006. A Importância das Escolas

Em mensagem de 25/06/07 recomendo o blog Bridging Differences, espaço de diálogo entre Diane Ravitch e Deborah Meier. Cheguei ao citado blog por meio de um levantamento sobre Ravitch, após concluir a leitura de seu magnifico livro Left Back: a century of failed school reforms. A obra analisa e critica o crescente irracionalismo e anti-intelectualismo presentes em ideários pedagógicos que nasceram da Escola Nova. As análises e críticas de Diane Ravitch clareiam muitas das dúvidas que preocupam professores que vêem seu papel diminuido por radicalismos de um saber cuja fonte de maior prestígio é “o conhecimento do aluno”. A obra da autora realça a necessidade de uma educação preocupada com conteúdos cuja raiz são os valores culturais e civilizatórios construídos historicamente pela humanidade. No final do livro, Ravitch escreve uma “confissão de fé” que emociona e aponta caminhos um pouco esquecidos nestes tempos de PCN’s inspirados exclusivamente pelo discurso das competências determinadas por supostas necessidades de uma aqui e agora dos estudantes. Resolvi divulgar tal confissão de fé. Ela pode fazer muito bem para os educadores.

A Importância das Escolas

Trecho final do livro Left Back: a century of failed school reforms, de Diane Ravitch, New York: Simon & Schuster, 2000.

Grandes organizações sociais só alcançam sucesso quando se voltam para aquilo que fazem melhor. Esta verdade vale para as escolas. O que as escolas podem e devem fazer? Elas não podem alcançar sucesso a não ser que todos os seus alunos se tornem competentes em leitura, escrita e matemática, assim como sejam capazes de obter um bom entendimento de história , ciências, literatura e um idioma estrangeiro. Elas não podem alcançar sucesso a não ser que ensinem às crianças a importância da honestidade, da responsabilidade pessoal, da curiosidade intelectual, da engenhosidade, da bondade, da empatia e da coragem.

Ass escolas devem preparar os mais jovens para que estes desenvolvam uma “inteligência versátil” nos termos descritos por Willian T. Harris: uma inteligência que proporciona aos indivíduos condições de aprender novas tarefas e de se tornarem senhores de suas próprias vidas. Elas devem ensinar o uso da linguagem simbólica e das idéias abstratas. Elas devem ensinar os mais jovens a respeito da cultura e do mundo no qual vivem, e a respeito de culturas que existiram tempos atrás e em lugares muito distantes.

Se souberem e realizarem o que fazem bem, as escolas podem escapar de modas e panacéias que muitas vezes lhes foram impostas por pressão de grupos, legisladores, e por entusiastas bem intencionados. As escolas não podem competir com a riqueza visual da televisão, com a Internet ou com o cinema. Mas a mídia, errática e impessoal, não pode competir com professores que conhecem , inspiram e guiam os mais jovens para uma maturidade responsável.

Três grandes erros dominam certo pensamento sobre as escolas: o primeiro grande erro é a expectativa de ver as escolas como instituições capazes de resolver todos os problemas da sociedade; o segundo é a crença de que apenas uma parcela das crianças precisa de educação acadêmica de alta qualidade; o terceiro é a crença de que as escolas precisam enfatizar as experiências imediatas dos estudantes e minimizar (ou até mesmo ignorar) a transmissão do conhecimento. O primeiro destes pressupostos leva à perda de foco, afastando as escolas de sua missão mais básica; o segundo contribui para baixos desempenhos e favorece políticas antidemocráticas; o terceiro priva os mais jovens de aprender com a experiência de outros, e impede que eles possam subir sobre os ombros de gigantes em qualquer campo do pensamento e da ação.

Talvez no passado fosse possível deixar sem educação uma parcela importante da população sem causar sério prejuízo à nação. Hoje não. A educação em nosso tempo, mais do que em qualquer outra época, é a chave para uma participação integral na sociedade. Um rapaz ou moça que não possa ler, escrever, ou usar matemática está privado de qualquer oportunidade educacional. Um homem ou mulher sem uma boa escola fundamental e média está virtualmente afastado da educação superior, de muitas carreiras desejáveis, da participação em nosso sistema político, e da apreciação dos grandes tesouros estéticos da civilização. A sociedade que permite que um vasto número de seus cidadãos permaneça deseducado, ignorante, ou semi-alfabetizado desperdiça sua maior riqueza, a inteligência de seu povo.

As disciplinas ensinadas na escola são de uma validade singular, tanto para os indivíduos como para a sociedade. Uma sociedade que não ensina ciências para todos favorece a proliferação de movimentos irracionais e de sistemas de crenças anti-científicos. Uma sociedade que volta suas costas ao ensino de história encoraja a amnésia das massas, fazendo com que as pessoas ignorem eventos e idéias importantes do passado da humanidade, e provocando a erosão da inteligência cívica necessária para o futuro. Uma sociedade democrática que deixa de ensinar às gerações mais jovens seus princípios de auto-governança coloca tais princípios em risco. Uma sociedade que deixa de ensinar aos jovens a apreciação das grandes obras de literatura e arte favorece ao embrutecimento e degradação de sua cultura popular. Uma sociedade étnica e racialmente diversa requer, mais que outras sociedades, um esforço consciente para construir valores compartilhados entre seus cidadãos. Uma sociedade que tolera o anti-intelectualismo em suas escolas favorece ao surgimento de uma cultura idiotizada que cultua celebridades e sentimentalismos em vez de conhecimento e sabedoria.

As escolas não vão se tornar obsoletas por causa das novas tecnologias uma vez que seu papel como instituições de aprendizagem tornou-se mais importante hoje do que o foi no passado. A tecnologia pode suplementar as escolas, não substituí-las. Mesmo as tecnologias eletrônicas mais avançadas são incapazes de converter seus mundos de informação em conhecimento maduro, uma forma de mágica intelectual que requer professores competentes e bem preparados.

Para serem bem sucedidas, as escolas precisam estar voltadas para sua missão fundamental de ensinar e aprender. E elas precisam fazer isso para todas as crianças. Essa deve ser a meta mais abrangente das escolas no século XXI. (p. 465-467)

113 Respostas to “006. A Importância das Escolas”

  1. Um texto para ler e meditar « Boteco Escola Says:

    [...] Um texto para ler e meditar Publiquei uma tradução das páginas finais de Left Back, livro de Diane Ravitch sobre os equívocos da Escola Nova. Vale a pena conhecer tal material. Se você for curiosos e quiser saber mais, dê um pulo lá em 6. A Importância das Escolas. [...]

  2. ze carlos Says:

    Cumprimento o Prof. Jarbas pela iniciativa do trabalho. A preocupação de Diane Ravitch com o ensino passou para mim, ficarei mais atento quanto as escolas para meus familiares. Espero que tirem do Ginásio, atual Ensino Fudamental, a análise sintática. rs rs.

  3. Cleo Pisani Says:

    Caro Jarbas:
    Li o artigo; gostei. Acho que deveria ser distibupido a todos os educadores e, principalmente, àqueles que formulam as políticas do país, as quais favorecem a alienação daqueles que são o patrimônio cultural de um país (os professores e ducadores, em geral), vítimas de uma formação precária, o que torna a relação ensio-aprendizagem uma farsa!
    Beijo
    Cleo

  4. Elisa Kerr Says:

    Olá Jarbas,

    Concordo plenamente com Diane Ravitch a educação é para todos e educação com princípios, valores e conteúdo sim, que nos leve a compreender o que acontece ao nosso redor, que nos ensine a buscar mudanças coletivas.
    Temos vivido tempos de individualismo, cada um por si, não importa o que está acontecendo com o outro. Ao mesmo tempo prega-se a conservação do patrimônio cultural material e imaterial, que contradição!

    Elisa M. Kerr

  5. Luciana Raspa Says:

    Concordo com a fala de Diane Ravitch, acredito que muitas coisas são desprezadas pela nossa sociedade como a nossa história, os professores não ensinam como antigamente, não demonstram a importância histórica social, os alunos não vêem a importância dos fatos históricos e estudam para passarem de ano, decoram e nem sabem o porquê… Eu digo isso porque esses dias eu estava ouvindo a Joven Pan AM e escutei uma reportagem que me deixou preocupada. Era uma entrevista com vários jovens de escolas publicas, o reporter perguntava se conheciam Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, João Goulart, Jânio Quadros, Fernado Collor de Melo, bom, era um presidente para cada um que respondia não conhecer, nunca ouvir falar, ou absurdos como: é jogador de futebol, é governador… tudo menos uma resposta coerente…
    Mas, quando o reporter enverteu as perguntas e fez sobre nomes de jogadores de futebol como: Ronaldo Luis Nazário de Lima (Fenômeno), Diego Maradona, Cristiano Ronaldo (jogador da Seleção de Portugal), Ronaldo de Assis Moreira (Ronaldo Gaúcho), e outros, as crianças responderam com espontaneidade e coerência, sabiam tudo, detalhes, em que time começaram, onde jogaram no Brasil, onde estavam, no time que estavam, onde nasceram…
    Aí, eu fiquei pensando, onde os educadores estão errando? Será que falta criatividade para passar os conteúdos necessários para um ensino e aprendizado ideal?
    Acredito que o problema é educacional, mas no sentido de formação dos docentes, do preparo que os educadores têm.
    Eu vejo muita gente no último ano que odeia crianças, dar aula, pesquisar conteúdos pertinentes, trabalhar (odeiam) e pra que está nesse curso? O pior é que não conseguem empregos e acabam, virando professores, tem que dar aula como muitos acabam fazendo, virando profissionais frustados, e, acabamos vivenciando situações como essas…
    Professores que visam a transmissão do conhecimento não ensinam a importância cultural dos fatos, relação do passado com o presente, a importância de aprender cáculos matemáticos, da relação com o outro, do respeito ao próximo, direitos iguais, trabalhos coletivos….
    Muitos professores nem sabem o que é trabalhar coletivamente!
    Esta faltando reflexão pessoal! Olhar para dentro e observar se fazemos o que falamos, e educar para o futuro é pensar nas atitudes como educadores reflexivos!!

