem queijo, arroz sem feijão, amor sem paixão. Aproveito para dizer que isso tudo tem a ver com o aprender a blogar, pois os comentários são a forma mais usual de conversa cá na blogosfera. Vamos, portanto a um dedo de prosa. Prometo que no final do ano, se atingir a meta dos 2.000, convido os comentaristas para um chope no Amigo Leo.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Pesquisem na internet</title>
		<link>http://jarbas.wordpress.com/2009/10/22/pesquisem-na-internet/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 21:38:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jarbas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundamentação]]></category>
		<category><![CDATA[Novas Tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Usos educacionais da Web]]></category>

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		<description><![CDATA[O pedido ou ordem que aparece no título deste post é um dos indicadores de modernidade no ensino de nossos dias. Ou, pelo menos, é o entendimento de modernidade que predomina na mídia quando se fala em usos das novas tecnologias de informação e comunicação.Muita gente deve se lembrar de uma propaganda que tem tal [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jarbas.wordpress.com&blog=820968&post=2124&subd=jarbas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O pedido ou ordem que aparece no título deste post é um dos indicadores de modernidade no ensino de nossos dias. Ou, pelo menos, é o entendimento de modernidade que predomina na mídia quando se fala em usos das novas tecnologias de informação e comunicação.Muita gente deve se lembrar de uma propaganda que tem tal indicador como fundo. Trata-se de uma história para promover um provedor de banda larga. No final da história, uma criança que não possui a maravilhosa novidade, é apresentada como um menino das cavernas entregando sua &#8220;pesquisa&#8221; gravada em blocos de pedra. Já a criança cujo pai assinou aquele serviço da internet apresenta um volume imenso de páginas com muito texto e ricas imagens.</p>
<p>Esse modo de mostrar as virtudes da modernidade é recorrente. Já o vi, por, exemplo, num vídeo educacional do Senac que aponta diferenças entre a antiga a nova secretária. A aprimeira tem um trabalho triste, dominado por máquinas velhas, lentas, feias. A segunda vive num ambiente de trabalho alegre,  e usa máquinas lindas.</p>
<p>No ano 2000, numa visita à Universidade de Guadalajara, recebi um vídeo institucional sobre trabalho docente. Nas primeiras cenas, em um mundo triste, preto e branco, um professor desastrado entra na sala de aula com uma valise surrada e usa um quadro negro que vai quebrando em pedaços um giz que não &#8220;pega&#8221;. Total desinteresse dos estudantes. Nas cenas finais, brilhantemente coloridas,  um mestre alegre usa datashow, encanta os alunos entusiasmados pelo que é ensinado. Há, ao que parece, um padrão único de script para todas essas histórias sobre modernidade em educação. Mas não vou analisar toda a paisagem. Quero apenas registrar observações sobre utilizações da internet.<br />
Num <a href="http://webquest.org/bdodge/2007/06/im-still-most-eminent-bermuda.htm#comments">post em seu blog</a>,  meu amigo<a href="http://edweb.sdsu.edu/people/bdodge.html"> Bernie Dodge</a>, tenta, mais uma vez, mostrar que não é um <em>expert</em> em Triângulo das Bermudas. A razão para esse cuidado do Bernie é o grande número de pedidos que ele recebe, via e-mail, de auxílios para trabalhos escolares sobre o misterioso (pseudo) fenômeno que alimenta diversas lendas sobre sumiços de aviões e barcos no trecho bermudense do Caribe. E por que alunos de diversas escolas recorrem ao professor da <a href="http://www.sdsu.edu/">San Diego State University</a>? Porque uma <a href="http://edweb.sdsu.edu/courses/edtec596/Units/bermuda/BTriangle.html">velha sinopse de WebQuest</a> que teria o Triângulo das Bermudas como um chamariz para investigações de caráter científico, confrontando mito e história, continua no ar. E em tal página, Bernie aparece como coordenador do trabalho (instructor).</p>
<p>A sinopse não apresenta nenhum conteúdo sobre o suposto mistério do Triângulo da Bermudas. Apenas delineia possíveis caminhos que os autores da WebQuest deveriam percorrer para chegarem ao produto final. Mas alunos de várias escolas continuam a recorrer ao Bernie como fonte para &#8220;projetos&#8221; que têm o misterioso fenômeno como alvo. O pedido mais recente é o de uma luno de 7ª série que está produzindio um documentário sobre o famoso Triângulo. Como acha que descobriu via internet que Bernie é um expert no assunto, o interessado solicita uma entrevista via e-mail e quer resposta rápida pois o trabalho precisa ser entregue logo (dois ou três dias).<br />
Situação parecida com a do professor da San Diego anconteceu com o Dr. Aquiles Von Zuben, da <a href="http://www.unicamp.br/">Unicamp</a>. Aquiles mantinha um site sobre bioética, com materiais de interesse para seus alunos de filosofia no doutorado em educação. Volta e meia, estudantes de ensino médio pediam ajuda do professor da Unicamp via e-mail e fazendo referência ao site sobre bioética. Eis aqui um desses pedidos:</p>
<blockquote><p><strong> Prezado Professor Aquiles,<br />
