Archive for the ‘Bons blogs’ Category

Botecos irlandeses

fevereiro 4, 2010

Em botecos irlandeses certamente tem Guinness. Cremosa. Tirada com todo o cuidado que merece. E não precisa ser na Irlanda. Pode ser na Inglaterra. Pode ser na Escócia, pais aliás onde bebi a Guinness tirada com maior capricho, num boteco sujo na periferia de Edinburgo.Pode ser até na Argentina, pois Buenos Aires tem alguns pubs bastante decentes.

Desde a inauguração deste estabelecimento, prometi que veicularia de vez em quando informações sobre bons botecos. Faço isso com pouca frequência até porque dizem que este meu blog não é um local de tecnologia educacional de sangue puro. Não concordo com a opinião , mas ela me deixa mais contido, embora eu ache que aprendi mais em botecos que em ambientes escolares.

Em botecos, música é um elemento importante. Para quem sabe apreciar, sugiro aqui música irlandesa, cantada num pub por Sean Keane. Imperdível.

Beleza é fundamental

novembro 21, 2009

Na mesma entrevista citada no post anterior, falei um pouco sobre beleza. Recorto aqui um trecho que mostra o rumo da conversa que propus:

Educadores, como disse certa vez Vitor Teodoro, especialista português em usos educacionais de computadores, devem voltar a ser intelectuais. Entre outras coisas, a provocação do Vitor, desafia os profissionais do ensino a se pensarem como alguém que tem o dever de produzir comunicações bem feitas, bem acabas, bem escritas.

Beleza, eis uma palavra que deveria preocupar sempre os educadores. Nossas comunicações precisam ser elegantes, bem feitas, atraentes. Para chegar a isso não bastam uns treinamentos rápidos em criatividade. Educadores precisam mergulhar com gosto na arte, particularmente na literatura.

Por outro lado, educadores precisam estar antenados para propostas que artistas possam estar fazendo quanto a usos criativos das novas ferramentas de informação e comunicação. Seguir esse caminho pode ser uma vacina poderosa contra deslumbramentos com máquinas e equipamentos. O que importa mais na comunicação é a invenção humana de novas formas narrativas. E no momento ainda não temos boas histórias contadas no ambiente integrado de mídias ao qual damos o nome de internet ou rede.

Blogs na educação

novembro 20, 2009

Faz algum tempo que dei uma entrevista para a jornalista que cuidava da divulgação de um evento sobre tecnologia educacional. Infelizmente nada do que escrevi em resposta às perguntas que a moça me fez por escrito foi aproveitado. Eu não disse nada que pudesse dar manchete ou alimentar chamadas na direção das expectativas populares quanto a novas tecnologias. Essa é uma das dificuldades de conversa com quem só pensa em notícia, em vez de valorizar informação.

Numa das respostas, exemplifiquei meu modo de pensar com um longo comentário sobre uso de blogs em educação. Minha fala repete algumas coisas que já disse aqui no Boteco. Mas, há nela alguns aspectos novos. Para que minha proposta de conversa não se perca, e para obter feeback de alguns leitores que queiram prosear, aqui vai o que disse na ocasião:

[…]Pelo que escrevi até agora, a primeira pergunta não deveria ser uma indagação sobre imaginação pedagógica. Essa não é a questão central em usos das novas tecnologias da informação e comunicação em educação. O que está em jogo é uma compreensão do que é tecnologia educacional. Em conversas com meus alunos, tenho insistido numa definição enganosamente simples, a fórmula TC=F+I. Ou seja, Tecnologia Educacional (TC) é o resultado de uma fusão das ferramentas (F) com a imaginação (I). Simples uso de ferramentas não é tecnologia educacional. Em outras palavras, tecnologia educacional é conhecimento, não máquinas e equipamentos.

Temo que essa crítica ao deslumbramento satisfeito, que acha que materiais bem arrumados na Web, atividades de educação à distância, softwares de multimídia etc. são avanço tecnológico significativo, seja ignorada.  Ela não é óbvia, evidente. A convicção generalizada é a de que simples usos dos equipamentos é tecnologia. A imaginação é uma insigne ausente no caso.