  6. Luana Barbieri Says:

    Olá, Prof.º Jarbas…

    Achei o texto muito interessante e digno de uma pausa para reflexão.
    A escola deve ir além, não apenas ensinar a ler e escrever, mas sim preparar estes alunos para a vida, para uma sociedade mais justa e mais digna, tornar cidadãos criticos, conscientes e capazes de mudar a realidade.
    Isso não é só para as escolas, mas também para as Universidades que estão formando qualquer profissional, muitas vezes sem experiências e mal qualificados, sem um mínimo de preparo que logo se inserem no mercado de trabalho.

    Abraços…
    Luana.

  7. O indizível « detritus toxicus Says:

    [...] Julho 4th, 2007 · No Comments Grandes organizações sociais só alcançam sucesso quando se voltam para aquilo que fazem melhor. … [...]

  8. Ir. Maria Says:

    Coro profº é com grande satisfação que comento esse artigo, realmente as escolas estão investindo muito pouco na area tecnologica dos alunos, pois dessa forma não se forma cidadão crítico em relação ao que se ensina, no entanto para o aluno ser bem sucedido é preciso que a escola ou melhor as escolas se voltem realmente para sua missão primeira. Para que haja essa troca que é de aprender e ensinar ao mesmo tempo. É possível é, portanto as discíplinas ensinadas nas escolas nos dias atuais se reduzem em o basico. Achei muito enriquecedor para nós futuros educadores para nos familiarisarmos com esse texto e tê-lo sempre diante dos olhos de gestor e fazer uso com os educadores de uma determinada escola. Abraço grande até outro momento se Deus quiser. Ir. Maria

  9. Ir. Maria Says:

    Caro profº é com grande satisfação que comento esse artigo, realmente as escolas estão investindo muito pouco na area tecnologica dos alunos, pois dessa forma não se forma cidadão crítico em relação ao que se ensina, no entanto para o aluno ser bem sucedido é preciso que a escola ou melhor as escolas se voltem realmente para sua missão primeira. Para que haja essa troca que é de aprender e ensinar ao mesmo tempo. É possível é, portanto as discíplinas ensinadas nas escolas nos dias atuais se reduzem em o basico. Achei muito enriquecedor para nós futuros educadores para nos familiarisarmos com esse texto e tê-lo sempre diante dos olhos de gestor e fazer uso com os educadores de uma determinada escola. Abraço grande até outro momento se Deus quiser. Ir. Maria

  10. ana granado Says:

    olá professor jarbas! como vai? li seu artigo sobre a importância das escolas. acho que é pura ingenuidade dizer que a educação pode resolver todos os problemas do mundo. mas estou certa que, se levada com mais seriedade e compromisso poderia resolver boa parte deles. infelizmente, estive fazendo estagios em escolas publicas nos ultimos anos de faculdade e as atitudes que tenho presenciado por parte de alguns professores não foram nada animadoras. fiquei plantada na sala de professores que não sabiam quem eu era nem o que estava fazendo lá. então ouvi coisas que me deixaram deprimidas, sai de lá me perguntando, o que eles estariam fazendo ali ,se diziam odiar o trabalho, os alunos, os pais dos alunos, os cocdenadores, o salário, o sistema educacional, o secretário da educação, etc.., etc.., etc… realmente acho dificil mudar alguma coisa se continuarmos trabalhando sem um minimo de reflexão a respeito da importancia do nosso trabalho.

  11. Rosângela Mengai Says:

    Olá Prof. Jarbas!
    Infelizmente, estamos passando por uma crise sem precedentes. Os professores e as instituições educacionais quando falam, normalmente, só reclamam e não agem e, ainda abrem espaço para aqueles “entendidos em Educação”, que nunca entraram numa sala de aula como educadores, falarem o que é certo ou errado ou ainda, traçarem planos de ações…
    E isso não é o pior! Pior, é ver colegas concordando ou não com os “istas” e não fazerem nada a respeito! Nem o que os “istas” sugerem, nem o que eles acham certo. Apenas ficam na cômoda e confortável posição de reclamar e apontar erros…
    Sem querer ser mensageira do apocalipse, mas se não refletirmos sobre as nossas posturas e de fato passarmos para ação, “Adeus, humanidade!”, “Adeus homem que se diz inteligente e superior a todas as espécies que habitam o planeta!” e, “Viva a cultura idiotizada que cultua celebridades e sentimentalismos em vez de conhecimento e sabedoria!”.

  12. Movimento na Rede « Boteco Escola Says:

    [...] obra de Diane Ravitch que faz uma análise preciosa da história da Escola Nova nos EUA. O texto, 6. A importância das escolas, foi mencionado por um importante blog de ciência editado em Portugal, o De Rerum Natura. A [...]

  13. fmaria Says:

    Olá Jarbas,

    A autora relata o problema da “amnésia das massas” devido a ausência do ensino de história e isto acredito ser preocupante para o nosso futuro. Este fato pode ser comprovado a qualquer momento quando conversamos com adolescentes sobre o assunto, eles demonstram nada saber a respeito, pois estão muito presos ao que a mídia está divulgando, ao momento atual sem se darem conta de que existiu um “ontem” e haverá um “amanhã”.
    Quando conhecemos um pouco do que ocorreu com a humanidade durante estes longos tempos de existência, percebemos o que poderá ocorrer logo à frente. Podemos começar a fazer diferente sabendo que outros já fizerem e deu errado.
    Considero que o importante na escola de hoje é despertar no aluno a vontade e o interesse de aprender, de ter sede pelo saber. Digo isso, porque é o que está acontecendo comigo. Hoje já não consigo ficar preso ao que os outros me apresentam, gosto de ir buscar o que quero, gosto de pesquisar e descobrir coisas novas. Percebo que essa busca incessante pelo saber, pelo conhecer algo novo é o que me faz crescer como pessoa e é isso que devemos proporcionar aos nossos alunos.

    Maria Figueiredo.

  14. Cibele Says:

    Antigamente gostava de estudar. Com o passar do tempo, não entendia pra que servia história. Era uma matéria que não fazia o menor sentido. Pra que vou querer saber sobre uma coisa que aconteceu? Era isso que eu pensava, talvez fosse, indiretamente, induzida a pensar assim. Realmente as escolas mtas coisas que aprendemos não faz o menor sentido, mas talvez por não entendermos pra que aprendemos tais coisas. Poderia ser uma pessoa mais esforçada, e podemos até dizer que “mais inteligente” se as escolas se preocupassem em ensinar. Ensinar para que possamos mudar o presente e pensarmos a longo prazo. Hj formada no curso de Pedagogia, vejo a importância que tem cada matéria. A necessidade que temos de saber para não nos tornarmos ignorantes. É uma pena que mtas pessoas de cargos importantes, não tem o mínimo de conhecimento sobre a área e mto menos ter passado por experiências para poder melhorar a Educação. O interesse político é o que mais prejudica, e as pessoas vão ficando cada vez mais ignorantes e se sentem “satisfeitas” com as coisas que acontecem.

  15. Fabiano Portela Schmidt Says:

    Salve Profo…
    Acho que a maioria dos comentários que eu faço sempre remeto a lembranças de coisas que ouvi de pessoas importantes na minha vida. Bom não vou mudar esse padrão. Minha avó sempre dizia sobre o verbo. Ela falava que o verbo era a coisa mais importante porque ele é ação. A tradução do texto de Ravitch me faz pensar em quantas palavras não são propriamente verbo no sentido morfológico, mas que para mim instigam a ação. Ravitch usa de “verbos” como responsabilidade pessoal, curiosidade intelectual, coragem; ela fala de ensinar respeito a cultura do mundo. Mas o que mais me chama a atenção numa lida rápido e que pede mais do texto, é o verbo “disperdício da riqueza de um povo, a sua inteligência. A Nova Escola ainda tem reflexos na educação no Brasil, reflexos nas ações, nas nossas ações que deixam de valorizar a ciência, os estudo, a pesquisa. A escola que forma copistas e colistas de internet. Do discurso ofendidíssimo, mas sem mudanças. O texto também me leva de volta as aulas de filosofia do meu terceiro ano, em que meu professor disse que a função da escola era formar pessoas boas, que sua missão primordial era, como diz Ravitch, ensinar e aprender.

  16. helena Says:

    Comentário sobre o texto de Diane Ravitch – a importância das Escolas.
    Sou professora da rede estadual de educação e também sinto muita indignação em relação ao que é ministrado nas escolas. O que poucos sabem é que embora muitos professores tenham uma péssima formação, pois as instituições superiores não suprem o que faltou dos ensinos fundamental e médio, por outro lado, as pressões que sofremos para adequarmos nosso programa de trabalho a um pensamento corrente nos setores públicos, nas divisões regionais, nos supervisores e principalmente nos diretores andam na contramão daquilo que nós entendemos, assim como Diane, uma educação de qualidade. Fica no foco das autoridades a quantidade de repetências e não a qualidade dos que são aprovados. O que os órgãos públicos deveriam fazer é garantir que o aluno desinteressado seja engajado, através de cobrança de sua atuação, para que ele seja um número a mais nos recuperados com conteúdo.

  17. Mario Augusto dos Reis Says:

    Caro Jarbas;

    Lí o extraido e considero a reflexão apresentada de tal importância que poderia ser base para um trabalho interno do Senac neste sentido.
    Hoje, preconizamos por demais a idéia de “resgatar” a cognição individual e partir dela para as ações educacionais. Sem dúvida isso deve fazer parte do contexto, mas não é só o que importa.
    De qq forma, obrigado por compartilhar conosco sua percepção sobre a relevância do tema.