Sou aluno de curso médio. Procurei o sentido da vida na Internet. Nada encontrei. Mande-me, por         favor, uma resposta. Nada muito longo. Bastam duas páginas. E mande logo, tenho de entregar o         trabalho na próxima terça. Abraço,<br />
Fulano de Tal.</strong></p></blockquote>
<p>O texto é autêntico. Eliminei apenas o nome do aluno e alguns erros gramaticais foram corrigidos.<br />
Os dois casos aqui narrados retratam um padrão muito frequente nas escolas. Um professor, convencido de que seus alunos devem usar novas tecnologias, faz o grande pedido: <strong><em>pesquisem x (sentido da vida, Triângulo das Bermudas etc.) na internet</em></strong>. E os alunos acionam os poderosos buscadores. Aparece um lista imensa de fontes. Algumas dessas fontes são aproveitadas. Em muitos casos, professores, autores ou pesquisadores citados nas páginas listadas são convidados a colaborar. Mas, como mostram os casos de Bernie e Aquiles, os pedidos de ajuda não são bem informados. São mais mensagens de socorro emitidas por náufragos da internet. Tais resultados são consequência de um entendimento que o saber nascerá automaticamente de usos não estruturados das novas ferramentas de informação e comunicação. Isso mostra a necessidade dos professores dominarem modelos de apoio (andaimes, mapas, scripts, roteiros) capazes de fornecer apoio suficiente para pesquisas bem feitas e consequentes.Caso contrário, os náufragos do imenso mar informacional da rede internacional de computadores continuarão fazendo consultas equivocadas a professores como Bernie e Aquiles.<br />
Ambos os casos sinalizam uma outra coisa. A página de Aquiles não era um sítio dedicado a questões como o sentido da vida. Era um repositório de textos e informações filosóficas. A página sobre Triângulo das Bermudas, construída por alunos do mestrado da San Diego State University, não é uma fonte de informação sobre o assunto. É um roteiro de planejamento de tecnólogos educacionais. Leitores competentes jamais concluiriam,  num ou noutros caso, que o coordenador da página era um expert no assunto pesquisado. Os pedidos de socorro feitos aos dois professores universitários aqui citados são sintomas ou de dificuldade de leitura ou de uma leitura muito desatenta. De qualquer forma, ambos os casos indicam problemas de leitura nessas atividades que as escolas convencionaram chamar de &#8220;pesquisa&#8221;.<br />
Cabe aqui uma observação sobre o sentido de urgência que domina nosso tempo. Em ambas as consultas, os alunos querem respostas rápidas, pois os resultados precisam ser apresentados logo. Quando o professor Aquiles me contou a história aqui narrada, fez a seguinte observação: &#8220;filosofo há mais de quarenta anos sobre o sentido da vida, ainda não encontrei qualquer resposta satisfatória, aí aparece esse menino e quer uma solução imediata para o problema&#8221;.<br />
Os dois casos aqui contados sugerem muitos caminhos de conversa e investigação nos meios educacionais. Esbocei apenas um começo.</p>
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		<title>Educação integral</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 21:51:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jarbas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundamentação]]></category>
		<category><![CDATA[Referências]]></category>

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		<description><![CDATA[Fala-se muito em educação integral Mas, no cotidiano escolar as coisas rolam de um outro modo. No geral pensamos mais em eficiência que em  ganhos intelectuais, consciência cívica e crítica, desenvolvimento cultural etc. No frigir dos ovos, cobramos bons resultados no ENEM, preparação para ingresso nas boas universidades e sucesso profissional. Eficiência.
No seu livro mais [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jarbas.wordpress.com&blog=820968&post=2121&subd=jarbas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Fala-se muito em educação integral Mas, no cotidiano escolar as coisas rolam de um outro modo. No geral pensamos mais em eficiência que em  ganhos intelectuais, consciência cívica e crítica, desenvolvimento cultural etc. No frigir dos ovos, cobramos bons resultados no ENEM, preparação para ingresso nas boas universidades e sucesso profissional. Eficiência.</p>
<p>No seu livro mais recente, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mike_Rose_%28educator%29"><strong><span style="color:#993366;">Mike Rose,</span></strong></a> entra no mérito das questões que esbocei no parágrafo anterior. Comecei a ler a obra, <a href="http://www.thenewpress.com/index.php?option=com_title&amp;task=view_title&amp;metaproductid=1773"><strong>Why School? Reclaiming Education for All of Us</strong></a>. Nas primeiras páginas, Mike faz uma defesa apaixonada (e correta) da escola pública. Mostra os desvios do individualismo neo-liberal (conservador e afastado do interesse público). Não tenho ainda condições de fazer um comentário mais arranjado do livro do grande educador americano. Para quem consegue arranhar o inglês sugiro escutar Mike falando sobre sua obra no VT do Youtube e que aparece logo abaixo.</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://jarbas.wordpress.com/2009/10/20/educacao-integral/"><img src="http://img.youtube.com/vi/tcpElcBVYKM/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
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