Deixe-me apresentar um pequeno exemplo. Num trabalho de uso de blogs em educação, percebi que muitas pessoas simplesmente transcrevem textos didáticos para os posts. O resultado é uma obra sem agilidade, sem atração, sem a marca de conversação que caracteriza os weblogs.

Blogs são sobretudo espaços de encontro para a negociação de significados. Para que tal característica exista, é preciso que os textos possuam certas virtudes literárias. Mas não é só isso. Blogs são instrumentos numa rede de informação e comunicação. Por isso os textos precisam ser escritos com hiperlinks que bem aproveitem as informações disponíveis na Web. Mas isso não pode ser feito apenas “tecnicamente”. Usar hiperlinks é atividade que supõe construção de textos com possibilidades de leituras em camadas. Por isso é preciso produzir textos que dêem ao leitor possibilidades de explorar o ambiente informativo da Web (tal circunstância muda muito como escrever; produzir textos para serem colocados numa tela e, além disso, ligados a muitos outros textos ao alcance de uma clicada muda muito (ou deveria) o ato de escrever).

Exige-se aqui um discurso diferente daquele produzido em papel. E mais, o autor precisa construir um texto integrado com possíveis imagens. Outra coisa, comunicações em blogs são convites para uma conversa; o autor, portanto, precisa pensar em iniciar algo que terá desdobramentos nos comentários feitos por outros. Os comentários, no geral difíceis de prever quanto a conteúdo, ênfases, estilos etc, farão parte de uma obra que sempre poderá ser revista, alterada, enriquecida pelo autor e pelos leitores. As ferramentas disponíveis possibilitam todas as coisas que mencionei aqui, mas concretizá-las depende de talento do autor ou autores.

Acrescento mais algumas considerações sobre os blogs. Aparentemente essa ferramenta é um local onde autores podem publicar textos na forma de diários. Por isso, muitos educadores vêem os blogs como um bom instrumento para desenvolver capacidades de redação. Mas a idéia é muito limitada.

Blogs são sobretudo um ponto de encontro, um espaço público de conversação. Assim, a melhor metáfora para os blogs não são os diários. É mais adequado pensar os blogs como locais onde as pessoas podem dizer a própria palavra. Eles, assim, podem ser comparados com a praça pública (“a praça é do povo”) ou com a velha ágora grega, o local público onde os cidadãos se encontravam para exercer a democracia direta por meio da palavra e do voto. Outra possibilidade: os blogs se assemelham aos velhos cafés parisienses do século XIX, espaços públicos importantes onde a conversa era livre. Indo mais longe: blogs são como botecos, onde a conversa corre solta e onde qualquer assunto é bem vindo. A escrita, posts e comentários, os links, as imagens são apenas aparências que encobrem a realidade mais profunda dos blogs, um espaço virtual de encontros humanos.

Todas essas idéias sobre os blogs são frutos de criações que foram se desenvolvendo no tempo. Hoje, educadores que queiram utilizar blogs em seu ofício precisam saber que a ferramenta gerou um modo de comunicação inicialmente inesperado. As aparências enganam…

Blogar pra que?

novembro 20, 2009

Quando proponho trabalho com blogs para meus alunos, uma pergunta sempre aparece: blogar pra que? A resposta não é simples. A resposta, no caso, precisa fornecer argumentos que mostrem vantagens e usos muito mais consistentes que entusiasmos com a ferramenta.

A questão foi abordada num dos blogs que este Boteco relaciona como referência, o ambiente da Lilia Efimova. Num de seus posts, a autora faz um apanhado que vou traduzir livremente e adaptar para conhecimento dos fregueses desta casa. Aqui está minha versão de escrito no qual Lilia mostra vantagens do blogar para gente que anda investigando um assunto qualquer e pretende compartilhar suas descobertas com uma comunidade de interesse.