    Abç

  18. Eliane Fernandes Cândido Says:

    Olá Profº. Jarbas

    Li a reflexão do texto acima, e confesso ter ficado impactada com as palavras de Diane Ravitch. Pude perceber ainda mais o valor da escola na vida de nossas crianças, e mais do que isso, para a nossa sociedade.
    Não há tecnologia no mundo que venha substituir valores éticos e morais que são gerados nas salas de aula. Muitas vezes precisamos ouviir, ver ou ler textos como este para se dar conta disso.
    Agradeço pela indicação e por partilhar conosno sobre o tema.

    Eliane F. Cândido
    USJT/ 1APGN

  19. Nivaldo Says:

    Ola Mestre… Como anda?

    Bom mestre, sinto saudades de nossas reflexões, quero que saiba que elas foram demasiadamente importantes para minha formação como humano.

    Li com entusiasmo o texto de Diane Ravitch e, com maior entusiasmo ainda, os comentários de vossos alunos e alunas, é interessante perceber como o diálogo deles está, de alguma forma, umedecido de teorias.
    O mais fascinante do texto, e certamente o que mais me chamou atenção é a forma como a autora se refere à escola:
    “Elas devem ensinar os mais jovens a respeito da cultura e do mundo no qual vivem”
    “As escolas não podem competir com a riqueza visual da televisão”
    Elas, escolas, sujeitos da oração.
    Se vemos a escola como sujeito ativo, como autoras de um verbo, precisamos, urgentemente, repensar essa escola.
    Se antes a escola era vista como um lugar onde se ensina, hoje, até em nossa fala, a escola é vista como algo que ensina. E ai surge o questionamento. Ensina por quem? Para quem e para que? Como? E o que?
    E é nesse ponto que distancio da autora, em seu texto ela argumenta, com razão, da importância das disciplinas tanto para os indivíduos quanto para a sociedade, apela para o fato de que:
    “Uma sociedade que não ensina ciências para todos favorece a proliferação de movimentos irracionais e de sistemas de crenças anti-científicos.”
    “Uma sociedade que volta suas costas ao ensino de história encoraja a amnésia das massas, fazendo com que as pessoas ignorem eventos e idéias importantes do passado da humanidade, e provocando a erosão da inteligência cívica necessária para o futuro.”
    E é apenas neste ponto que coloco uma ressalva ao texto, de qual ciência estamos falando? De qual história estamos falando? E, de qual literatura estamos falando?
    Se for a ciência de jogar fora o saber popular, impondo assim uma ciência certa, prefiro que fiquemos com “a nossa ciência”. Se for para contar a história contata pela elite que insiste em tomar de nós, até mesmo, nossos heróis, maquiando movimentos, guerras e confrontos, chamando, por exemplo, a invasão romana as terras alheias de “expansão do império romano”, e quando aqueles que tiveram suas terras saqueadas voltam para re-tomar o que a eles pertenciam, de “invasão bárbara”, também prefiro ficar com a nossa história.
    Quando a escola, corretamente, conjuga o verbo ensinar, ela sempre o conjuga em relação a duas extremidades: Àquele que ela ensina. O aluno. E àquele que usa ela para ensinar, muitas vezes a elite dominante.
    A escola ensina ao aluno os valores de uma elite que, geralmente, não trazem significado nenhum a esse educando…
    No relato da Cibele:
    “Com o passar do tempo, não entendia pra que servia história. Era uma matéria que não fazia o menor sentido. Pra que vou querer saber sobre uma coisa que aconteceu? Era isso que eu pensava, talvez fosse, indiretamente, induzida a pensar assim.”
    O “saber escolar”, quando descontextualizado torna-se, ao educando um martírio sem sentido.
    Bom acho que já falei demais, mas tem mais duas coisinhas que preciso falar…. ou melhor dois comentários que preciso comentar (confuso isso)

    O primeiro é da Helena que diz:
    “Fica no foco das autoridades a quantidade de repetências e não a qualidade dos que são aprovados.”
    Assisti uma palestra com o professor Almerindo – Universidade do Minho – Portugal onde ele deixou bem claro os problemas do estado competidor. Hoje os estados competem entre si e, nesta competição, o que importa são números que muitas vezes não fazem sentido algum à nossa realidade.
    E por ultimo a colega Eliane Fernandes Cândido que disse:
    “Não há tecnologia no mundo que venha substituir valores éticos e morais que são gerados nas salas de aula.”
    Apenas para reforçar cito Paulo Freire que apresenta três temas básicos para construir a Pedagogia da Autonomia (1996, páginas 12-21-36), que leva à formação para vida, são eles: não há docência sem discência, ensinar não é transferir conhecimento e ensinar é uma especificidade humana.
    Abraços Cordiais.
    Nivaldo Junior

  20. Raí Says:

    Antes de qualquer comentário agradeço pelo espaço que o prof. Jarbas disponibiliza para este tipo de debate.
    Li com alguma atenção o texto da Diane Ravitch, e em seguida alguns dos comentários.
    O que mais me chamou a atenção é que a maioria das opiniões vão de encontro a uma total concordância sobre o que está escrito. Não que eu seja “do contra”, mas é que faltam alguns subsídeos para compreender, no sentido da palavra, algumas posições adotadas pela autora.
    Quando se trata do verbo “ensinar” acredito que deva detalhar o venha a ser, e que devemos falar processos, plural, de ensino e aprendizagem, algo bem exposto pelo Nivaldo Junior.
    Em relação “Três grandes erros dominam certo pensamento sobre as escolas: [...]o terceiro é a crença de que as escolas precisam enfatizar as experiências imediatas dos estudantes e minimizar (ou até mesmo ignorar) a transmissão do conhecimento [...] o terceiro priva os mais jovens de aprender com a experiência de outros, e impede que eles possam subir sobre os ombros de gigantes em qualquer campo do pensamento e da ação”.
    Isso me assusta! O final do texto acima me faz lembrar uma frase de Sir Isaac Newton (posso estar enganado) – sobre os ombros de gigantes – que na minha leitura não se aplica em “receber” conhecimento de outros pesquisadores, mas que lhe deram possibilidades de seguir adiante, inclusive com “erros” que Newton detectou após seus estudos. Estudos que possibitaram “apropriação” ou “desenvolvimento” de seus conhecimentos.

    Obrigado pelo espaço, abraço Raí

  21. Lucielaine Pavan Giatti Says:

    Olá professor.
    Concordo plenamente com o artigo. Devemos nos envolver com nossos alunos e fazer deles verdadeiros cidadãos para a humanidade e não transformá-los em máquinas para passarem no vestibular ou serem ditadores. Temos que ter alunos pensantes, participativos e acima de tudo éticos. Um grande desafio em um momento de tantas desigualdades sociais. Vamos continuar lutando.

  22. Beth Fadel Says:

    Olá, Jarbas, gostei muitíssimo do seu blog. E a idéia de “boteco” é excelente, pois nos “botecos” o clima é de conversa solta, sem muita censura, e os esnobismos acadêmicos, digamos assim, não têm espaço. É com esse espírito, portanto, que vou dar minha opinião sobre o “A importância das escolas”, tá?
    Jarbas, entre a tese e a antítese, fico com a síntese! No meu entender, partir do “aqui e agora” e de “experiências imediatas” não significa, absolutamente, esvaziar a escola dos conteúdos construídos pela humanidade, mas de superar a perspectiva da acumulação e de promover um trabalho que dê mais sentido a eles. Como aluna do Conservatório Musical Alexandre Levi, nos anos sessenta, tive aulas e aulas de História da Música, entre outras disciplinas, que eram desenvolvidas paralelamente ao estudo do instrumento (note que coloquei o “paralelamente” em negrito). Hoje, faço pesquisas e estudo o contexto e a obra de um determinado compositor quando me preparo para ir à Sala São Paulo ou quando estou dedicada à interpretação de uma de suas composições. Afinal, estou estudando piano para desenvolver a competência de interpretar peças musicais nesse instrumento, de modo a ter e a provocar emoções nas pessoas que me ouvem. Para isso, os conhecimentos históricos e dos fundamentos das construções musicais precisam ser acessados (por transmissão do professor, por leituras, etc), reelaborados (novos elementos / novas análises são possíveis) e mobilizados na ou transpostos à interpretação. Não se trata de pragmatismo ôco, intuitivo, irracional ou anti-intelectual, mas de valorizar e de dar espaço ao método indutivo no processo de aprendizagem. Claro que a maturidade (não a “excessiva”) nos torna melhores aprendizes, mas se eu tivesse estudado piano da forma como estou fazendo hoje, acho que teria feito outras opções na vida.
    Abração.
    Beth

  23. Camila Kogima Says:

    Oi Jarbas,
    Gostei muito do artigo e acredito que as escolas do seculo XXI consiga fazer o que a autora Diane Ravitch disse em seu livro. Sei que nos educadores temos que dar priviligios a todos e nao apenas em que queremos, temos que ajudar a todos principalmente aqueles que nao querem aprender temos que despertar o interesse em todos.
    Um grande abraço Camila

  24. Deise Soares Anselmo Says:

    Olá, Profº Jarbas.

    Concordo com este artigo. É evidente que todos temos uma responsabilidade com à educação, principalmente os professores que tem a teoria e a sabedoria de fazer a prática educacional, mas é necessário que os diretores de escolas públicas e privadas saibam dessa importância e dêem autônomia suficiênte para os professores competentes e comprometidos com uma educação de qualidade fazerem o que sabem: ensinar.

  25. Fátima Says:

    Olá Jarbas!

    A escola serviu para mim, mas já ouvi muita gente dizer que não. Numa recente palestra, ouvi um respeitado escritor e contador de histórias dizer que nela, ele sempre foi reprovado! Acredito que ele quis dizer que só aprendemos aquilo que nos interessa, o restante é descartado. Ainda não há escola para todos, porém, desde que a maioria da população começou a freqüentá-la, houve uma redução de conteúdos. Você já trabalhou em escolas municipais? Faço isso há 31 anos! Os alunos não são mais os mesmos. Para quê estudar se os professores andam de ônibus ou têm carro velho? Já ouvi político dizer que professoras não precisam de bons salários, mas de um bom marido! Às vezes, sinto-me uma “estranha no ninho” diante de uma maioria que não se atualiza. De uma coisa eu tenho certeza: a evolução não chegou às escolas. Não é preciso ser muito esperto para saber o motivo.

    Grande abraço,
    Fátima.

  26. Silvianira Says:

    Caro Professor Jarbas:

    Sempre admirei pessoas que sabem expressar suas opiniões de maneira clara, objetiva e apaixonante, características essas todas existentes nesse texto de Diane Ravitch.
    Fiquei especialmente impressionada com a afirmação dela em que a escola não resolverá todos os problemas do mundo como muitos acreditam, porque para mim isto é tão óbvio, mas ainda assim a escola é cobrada e culpada sempre por tudo e todos.
    Os professores da escola que trabalho, por exemplo, sempre comentam que um grande problema existente é que eles perdem muito tempo ensinando conceitos e valores que deveriam vir de casa. A função de complemento na educação do aluno – papel das escolas – com isso, torna-se deficiente.
    É necessário que haja uma aproximação da comunidade com a escola (e vice-versa), para que cada um compreenda a realidade de cada ambiente e aprenda a respeitar a diversidade existente.
    Paulo Freire tem uma frase que gosta muito, em que ele cita que a educação pode não mudar o mundo, mas sem ela, não haverá mudança alguma.
    Obrigado e um abraço
    Silvianira

  27. Débora Regina Says:

    Agradeço ao prof. Jarbas, por ter me convidado a visitar esse blog que é sem duvida de muita importancia para nós futuras educadoras…

    Assim como Luciana, escutei a reportagem da Joven Pan e me pergunto, será que devemos criticar às crianças por se interessarem mais por futebol do que por politica? Acredito que a “culpa” é de grande parte da escola que não faz do conhecimento algo interessante, algo prazeroso. Não consegue alcançar os alunos assim como faz a mídia. A televisão “agarra” as crianças com um show de sons e imagens. E a escola? O que faz para atrair a atenção do aluno? Acredito que se aproximar desse universo é um bom ponto de partida. Fazer do futebol, do cinema, assuntos a serem discutidos em sala de aula pode levar os alunos a compreenderem a escola como uma instiruição vinculada à sua realidade.

  28. José Luiz Negrini Says:

    Realmente um texto significativo para apoiar uma reflexão sobre a missão da escola, num mundo cada vez mais complexo em consequência de diversos fatores, mormente da globalização da economia e das descobertas científicas e principalmente tecnológicas e dos meios de comunicação e acesso às informações. Parabéns pela proposta deste texto, meu amigo Jarbas.

  29. PCAF Says:

    Es un texto interesante que apesar de abordar razones básicas del porque de la importancia de la escuela en una sociedad, deja de lado , o al vacío la idea fundamental de la familia. No es la escuela la que forma un buen ciudadano, apenas refuerza y mantiene la idea, hasta que esa amalgama de jovenes consigue incorporar la idea de que lo que recibieron en casa es bueno. Como dejar de lado la importancia fundamental de la familia, como instituidor de valores morales, de humanidad e de civilidad en nuestros niños. En diferentes sociedades que tuve la oportunidad de visitar e de convivir, como la Argentina, Venezolana, Chilena, Peruana, Brasilera, puedo decir que lo que lleva al debacle de una socedad es principalmente LA FALTA DE LA EDUCACION EN CASA, DONDE LOS PADRES HAN DEJADO ESA TAREA IMPORTANTE A A LA ESCUELA QUE EN SI MISMA NO LE COMPETE. Como reclamar de nuestros hijos, cuando no le damos atención, no los escuchamos, ni le brindamos el cariño que les fortalece. Y no se habla de dinero que existen algunos padres que creen que matriculandolos en la escuela mas cara, o llenandoles de dinero la cuenta bancaria dejaron el resto de formación a la escuela. O de aquellos modernos, que dejan a la niñera de turno la responsabilidad de formar un crio que necesita de sus padres, PADRES QUE PREFIEREN EL EXITO PROFESIONAL QUE DEDICARLES UN TIEMPO DE SU AGITADA VIDA para ver como anda ese ser humano em formación. Porque sinceramente Professor Jarbas, existen muchos pensadores, filósofos, educadores, instructores (de los muchos que existen sin ser educadores), que tratan de estos temas con una discusion y crítica impresionante, pero que en el interior de sus propias familias no consiguen haber educado, ni formado los hijos que procrearon, es decir contribuyen las grietas de la sociedad de las muchas tantas y existentes….. OTRO TEMA TAMBIÉN ES LA FAMILIA, donde aprendí que los valores e principios en un inicio se reciben dentro de un sistema dictatorial e depende de como hayan sido educados los dictadores. Porque aunque parezca mentira existen como en cualquier gobierno, aquellos que asfixian limitando sin dejar crescer a los crios, y de otra parte los liberales, donde los crios no conocen el respeto pot nada ni por nadie. PONDERACION Y TERMINO MEDIO, CREO NECESARIA LA ESCUELA PARA PADRES, PERO PADRES PRESENTES, OJO QUE EXISTE LA DIFERENCIA ENTRE PROCREAR, …….AMAR Y EDUCAR, donde además de procrear se interesa por la formacion de esos nuevos pilares de la sociedad!!!

  30. Surpresa « Boteco Escola Says:

    [...] o que aconteceu aqui com um pequeno texto que traduzi e publiquei na coluna Páginas deste Boteco: A importância das escolas. O texto em questão é fechamento do livro Left Back, um dos melhores apanhados de história da [...]

  31. jarbas Says:

    PCAF,

    Belos e bons comentários sobre educação e família. Mas não acho que o texto de Diane Ravitch possa ser criticado por não incluir a família em suas considerações. O livro todo (cuja última página traduzi e publiquei aqui) é uma obra sobre papel da escola na educação.
    Aparentemente, fora da academia, a professora Diane Ravitch parece ser uma mãe que fez um bom trabalho na formação de seus filhos. É interessante notar que a obra mais recente de Diane foi escrita a quatro mãos com seu filho Michael. Vi, acho que num blog que a autora publica com Deborah Meier, que escrever um livro com seu filho foi uma experiência emocionante. Abraço, Jarbas

  32. Tiago Luis (Licenciatura sábado) Says:

    Boa tarde professor.
    Achei muito interessante esse texto pois hoje em sala de aula discutimos a importancia do professor no processo de ensino aprendizagem, discutimos qual a parcela de culpa que ele tem ou não no ensino precario que temos hoje em dia no Brasil.
    Com base nessas informações, podemos refletir melhor sobre esse assunto que hoje em dia é muito comentado, acho que o texto passa a ideia que nós que somos(ou queremos ser professores, que é meu caso) professores devemos questionar e tentar mudar a forma de ensino que hoje é dada ao povo brasileiro.
    Um grande abraço

  33. Lélia (Licenciatura Sábado) Says:

    Olá professor Jarbas

    Agradeço a generosidade de compartilhar conosco um texto com uma reflexão clara e até um norte pra o caos que vivemos na área educacional. Concordo plenamente com o que é proposto por Diane Ravitch principalmente no trecho: “As escolas não vão se tornar obsoletas por causa das novas tecnologias uma vez que seu papel como instituições de aprendizagem tornou-se mais importante hoje do que o foi no passado. A tecnologia pode suplementar as escolas, não substituí-las. Mesmo as tecnologias eletrônicas mais avançadas são incapazes de converter seus mundos de informação em conhecimento maduro, uma forma de mágica intelectual que requer professores competentes e bem preparados.”
    Por que temos sempre que achar culpados pra nossa falta de interesse frente as adversidades em todos os campos de nossa vida? Não adianta lamentar a quantidade de informações que nos chegam, ou o governo que não paga bem o professor, ou o aluno que não gosta de estudar, é preciso nos ocuparmos da vontade de estarmos cada dia mais preparados para exercer o nosso ofício com excelência, para nos expor frente aquilo que não conhecemos, com curiosidade e uma dose extra de imaginação.
    E por isso estou aqui, desejo estar entre aqueles que infelizmente são exceções e ajudar a construir a regra, de uma base intelectual, social e moral muito mais firme.

  34. Aline Nascimento - Licenciatura-Sexta-feira Says:

    Olá,

    Jarbas,

    O texto é interessante , pois na verdade é o que acontece com a educação de nosso país atualmente. As crinaças saem do ensino fundamental sem ter conhecimento e mesmo assim passam de ano, dessa maneira a qualidade da educação vai piorando cada vez mais. As crianças vão crescendo e a falta de cultura vai crescendo junto com elas.
    Muitas crianças e adolecêntes não tem o incentivo para ler, estudar, trabalhar e ser um cidadão de bem, elas na maioria das vezes não são bem instruidas por seus famíliares e até mesmo pelos educadores não de um termo geral,porém parcial.
    Acredito que este texto nós leva a refletir sobre a educação do nosso país e o relacionamento aluno-professor e vice-versa, para que o professor se preocupe em cativar a atenção do aluno, propondo aulas criativas que ajudem o estudante e estimule o interesse dele. E aos estudantes para se esforçarem estudarem mais, procurar o conhecimento. Contribuindo para estimulo a criatividade do professor, dando a esperança de que vale a pena ser competente, pois muitos alunos se espelham em sues professores.
    Assim eles apredem a ter amor aos estudos e “aprendam a andar com suas próprias pernas”.