O texto tem mais outros molhos interessantes. Mas, não vou comentá-los. Convido o amável leitor a dar uma olhada nas opiniões da Lilia, um tanto quando modificadas por minha tradução e adaptação.

Uma das coisas que assusta pessoas que não blogam é o tempo. Num mundo com tantos compromissos, blogar parece ser mais um deles. E é certo, é preciso tempo para:

  • Familiarizar-se com as ferramentas.
  • Construir uma rede.
  • Estabelecer relações com outros conversantes.
  • Ganhar credibilidade.
  • Encontrar e acompanhar fontes confiáveis.

Essa lista aplica-se a muitas outras dimensões da vida profissional. Entrar numa rede de conversação, com ou sem Internet, é atividade exigente. O mundo não nos procurará se não formos ativos. E blogar é uma versão de atividades necessárias se quisermos ter voz em comunidades de interesse que nos interessam. Não é uma atividade adicional, mas uma solução de integração profissional num ambiente de informação sem barreiras geográficas. Ainda não relacionei razões do pra que blogar. É hora de fazer isso, seguindo os caminhos sugeridos por Lilia;

Uso de blogs tem a ver com;

  • Consciência profissional
  • A leitura de blogs, em vez de leitura de listas e emprego de ferramentas de busca, pode proporcionar atualização em áreas de interesse.
  • Isso pode economizar tempo sempre que encontramos algo que já está pronto ou em processo.
  • Isso nos coloca num grupo de pesquisa – muitas vezes saberemos a quem recorrer para informação específica ou conselho.
  • A leitura de blogs é um modo barato de estabelecer contato com outros (desde que sejam blogueiros).
  • A publicação de blog expõe nosso trabalho e conhecimento, circunstância que facilitará o estabelecimento de contatos.
  • Os papos que rolam em blogs nos permitem obter respostas rápidas sem sermos demasiadamente entrões.
  • A prosa que acontece no pedaço gera desenvolvimento de idéias numa comunidade (na verdade em muitas comunidades).
  • Com alguma imaginação, publicações em blogs nos permitem recolher, interpretar e apresentar dados pois:
    • Ler outros blogs e ser um blogueiro nos ajudam a instrumentar a busca de dados.
    • Blogar é um bom meio para obter feedback sobre modos de apresentação de dados de pesquisa.
  • O blog pode funcionar como um caderno de pesquisa, onde:
    • Se registram notas de leitura, de pesquisa, de progresso da pesquisa, idéias, publicações.
    • São organizadas notas sobre temas para recuperação posterior e que podem apoiar o pensamento.
  • A ferramenta pode ajudar na escrita:
    • Permitindo notas preliminares [ space to start writing ] que auxiliam a começar pequeno tendo em vista textos parrudos (papers ou teses de doutorado)
    • Fornecendo espaço para começar mais cedo (or urgent )  e obter feedback sobre o texto.
  • O blog pode fornecer apoio emocional [emotional support] em aventuras investigativas
  • Trabalhos de pesquisa relacionados com o que fazemos.
  • Enredamento (um termo para sintetizar o “estar numa rede mundial de informações e interesses comuns”).
  • Conversações

  • Pesquisa
  • Blog, conversa e vida pessoal

    setembro 27, 2009

    Em regulamentos para julgar blogs candidatos a prêmios, geralmente há normas que sugerem eliminação de diários eletrônicos que não mantenham certa linha “editorial”. Uma das sugestões mais frequentes nessse sentido é a de que blogs dedicados a determinado assunto (educação, tecnologia, arte etc.) não devem ter posts sobre aspectos da vida pessoal de seus autores.

    Discordo inteiramente da orientação acima descrita, pois ela parece ignorar a natureza dos blogs. Estes são um local de conversa, não uma alternativa para publicação de ensaios, artigos, reportagens e assemelhados. Esses formatos eliminam a conversa e convertem os blogs em meros substitutos de publicações regidas por normas da cultura tipográfica.