  35. Maira (licenciatura sexta) Says:

    Olá professor Jarbas…. Achei o texto muito interessante, principalmente em dois pontos: primeiro, logo no começo que diz ‘Grandes organizações sociais só alcançam sucesso quando se voltam para aquilo que fazem melhor.’ Esse é o grande segredo do sucesso nao só de organizaçoe, mas tambem de pessoas. O segundo ponto, quando diz que o papel fundamental da escola é ensinar e aprender, é um grande verdade. Muitas pessoas acham que uma escola boa é aquela que enche cadernos e mais cadernos de conteudo, o que é uma ilusão, pois mais cedo ou mais tarde esses conteudos serao esquecidos pelo aluno, ao passo que a formaçao do carater e a busca pelo conhecimento (coisas que não se ensina escrevendo) ficará para o resto da vida na memória de uma pessoa e a desenvolve grandemente. Concordo que deve-se ensinar alguns conteudos na escola, mas esse nao é o foco.

    Grande Abraço!!

  36. Samantha LIC sabado Says:

    A tecnologia pode suplementar as escolas, não substituí-las. Mesmo as tecnologias eletrônicas mais avançadas são incapazes de converter seus mundos de informação em conhecimento maduro, uma forma de mágica intelectual que requer professores competentes e bem preparados.

    Concordo com ela durante todo o texto, mas essa parte mostra bem o que muitos educadores pensam mas nao se aplica… bons recursos nao querem dizer melhor aula…. se o professor nao dominar o conteudo e nao souber ensina-lo, de nada valem.

  37. Juliana (Licenciatura Sexta) Says:

    Oi, prô!!!
    Achei interessantíssimo o artigo. Creio que o desafio maior está nas mãos dos professores, pois a sociedade aglutinou a idéia de educador com pai, mãe, família e nos incumbiu a responsabilidade de educar a criança em todos os aspectos, deixando de lado a importância da hierarquia familiar, boas maneiras e respeito para consequentemente, obtermos salas de aulas com alunos respeitosos. De um certo modo, está correto, mas não depende apenas de nós… O Brasil está engatinhando na melhoria da educação, entretanto, ainda falta muita coisa para chegarmos no topo educacional, por isso, o professor deve se manter atual, dinâmico e saber utilizar a aula de maneira criativa, a fim de que se possa prender a atenção do aluno e absolver o máximo de informação possível e desmistificar a idéia de que na escola, o aluno deve aprender tudo de tudo. (acho que escrevi a mesma coisa 2 vezes de maneiras diferentes). Ah… um comentário em especial: Confeço que não sabia ao certo como seria nossas aulas de tecnologia educacional, mas só pela aula inaugural, pude notar a importância desta matéria para quem deseja ser ou já é professor. Tomara que seja um ano excelente. Abraços e inté sexta.

  38. Marcelo Piñon LIC. Sabado Says:

    Boa tarde professor:

    Um texto que acima de tudo é verdadeiro, do começo ao fim, desde o
    papel principal das escolas de ensinar o básico de materias, por
    intermédio é claro do professor.
    E realmente a mídia e as tecnologias presentes nao podem substituir
    um profissional claro e disposto a ensinar uma determincada área de
    seu interesse.

    Sabado na materia Didatica e curriculo, a professora nos fez uma pergunta
    do que seria ensinar e aprender, num primeiro pensamento mais frio,
    nos colocamos como ensinar papel da escola e de aprender do aluno,
    nem sempre é desta maneira, e nem deveria ser, pois um bom professor
    tem que estar disposto a aprender coisas recentes, e aprender com seu
    próprio aluno.

    O texto deixa claro como seria a escola sem determinadas areas (disciplinas), como matematica, historia, portugues, este pensamento foi muito feliz, no caso faço Educação Física, e por mais que nao tenha sido comentada, também causaria grandes estragos nos jovens, bons professores devem ser claros e simples em suas explicações, a escolha de seus alunos num futuro ensino superior, depende de seus professores escolares.

  39. Priscila (LIC. SÁBADO) Says:

    Bom dia profº

    Li e gostei muito do artigo. Dividi-o com meus colegas do bacharelado. Agradeço-lhe por compartilhar esse texto conosco.

    Abraços,

    Priscila.

  40. Areti Collaro(licenciatura quinta-feira) Says:

    Prof. Jarbas
    Li este texto e gostaria de deixar minha opinião. Ao meu ver, já que só tenho experiência como educadora de filhos, a escola deveria voltar a ser o que foi no passado. Uma continuação da educação iniciada no lar, onde respeitavam-se os mais velhos, não somente pela idade mas por serem pessoas que iriam transmitir seus conhecimentos e formá-lo para o futuro. Torná-la uma pessoa do bem. De boa indole, apta a enfrentar o mundo. Na ânsia de se apresentar números condizentes com que se espera para sermos um país desenvolvido privilegiou-se a quantidade e perdeu-se na qualidade de ensino. Hoje, aprova-se o aluno sem ele ter a menor condição de freqüentar a série seguinte. Estamos criando uma geração que não possui condições de interpretar um texto e, com isto deixa de entender o que se passa a sua volta. Mais facilmente é manipulado e direcionado. Uma nação realmente é rica com um povo bem educado.
    Abraços,
    Areti

  41. Juliana Zulatto Licenciatura (sábado) Says:

    Bom dia professor.

    Talvez, A sociedade que permite que um vasto número de seus cidadãos permaneça deseducado, ignorante, ou semi-alfabetizado,seja interessante para alguns grupos.
    Quem vai assistir programas de televisão apelativos e infundados?
    Quem vai idealizar o mundo da celebridade burra?
    Quem vai aceitar alguns tipos de músicos e suas composições que são embutidas nos ouvidos de quem quer e também de quem não quer ouvi-las?
    As perguntas se estendem a vários campos; políticos, sociais, economicos…
    O que cabe às escolas e aos educadores é dar a ferramenta do conhecimento aos alunos, para que ele possa escolher por si o que lhe é bom. E não abraçar tudo o que é oferecido sem nenhum discernimento.

    Quero ressaltar que uma das minhas preocupações em ralação a esse assunto é justamente nos grupos que não enxergam vantagens na educação.

  42. Juliana Zulatto Licenciatura (sábado) Says:

    Bom dia professor.

    Talvez a sociedade que permite que um vasto número de seus cidadãos permaneça deseducado, ignorante, ou semi-alfabetizado seja interessante para alguns grupos; políticos, culturais, econômicos…

    Essa é uma das questões que me preocupa, porque cabe a escola e ao educador dar as ferramentas necessárias ao aluno, para que ele possa discernir as coisas que lhe interessa ou não

  43. Rosangela Says:

    Li, o texto e achei maravilhoso, ela mosta a importância da escola na vida das pessoas e principalmente da base, que no caso seriam as crianças, como cobrar jovens melhores se nossas crianças não recebem uma alfabetização necessária.

    Lic sexta(TECED)

  44. Thiago Allegranci Says:

    Professor Jarbas, parece que a Diane tirou todos os pensamentos de pessoas que não são alienadas neste país e conseguiu colocar em um só texto. Passarei este texto adiante para que os atuais professores e os futuros professores tenham o foco principal em ensinar a educação para seus alunos para assim conseguir o sucesso geral de uma escola, fazendo com que os alunos futuramente após, ter um conhecimento geral, possam definir suas vocações dentro de seus conhecimentos e ser um cidadão consciente e não alienado.

  45. Thiago Allegranci Says:

    Professor Jarbas, parece que a Diane tirou todos os pensamentos de pessoas que não são alienadas neste país e conseguiu colocar em um só texto. Passarei este texto adiante para que os atuais professores e os futuros professores tenham o foco principal em ensinar a educação para seus alunos para assim conseguir o sucesso geral de uma escola, fazendo com que os alunos futuramente, após ter um conhecimento geral, possam definir suas vocações dentro de seus conhecimentos e ser um cidadão consciente e não alienado.

    Um abraço Professor.
    OBS: Desculpe pelos erros de língua Portuguesa.

  46. Rosilene G. Ribeiro Lic. 6ª Says:

    Oi professor!

    O texto “lava a alma” de quem vê a escola como escola e entende sua importância . Gostei principalmente dos valores que a Diane Ravitch ressalta e que são tão claros mais ao mesmo tempo parecem tão esquecidos no tempo pela sociedade . O texto traz à sobriedade de volta ao meio educacional dizendo simplesmente que escola é escola… simples assim e brilhante assim!!!

    show!!!!

    bj
    Rose.

  47. Héllide (licenciatura de sab) Says:

    Oi!
    Gostei muito do texto ele me trouxe varia reflexões, principalmente a importância do homem e seu conhecimento. As escolas tem o principal os alunos falta apenas criar caminhos.
    Obrigada pelo texto.
    bjs,
    Héllide

  48. Dayse Brainer LIC - Sábado Says:

    Ola Prof°!

    Será q podemos mandar esse texto para os “senhores-políticos-da-educação”? Só pra ver se eles lembram desses principíos básicos da escola, qual a sua finalidade afinal… opz me esqueci, para eles nao é interessante esse tipo de aluno e sim aqueles idiotizados né.

    Até sábado,
    Brainer

    • Roseli Maria Rodrigues Monte Says:

      esses alunos são iguais a todos os outros a educação no Dom Marcelo é ótima os funcionários iguais meus netos de 5 e 6 anos estudam lá minha preocupação é com a falt a de água e sanitários sem condições o que podem os professores e funcionários fazerem? Nada quem tem que tomar providencias são os que estão com a verba destinada a Educação governador autoridades mexam-se as crianças de hoje serão os adolescentes do futuro mexam-se Parabenizo pelo que já fizeram falta ainda melhorar será por falta de verba?

  49. Fernanda Magalhaes LIC -sexta Says:

    Olá, Profº!

    Gostei bastante do texto… de forma bem clara, mostrou como devem ser as escolas, mas infelizmente não vivemos essa realidade… Muitas pessoas acham que a tecnologia substitui a inteligência humana, porém não é assim… “A tecnologia pode suplementar as escolas, não substituí-las.”
    Esta é uma das frases que mais chamou minha atenção: “Para serem bem sucedidas, as escolas precisam estar voltadas para sua missão fundamental de ensinar e aprender”, e é de responsabilidade dos educadores passar o conhecimento para seus alunos e também aprender com eles!

  50. Roberta Cristina de Jesus Says:

    Caro Professor,

    Gostei do artigo e acho que o texto nos dá a oportunidade de refletir não somente do papel das escolas na educação, mas também da atuação dos professores e educadores.
    Acredito que existe a falta de interesse por parte dos professores em querer ensinar, só sabem reclamar do salário e das condições de trabalho. Sem contar com a má formação que algumas universidades e faculdades oferecem aos mesmos.
    Acho que a mudança na educação deveria começar primeiramente com uma boa formação nas universidades, e também na busca pelo aprimoramento contínuo por parte dos professores. Que devem se tornar primeiramente bons exemplos de profissionais, para depois querer mudar alguma coisa.

    Roberta Cristina (LICENCIATURA / TURMA SÁBADO, 2008)

  51. (uma das) Aline (Lic / sexta) Says:

    Olá Professor!
    Eu gostei muito do texto e o achei muito interessante, pois trata de assuntos reais do cotidiano escolar de nossa época. Muitos professores de hoje em dia deveriam pensar em formas diferentes de ensino para que os alunos possam aprender coisas diversas ao invés de só aquele “feijão com arroz”, para que eles realmente absorvam conhecimento, cultura, entre outras coisas, ao invés de os docentes apenas “enfiarem” o conteúdo “guela a baixo”.
    Na minha opinião deveriam haver mais profissionais que realmente lecionam por amor, e não por comodismo. E também, claro, uma melhor valorização dessa profissão tão bonita. Talvez assim a situação da educação pudesse melhorar.
    Até amanhã, teacher!

  52. Lic. 6º Rosilene Gomes Ribeiro Says:

    Olá Professor!

    Esse texto “lava a alma” de quem está esperando algo mais das escolas, como por exemplo que elas sejam Escolas. A autora foi muito feliz na apresentação dos valores… da uma esperança ler textos assim!!! uma vontade de “arregaçar as mangas”… dá à escola o valor que mereçe ,
    um verdadeiro tesouro onde prepara-se cidadãos completos…
    simples assim e brilhante assim…

    bj
    Rose

  53. Cleuseni H. Carvalho Says:

    Olá Professor Jarbas!
    Eu gostei bastante do texto, pois mostra a importância do papel que a escola desempenha na sociedade, mas infelizmente a realidade é outra, algumas escolas não tem um bom conteúdo, não investem no aperfeiçoamento de seus professores, não incentiva a cultura. E espero que num futuro próximo possamos ter escolas com Diane
    Ravitch mostra em seu texto.

    Cleuseni H. Carvalho ( LIC turma de sexta )

  54. Aline Ashanti - licenciatura - turma sexta- Says:

    Olá Profº.
    Texto magnífico, já até indiquei para outras pessoas, incluindo meus colegas de trabalho.
    Como eu trabalho na área da educação (em um colégio)acompanho de perto a maneira que pais, alunos e outros diversos tipos de pessoas vêem a educação e a escola.
    Vale citar um trecho do texto em que diz: “Três grandes erros dominam certo pensamento sobre as escolas”, infelizmente vejo esses erros constantemente até em professores inclusive.
    É triste ver como algumas pessoas se acomodam, se conformam, ou muitas vezes nem tem noção de que algo está errado na educação, isso leva a outra variável, creio que os governantes não dão a devida importância para a educação/escola pelo fato de quererem para o nosso país, pessoas que aceitam tudo, que não pensam, que não argumentam.
    E uma escola que educa, que ensina com amor, que tem professores capacitados e que acreditam na educação, forma cidadãos que a meu ver, não são os que os governantes querem para o nosso país.
    A autora deixou bem claro o que é uma escola,o que ela deve fazer, sua importância e mostrou isso com argumentos.
    Finalizo meu comentário por aqui, elogiando mais uma vez o texto, parece que ela escreveu tudo o que eu tinha vontade de falar, tudo que eu pensava, claro que de uma maneira mais objetiva e madura.

    Aline Ashanti – licenciatura – turma sexta-

  55. Juliana Zulatto Licenciatura (sábado) Says:

    Boa Noite professor.

    Talvez a sociedade que permite que um vasto número de seus cidadãos permaneça deseducado, ignorante, ou semi-alfabetizado seja interessante para alguns grupos; políticos, culturais, econômicos…

    Essa é uma das questões que me preocupa, porque cabe a escola e ao educador dar as ferramentas necessárias ao aluno, para que ele possa discernir as coisas que lhe interessa ou não.

  56. Luciane Alvarenga - Licenciatura (sexta-feira) Says:

    Olá Prof°.
    Este é um texto excelente para reflexão e seria uma grande vitória se tudo o que ele prega fosse realidade. Não teríamos adolescentes saindo do ensino fundamental sem saber ler, escrever e calcular.
    A cultura seria mais valorizada e o futuro da nossa nação seria promissor.
    Não precisaríamos passar pelas dificuldades que hoje passamos e nosso país seria muito mais valorizado.
    Porém, a esperança é a última que morre, e os poucos que possuem esta consciência podem começar a luta para reverter um dia esta situação.

    Abraços.

  57. Maíra Ferri - Licenciatura (sexta-feira) Says:

    Olá Professor
    O texto em questão é muito importante, faz com que ocorra uma grande reflexão principalmente para educadores em formação que é o nosso caso, segue de inspiração e motivação para que em um futuro próximo consegamos mudar essa triste realidade que o ensino se encontra atualmente, podendo associar ferramentas ao nosso trabalho para inriquece-lo e não diminui-lo.

  58. Luciane Alvarenga - Licenciatura (sexta-feira) Says:

    Olá Prof°.
    Este é um excelente texto para reflexão e seria uma vitória se tudo o que ele prega fosse realidade. Não teríamos adolescentes saindo do ensino fundamental sem saber ler, escrever e calcular.
    Não precisaríamos passar pelas dificuldades que hoje passamos e o futuro da nãção seria promissor.
    A cultura seria divulgada e nosso país seria mais valorizado.
    Mas a esperança é a última que morre, e cabe aos poucos que têm essa consciência começar a lutar para reverter esta situação. Como é o nosso caso, já que somos futuros educadores.

    Abraços.

  59. Felipe (L - SEXTA) Says:

    Bom-dia!!!!!
    Gostei do texto e achei muito interessante e real os 3 principais erros que ocorrem nas escolas atualmente, principalmente o primeiro pois é normal os próprios pais acreditarem que a educação dos jovens e adultos fica encarregada somente às escolas e universidades sem que haja participação alguma da comunidade local.
    Abraços.

  60. Tiago Germano - Licenciatura (sábado) Says:

    Olá, Professor,
    O texto aborda um ótimo tema, gostei muito da associação com a situação atual das escolas, concordo que nada vale uma sociedade constituída de pessoas sem cultura que não tem a capacidade de críticar e analizar a situação em que vivem, um caso sério.
    Quanto à citação nada mais real do que a própria situação do país, que enriquece a idéia de país subdesenvolvido.

    Abraço.

  61. Vivian Tarício (lic. sábado) Says:

    Olá professor…
    Gostei muito do texto, em especial o trecho seguinte:
    “As escolas não vão se tornar obsoletas por causa das novas tecnologias uma vez que seu papel como instituições de aprendizagem tornou-se mais importante hoje do que o foi no passado. A tecnologia pode suplementar as escolas, não substituí-las. Mesmo as tecnologias eletrônicas mais avançadas são incapazes de converter seus mundos de informação em conhecimento maduro, uma forma de mágica intelectual que requer professores competentes e bem preparados.”
    É sempre bom lembrar que tecnologia nenhuma supera o ato de ensinar.

  62. Eduardo Calles Says:

    Um texto coerente que nos prova a existência de muitas instituições de ensino não cumpridoras de uma missão essencial: Ensinar e Aprender.

  63. Livia (lic sexta) Says:

    Gostei do artigo. Concordo nos aspectos citados.
    Mas acrescentaria que as escolas também precisam trabalhar a inteligência emocional dos alunos.
    Abraço

  64. Lygia (Licenciatura - sábado) Says:

    Boa Tarde Professor

    Gostei muito do texto, principalmente do trecho em que ela cita que a tecnologia pode suplementar as escolas e não substituí-las. Nada consegue substituir a maturidade e as experiências de professores que dedicam suas vidas a lecionar.
    Abraços

  65. Raphael Gregory (LIC - Sábado) Says:

    Pois, bem… No mundo atual que vivemos onde o cultivo do intelecto e da solidariedade é quase inexistente, este texto demonstra qual o verdadeiro papel que a escola deve desempenhar diante de seu aluno. Não basta só o conhecimento, é necessário saber conveviver, respeitar a natureza, o respeito a diferentes culturas, o consumo da arte e da literatura, … , é dar o conhecimento para que o aluno tenha autonomia e que através deste ele busque aquilo que precisa, este é o papel do professor, da escola e da sociedade.

    Sobre o texto: Excelente! As colocações da autora foram felizes, pelo menos em meu ponto de vista.

    Abraços e até Sábado.

    Raphael Gregory.

  66. Marcio (lic sabado) Says:

    Li e gostei muito!
    Abraço!

  67. Rafael Tadeu Says:

    Texto muito objetivo e de excelente colocação da importância do professor e da escola quando relacionado a tecnologia. Gostei muito…
    Abraços

  68. Carolina Franco Says:

    Oi professor!

    Gostei da abordagem do texto! Creio que epostar e investir na participação e desenvolvimento dos alunos na escola, promove o desafio do aprendizado individual, e logo, resultará em uma sociedade consciente, crítica e preparada.
    Infelizmente, a fusão da tecnologia com o ensino educacional atual, de forma desestruturada e mal planejada, desestabelece a missão de educar com qualidade.

    Abraço! Carolina

  69. Juliane (Lic - Sábado) Says:

    Oi Prof!