    Por causa de sua natureza conversacional, os blogs exigem uma “redação” diferente daquela que aprendemos para utilizar o papel como meio comunicativo. Não sigo em frente com comentários sobre isso por falta de tempo e espaço.

    Além da questão da linguagem, blogs exigem uma outra coisa: precisam ser um espaço muito pessoal. Ou seja, precisam ser um espaço no qual o autor mostre sua cara. E uma das formas de mostrar a cara é falar de quando em vez de assuntos que nada tem a ver com o tema ou foco blog. Aprendi isso em comentários da Miriam e da Suzana. Há tempos, de maneiras um pouco diferentes, ambas chamaram atenção para um sentimento que leitores de blog têm, o sentimento de que o autor é um amigo cuja vida pessoal importa.

    De autores de blogs que leio quero saber sempre algumas coisas: pra que time torcem, como são os filhos, de onde vieram, como vêem certas situações políticas etc. Não espero comunicações pessoais muito constantes. Mas, espero algumas conversas que mostrem faces das pessoas que falam de educação, tecnologia, arte, literatura ou outro assunto qualquer. Lilia Efimova, pesquisadora rigorosa dos blogs como ferramenta comunicativa, eventualmente fala de A, seu filho, de visita de sua mãe, de dúvidas sobre seu trabalho, de expectativas de carreira. E o tema central do espaço da Lilia é a natureza dos blogs. Ela não deixa, porém, de inserir, entre mensagens de muito apuro acadêmico, fiapos de conversa sobre sua vida pessoal. Seus leitores, sentem por isso, que estão falando com uma amiga.

    Faço todos esses registros não para justificar eventuais notas pessoais que aparecem neste Boteco, mas para indicar uma das características que, a meu ver, são próprias dos blogs.  E isso cabe bem num espaço que se propõe a produzir “ensaios sobre blogs em educação”.

    Bem-vindos à edublogosfera

    setembro 5, 2009

    O título deste post repete chamada de matéria sobre usos de blogs em educação que aparece na revista Carta na Escola nº 39. André, repórter da revista, cita alguns de meus grandes amigos da edublogosfera. Não preciso comentar o que está escrito. O melhor é indicar para interessados onde achar a matéria. A versão completa pode ser encontrada em bancas de revista. Uma versão mais enxuta pode ser encontrada na Web com uma clicada aqui.

    Blogs e aprendizagem distribuída

    setembro 1, 2009

    Entre os blogueiros há certeza de que o uso de Weblogs pode melhorar resultados de aprendizagem. Mas essa convicção pode ser um artigo de fé, atitude não muito apropriada se quisermos fazer ciência da educação.  Precisamos, portanto, de pesquisas científicas sobre o assunto. E elas existem. Acabo de encontrar referência interessante sobre o assunto. Trata-se de estudo acadêmico, elaborado dentro da tradição de metodologia quantitativa, que analisa um experimento de uso de blogs em curso de uma universidade alemã. Fiz uma tradução ligeira do abstract do mencionado estudo:

    Our contribution to this year HCI 2009 conference about “Interactive Technology for Enhancing Distributed Learning: A Study on Weblogs” is now online available.
    Abstract:

    Neste estudo, investigou-se se e em que extensão tecnologias Web 2.0, particularmente Weblogs, podem ser um instrumento adequado para melhorar a prática de aprendizagem compartilhada (distribuída). Nos ambientes  educacionais que se baseiam em aulas tradicionais, os alunos começam estudos sérios nas vésperas de exames e provas. Entretanto, como revelam estudos empíricos anteriores, sabe-se que a prática de aprendizagem compartilhada é muito mais efetiva para a retenção de conhecimento que a aprendizagem resultante de aulas expositivas. Aplicou-se um desenho 2*2 fatorial (within – repeated measures) com pre-teste e pós-teste em ambiente da vida real; o estudo durou o verão inteiro de 2007. Os participantes (N=28) eram estudantes de graduação na  Graz University of Technology. Distribuímos os sujeitos randomicamente em dois grupos de igual tamanho. O grupo que recebeu tratamento é chamado de grupo W; o grupo que não recebeu tratamento é denomindo grupo C. Os alunos do grupo W foram instruídos a utilizar Weblogs para desenvolver seu paper e registro de estudo durante as aulas, sem revelar publicamente tal condição. Os resultados mostram que os desempenhos de aprendizagem do grupo W foram significativamente superiores aos obtidos pelo grupo C. Isso demonstra que Weblog pode ser um instrumento apropriado como suplemento da aula clássica na facilitação do processamento profundo da informação em períodos longos de tempo, resultando consequentemente em melhoria do desempenho de aprendizagem.