    Li os dois textos, ambos muito me fizeram pensar sobre o que EU pensava sobre todos esses conceitos e me fizeram refletir, o que julgo ser seu objetivo ao publicá-los.
    Muito bons.

    Abraço!

  70. Juliane (Lic - Sáb) Says:

    Oi Prof!

    Li os dois textos, e ambos me fizeram refletir sobre o que EU entendia por educação, ou tecnologia, ou métodos de ensino e aprendizagem. Creio que esse era seu objetivo.
    Muito bons os textos.

    Abraço!

  71. Thiago Araujo (Licenciatura/Sexta) Says:

    Prô,
    parece que eu errei o texto da outra vez (li o outro primeiro)… pelo menos já terminei os dois, não é mesmo?! =D
    Há muitos pontos importantes neste texto, mas vou me focar em um que imagino não ter sido tratado: a importância do ensino multi-disciplinado. Uma coisa que acho um erro, e que já ouvi muitas pessoas comentarem, é a idéia de direcionar o ensino fundamental e médio para uma única área. Como o texto mesmo diz, a ausência do ensino de todas as disciplinas forma profissionais (e cidadãos) especializados desde cedo. Embora acredite nem isso ser possível sem uma formação geral, esse sistema criaria pessoas boas em química, mas não teriam habilidade (por ter-lhe sido negada) de se abstrair e entender um poema. Por mais falhas que possam haver no sistema de ensino, uma que não pode acontecer é a segmentação do ensino por áreas desde o início (próximo aos tais Clássico, Científico e sei lá o que mais).
    Quando aos demais aspectos, acho que já foram tratados (da responsabilidade que a escola tem na formação do cidadão…).
    Ah, gostei do texto =D

  72. Priscila de Paula, Lic Sexta 17h Says:

    Li mas ja ta tarde pra comentar rsrsrrs você entende né prof? Pode ler meu caderno rsrsrs. Bjão!

  73. Fernanda Avila - Lic/sáb Says:

    Olá Professor,
    achei o texto bastante interessante e correto ao afirmar que a escola é de fundamental importância e só terá o sucesso por completo se além de ensinar as matérias como matemática e português a ler e ecrever ensinar também o indíviduo a construir um caráter sadio.

  74. sirleide (lic de sexta) Says:

    olá professor,
    li o texto e gostei muito!

  75. Aline Nascimento Says:

    Jarbás,

    Olá!

    Eu li o texto e achei super interessante, pois atualmente a educação do Brasil vem passando por uma fase um tanto precária. As crianças vão á escola e passam de ano sem ter o conhecimento necessário para serem promovidas, contribuindo em uma nação jovem com diploma , mas semi-analfabetos.
    Muitas crianças não são estimuladas para estudarem e fazem isso por obrigação. Essa nova geração preferem jogos, internet e tecnologia, poucos tem o habito de ler.
    Alguns professores aproveitam essa situação e vão levando de qualquer maneira, porque o professor não é estimulado pelos alunos, quantas vezes eles estam dando aula e os alunos não se interessam por mais que o ele esteja ali explicando e ensinando, é como se ele estivesse fanlando com as paredes.
    Então me pergunto de onde será que vem a defeiciência ?
    Quem esta desmotivado o aluno ou professor?
    Bem se o professor não tiver dominio sobre a matéria a ser aplicada, não propor aulas criativas e interessantes que cativem a atenção do aluno, cada vez mais os estudantes se distanciam da aula. Porém o aluno tem que ser estimulado pelos pais e não apenas pelos mestres.
    Para a aula ter um bom rendimento. Não basta só o docente fazer a parte dele os discentes precisam se preocupar com a educação deles também. Eu diria que tem que haver uma certa parceria entre ambas partes. Como diz um provérbio popular:” Uma andorinha só não faz verão.”
    Este texto nos faz refletir sobre a importância da escola, do relacionamento professor e aluno. Por isso o professor tem que ser um artitista: Dominar a sua disciplina,usar a criatividade, a tecnologia = (ferramenta + criatividade). Para que o estudante se sinta bem e aprenda a gostar de estudar. Assim o mesmo aprenderá a se expressar , expor o seu ponto de vista em qualquer assunto, criando um cudadão com auto-critica “que sabe andar cim suas próprias pernas”. Dessa maneira acredito que a educação terá um grande progresso.

  76. Aline Nascimento Says:

    Aline Nascimento Linc. Sexta

  77. Ricardo Palito (Lic. Quinta 2008) Says:

    Ola Professor!

    Achei o texto excelente, objetivo e claro. Está mais do que provado que as escolas andam optando por caminhos não muito adequados. Concordo plenamente com a autora quando se refere aos assuntos que precisam ser mais explorados, talvez não diretamente, mas pelo menos que se consiga abrir a primeira porta aos alunos como: arte, cultura, musica, esportes, etc., alem do ensino clássico e da educação propriamente dita.

  78. karina Says:

    olá, sou Karina adorei muito seu site , muito interessante muito educativo

  79. Sol Says:

    Sou estudante de pedagogia e me interesso muito pelo se site, que é muito dinâmico e didático.

  80. jarbas Says:

    Oi Sol,obrigado pelos elogios e pelas visitas. Apareça com mais comentários. Este Boteco quer ser um local de muita prosa.Abraço, Jarbas.

  81. nathalia Says:

    isso tudo é uma besteira

  82. Tania Keller/Sonia Says:

    Concordamos com o texto, principalmente quando a autora relata a importância de se ensinar as disciplinas nas escolas e passar às gerações atuais o que já descobrimos e aprendemos até aqui.

    Um abraço.

  83. shirlei Says:

    Concordo com a autora com relação aos três grandes erros sobre a escola, mas principalmente no que se refere, a de ser a mesma, a grande salvadora da sociedade. Sem dúvida nenhuma, ela é importantíssima para a formação das gerações mais jovens, mas não é a única, como é divulgada atualmente, tirando o foco de outras instâncias que também têm essa responsabilidade. A sociedade como um todo, é a responsável, e não somente a educação.

  84. LUCIANA e KÁTIA Says:

    A escola tem sido responsabilizada pela solução de todos os problemas sociais. Ela, muitas vezes, está fazendo o papel da família e está sendo vista como culpada pelos problemas advindos da falta de estrutura familiar que se reflete na sociedade. Por outro lado, também vemos que a desvalorização dos conteúdos acadêmicos é crescente em nosso país, o que acarreta em uma desvalorização de nossa própria cultura e um depreciamento dos profissionais da educação. Os alunos também sofrem com isso, porque não conseguem ter perspectivas melhores para o futuro, desanimando diante de uma “empurração continuada” e uma escola que está perdida diante de tantas propostas e poucas respostas.

  85. Gláucia e Paula Says:

    Olá, Jarbas

    Concordamos com o texto acima, pois a tecnologia não substituirá o professor. A aprendizagem acontece em todos os momentos e lugares, mas na escola há uma intencionalidade pedagógica, a qual entre outras coisas favorece a relação professor-aluno, tornando a aprendizagem significativa, baseada no conhecimento e afetividade mútua.

  86. Leila Says:

    O texto é bastante rico e coerente, pensar em educação escolar com certeza é pensar na realidade do aluno, respeitar os conhecimentos prévios, mas, acima de tudo também acrescentar novos conhecimentos, propiciar para que esta realidade não continue na mesmice de geração a geração.
    Atualmente é impossível desvincular a escola das novas tecnologias, principalmente da Internet, isso faz parte da realidade desta geração, mas a internet por sí só nem sempre produz aprendizagem signifcativa, e é a escola quem possui condições para tornar o uso deste recurso uma ferramenta educacional, realmente significativa ao aluno.

  87. Verônica Says:

    Olá

    Achamos o texto interessante, realmente nos preocupa a ideia dos modismos educacionais, pessoas que não compreendem direito certas tendências, mas querem parecer “atualizadas”. Não podemos nunca deixar de lado os conteudos curriculares de responsabilidade das instituições de ensino, mas não dá para retroceder no tempo, acreditamos sim na construção do conhecimento pelo aluno e que o professor não é um mero transmissor do mesmo. Há um ponto de equilibrio possivel de se alcançar, para tanto você precisa acreditar no que faz e conhecer o que utiliza, fazer só por fazer, para estar na moda vai com certeza perpetuar o que temos hoje, uma educação muitas vezes sem referências.
    Assim vemos a tecnologia educacional, como novas ferramentas a acrescentar no processo de ensino e aprendizagem, não um fantasma que amedronta a posição do educador e nem um recurso mágigo que garante a aprendizagem por si só. Como disse o professor, em tudo há um lado positivo e outro negativo, escolher o lado certo necessita de clareza e conhecimento, alem de muitas vezes transitar entre os dois lados até se equilibrar no ideal e possivel.

  88. Arlene & Silvana Says:

    Já começando pelo nome, o blog é muito interessante pelo fato de não haver lugar mais gostoso de bater um papo aberto, sem preconceitos … cada um falando o que pensa e acredita, desfiando numa boa prosa sem pressa de ir
    O docente precisa compreender que o computador, software, laptop são ferramentas e o professor precisa assumir o seu papel de comandante da nau… possibilitando a interação dos alunos

  89. Ana Claudia e Patrícia Says:

    O texto é bastante reflexivo. Concordamos com tudo que ele nos traz. A questão maior é: Alguns professores estão enraizados em práticas e teorias de sua formação inicial; como levá-los a utilizar a tecnologia como uma aliada à sua prática educativa?
    Por outro lado, existem profissionais da educação que já incorpararam a tecnologia à sua rotina de maneira equivocada, entendendo que a tecnologia, por si só, é suficiente no processo de ensino e aprendizagem. Como administrar essa questão?
    Entendemos que a tecnologia não substitui nem o professor, muito menos a prática real de situações desafiadoras.

  90. Vilma e Kátia Says:

    Consideramos o texto muito pertinente tendo em vista o contexto educacional em vivemos. Apesar de convivermos com diferentes recursos tecnológicos, a necessidade de se formar cidadãos críticos, com habilidades para julgar, selecionar, produzir, enfim, de transformar informação em conhecimento, ainda precisa ser suprida, sendo papel da escola trabalhar para isso, refletindo principlamente sobre modismos e valores.

  91. Rosely e Claudiane Says:

    Fizemos uma leitura deste trecho de Diane Ravitch e observamos que as indicações feitas pelo Jarbas , aguçaram nosso olhar quanto o que devemos esperar do papel da escola atualmente.
    Após lermos os três grandes erros sobre as escolas, refletimos o quanto eles estão presentes na nossa realidade. A crença de que devemos sempre levar em consideração a realidade da criança, seu dia a dia e minimizar a transmissão de conhecimento contribui para que ocorram muitos equivocos e muitos projetos sejam repetitivos e sem sentido, buscando uma multidisciplinaridade.

  92. Miriam e Rosa Says:

    No final do texto, a autora apresenta a seguinta afirmação “as escolas precisam estar voltadas para sua missão fundamental de ensinar e aprender”.
    Como educadores, muitas vezes, sentimos-nos numa “loja didática”, onde são oferecidas diferentes formas e maneiras de ensinar e aprender.
    Este texto lembra a “curvatura da vara” citada por Dermeval Saviani. Acredito que o diferencial na ação educacional está na equação entre o que já oferecido no campo da Didática, Psicologia, Filosofia e outras áreas do conhecimento e as novas tendências educacionais.

  93. Ravitch: cinco mil visitas « Boteco Escola Says:

    [...] cinco mil visitas Ontem, o pequeno texto A Importância das Escolas, de Diane Ravitch, que traduzi e publiquei neste Boteco alcançou a cifra de cinco mil visitas. [...]

  94. Escola pra quê? « Boteco Escola Says:

    [...] Importância das Escolas, texto de Diane Ravitch que publiquei aqui no Boteco Escola [...]

  95. lila smartinh Says:

    li e gosteiiii

    auu
    x)

  96. sandra martis Says:

    ola li o teu artigo e gostei pois ajundaste me em muita coisa pois nao sabia a importacia da escola e pk e importante mais agora ja sei mais ou menos……bjx e

  97. mara Says:

    Nossa,adorei,min ajudou e muito,pois fiz uma redaçao com esse tema,
    acredito que fui bem.
    bjus

  98. Lucinda Says:

    Fui professora dos diferentes niveis de ensino em Portugal
    Liceu (10 anos), formaçao de professores (10 anos), depois dei aulas na universidade,mas sp estive ligada tb ao mundo da radio, tv, jornais e animaçao cultural (musica , pintura).
    Trabalhei com jovens com muita paixao e amor!
    Foi maravilhosa essa relaçao.
    Agora entre nós, tudo parece ter mudado, mas os meios de abertura para o mundo dos jovens tb mudou. Penso q os valores e o bom senso e a dedicaçao de um bom educador nao pode mudar…senao é o caos no mundo.
    Aos jovens falata a autiridade dos pais, das escolas e da sociedade em geral A crise de avalores fa-los mt infelizes e les torna,m-se consumidtas, apaticos, crueis …Autodestroiem-se pq nao tem valores
    Ha que ajuda-los
    1 Um feijoeiro sem pau, nao pode crescer, tal como um jovem sem autoridade ( nao autoritarismo) sente-se perdido…
    Ha que amar nossos filhos e alunos e nao pensar que o governo, as escolas é que têm toda a responsabilidade!

  99. Suellen Says:

    Este texto realmente é para refletir,pois hoje a educação no nosso país esta em alerta.As pessoas vão a escola,passsam para próxima séria sem ter um certo conhecimento que o ajudara furamente.
    Com isso muitos professores não estão cumprindo o seu papel como deveria.Para que o sucesso ocorra temos que trabalhar juntos, alunos e professores.

    Muito bom o texto professor!!!
    um abraço!

  100. ANA PAULA vieira(pedagogia) Says:

    Olá professor gostei muito desse texto..gostei muito pois faz agente refletir sobre educação de hj em dia!
    Temos vivido tempos de individualismo, cada um por si, não importa o que está acontecendo com o outro, o texto mostra a importância da escola na vida das pessoas e principalmente da base, que no caso seriam as crianças, como cobrar jovens melhores se nossas crianças não recebem uma alfabetização necessária.
    Hoje muitas pessoas terminam o ensino médio sem ao menos ler direito,
    ai fica uma pergunta
    Será que os professores estão realizando a sua função com empatia.
    bjs…

  101. Bruno Eduardo Silva Guidetti Says:

    eu adorei essa lokura aii
    tenho 15 anos, e lhes digo uma pequena coisa, do jeito q ta a educação vai pro buraco, os jovens de hj nao querem saber de estudar, querem curtir a vida, os professores sabem bem oq eles querem, mesmo os mais quietnhos na sala de aula, “ngm presta, nenhum aluno”, eu axo q o governo deveria investir mais em motivação para estudar, mas nao o governo municipal, nem o estadual, eu digo o governo federal, o lula tinha q tirar akela bunda da cadeira dele, e investir mais em educação, e mais uma, está faltando regras rigisdas nas escolas, quem esta elndo isso pode dizer q eu sou louko, mais no nosso dia-a-dia temos uma grande liberdade de expressar e argumentar sobre tudo, vivemos em um lugar comunista, somos uma nação comunista!entao vamos agir como uma nação comunista, mas, por favor, retire as liberdades de todos, politicos em exepcional os mais vagabundos, tire a liberdade dos estudantes de hoje, se for parar pra pensar, oq eu faço hj, minha mae nao fazia na idade dela, oq ela fazia a minha vo nao fazia, podem me criticar por pensar assim, mas como eu disse, nação comunista, cada um tem o direito de expor suas ideias, e aminha ideia em geral é

    TIRAR A LIBERDADE DOS ESTUDANDES, IMPONDO REGRAS RIGIDAS E SEVERAS.

    e aumente os salarios dos professores…eles sao todos chatos, eu falo na cara de qualquer um, mais eles querem o bem dos alunos, menos a maria bossoi(mandiocao), em geral os professores querem ensianar, mas com a liberdade q nos alunos temos , impedimos eles de fazerem tal ato.

    Att, Bruno¬¬

  102. leticia Says:

    eu odeio a escola pq nao gosto dos professores um eu mandei toma no cú pq ele me xingou de problematica ai mexeu com migo odeioo0o0o0o0o0 escolaAaAaAa q porra quem enventou escola vai se fude caralho filha da puta porra lokaaaa dos infrno sua mae é uma kengaaaaaaaaaaaaaaaaa!!! :)

    • jarbas Says:

      Aprovei este texto pouco respeitoso. Ele é um retrato de muitas situações que acontecem hoje no espaço escolar. Que esperar de uma aluna que escreve coisas como esta? Educadores bonzinhos podem dizer que ela não tem culpa. Não penso assim. Deus nos livre de gente como ela. Já pensaram se a mesma for uma autoridade ou um chefe daqui uns vinte anos?
      Meu temor de gente assim com poder no futuro não é gratuito. Essa moça, certamente é filha de classe média, e, apesar de odiar a escola, fará curso superior. Poderá ser advogada, juíza, médica, diretora, sei lá o que. Ou talvez venha a ser política, uma deputada, por exemplo.
      Que esperar de jovens com tal disposição?
      ET: Os erros de sintaxe e grafia que ela comete são estudados e propositais. Falsos. Buscam ofender. Não caio nessa. Quanto aos palavrões, nada comento. Apenas registro que sou capaz de dizê-los também em situações em que são indispensáveis. Mas jamais os diria para quem não conheço e por motivo futil (como a mocinha faz a título de comentário para um texto de Diane Ravitch). Agora fiquei com vontade de soltar um palavrões para por no devido lugar quem manifesta tal desrespeito …).

  103. Caio henrique Says:

    Professor queria um resumo sobre este texto vc teria?

    • jarbas Says:

      Caro Caio,

      Pelo que entendi, você me pede resumo do livro da Diane Ravitch, não do trecho aqui publicado (última página do livro).
      Infelizmente não resumi essa bela obra da Diane. O livro, que trata da Escola Nova e de seus desdobramentos na educação americana, ensina muitas lições e talvez mereça resumo para que leitores brasileiros possam conhecer o trabalho da autora. Porém, eu não tenho condições de assumir a tarefa.

      Abraço,

      Jarbas

      • Caio henrique Says:

        professor queria um resumo apenas deste trecho

      • jarbas Says:

        Caro Caio,

        O trecho é de apenas uma página. Se resumido, acabaria sendo apenas um parágrafo. Minha sugestaõ: tente você mesmo fazer o resumo. Será um bom exercío de busca dos aspectos fundamentais do texto da Diane Ravitch. Bom trabalho! Abraço, Jarbas.

  104. Caio henrique Says:

    Obrigado Jarbas e que tipo tenho um trabalho e nesse trabalho tenho ki faze resumo de uns 20 textos ” trechos” por isso queria uma ajuda mais Muito Obrigado Pela atenção

  105. eduardo (@duduzinho_zika2) Says:

    eu não gostei dessa merda rasária

    • jarbas Says:

      Duduzinho,

      Sinto muito ter ocupado seu precioso tempo. Infelizmente, embora disponha de vocabulário de ofensas mais pesadas que as suas, não vou patrtir pra briga no seu nível. HAVE A NICE DAY.

  106. BERNARDO CHAU Says:

    Ñ GOSTEI DAS OUTRAS PÚBLICAÇÕES

  107. Neide Moura Says:

    Estimado Jarbas,
    muito bom o texto eu acrescentaria que a escola precisa ensinar a “PENSAR” por meio do processo de ensino e aprendizagem!!!!!
    abraços e, agora tbém serei sua seguidora, aqui no blog!!!!!!! rs Neide (que trabalhou com vc na USJT)

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