    Reference: Holzinger, A.; Kickmeier-Rust, M.; Ebner, M. (2009) Interactive Technology for Enhancing Distributed Learning: A Study on Weblogs, Proceedings of HCI 2009 The 23nd British HCI Group Annual Conference, Cambridge, London, pp. 309-312

    Mais informações e indicação de acesso a cópia integral da pesquisa podem ser obtidos com uma clicada aqui.

    Boteco Escola em reportagem

    agosto 28, 2009

    O Instituto Claro acaba de publicar reportagem sobre blogs educacionais. Este Boteco foi um dos espaços que mereceram destaque na matéria. Agradeço a distinção. E meus agradecimentos são ainda maiores pela companhia na qual a reportagem me colocou. Todos os blogs destacados são objeto da minha admiração, escritos por edublogueiros que são referência nacional e grandes amigos virtuais. Recomento a reportagem e os blogs que mereceram atenção da equipe do Instituto Claro. Para ler a reportagem, clique no destaque que segue.

    Educação e pesquisa

    maio 12, 2009

    Minha filha Taís, jornalista, não perde a mania de  “fazer matéria”. Mesmo licenciada de seu ofício publica um blog no qual muitos posts tem cara de reportagem. Numa das matérias ela aborda o jeitão das greves nas universidades francesas. Um pouquinho diferente das greves universitárias aqui da terrinha. Mas com um fundo de princípios universais. Caminhos da educação são iguais em toda parte. O que muda é a paisagem.

    Não vou resumir nem comentar o texto da minha filha. Quem quiser ver um escrito elegante, claro e com boas observações sobre educação pode dar um pulo lá no blog dela. Para tanto, basta clicar no endereço abaixo.

    http://budurl.com/2amm

    Dois blogs dos bons

    março 27, 2009

    Se você está pensando em começar um blog, convém conhecer o que há de melhor na área. Blogs são espaços de conversação. Cada mensagem (post) é convite para um papo. Não basta ter o “seu” blog. Você precisa viver como um cidadão da blogosfera – o espaço virtual construído por milhões de blogueiros do planeta. Você precisa dialogar com outros conversadores dessa província da internet.

    redesSua atuação na blogosfera trará novas amizades. Muitas vezes você jamais se encontrará cara a cara com tais amigos. Mas muitos deles serão mais procurados que a maioria dos amigos com os quais você se encontra no clube, na escola, no shopping, no trabalho.

    Acho que minhas conversas com Miriam Salles e Doralice Araújo na blogosfera me dão a liberdade de chamá-las de amigas. Temos interesses comuns. Coincidimos em algumas convicções. Aprendemos em nossos papos. Mas não é essa amizade que me faz indicar aqui essas duas blogueiras. Indico-as por causa da qualidade de seus blogs. Eles são endereços que qualquer autor de blog deve visitar com certa frequência. Por isso, se você está começando, recomendo uma visita às minhas duas amigas.

    Mas, não faça uma visita  para cumprir tabela. Percorra o local. Examine o layout. Tente encontrar os principais interesses das duas. Veja as últimas conversas que elas tiveram com frequentadores de seus espaços. Ache uma mensagem de maior interesse para você e deixe lá um comentário para começar um papo ou participar de papo já começado.

    Falta colocar link para os blogs de minhas duas ciberamigas. Veja-os logo abaixo.


    Seguir

    Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

    Junte-se a 126 outros seguidores