Inteligência artificial
Muito ouvimos falar sobre ela. Em livros e filmes de ficção científica vemo-la como maravilha ou como ameaça. Mas ela pode ser coisa muito simples. Ela é a inteligência artificial. Vejam este exemplo:
Este robozinho conversante é uma aplicação do Eliza, invenção genial do cientista Joseph Weizenbaum, autor de Computer Power and Human Reasoning, um clássico que merece uma leitura (preciso lê-lo uma vez mais qualquer dia desses). Se quiserem encontrar-se com Weizenbaum, vejam-no no trailer de um filme recente sobre sua vida e obra em:
Maio 3, 2008 em 12:50 am
Olá professor, como vai?
Só passei para dizer que fiquei feliz em receber seu comentário, e também para afirmar que, certamente, tem todo o direito de receber elogios, aliás, todos aqueles que tratam a questão da escrita ( e da leitura) com seriedade, merecem.
Confesso que hoje, revisando alguns comentários que haviam sido postados em datas passadas, achei um de um aluno (ou aluna) seu, onde falava que o senhor teria passado meu blog para que dessem uma olhada. Nossa! Na hora acho que até fiquei vermelha, credo! Eu geralmente escrevo besteiras, lamentações, enfim, coisas pessoais, cheias de erros de português e algumas imprecisões “básicas”. Não escrevo para muitos, sei que meu público-leitor é restrito, escrevo mais para desabafar já que meu blog é uma espécie de diário…rsrsrsr. Mas tudo bem, por outro lado, fiquei até orgulhosa de mim mesmo, visto que, na maioria das vezes, o que ouço são críticas. Quando soube que esse (a) aluno (a) gostou do que leu, fiquei mais feliz ainda. Agora vou ter de corrigir mais os erros gramaticais ao escrever no blog, não é mesmo?!
Grande beijo e parabéns pelo trabalho que vem desenvolvendo, sempre dou uma passadinha e leio teus blogs…
Há, quando quiser passar lá para comentar, criticar ou sugerir mudanças, sendo para meu aperfeiçoamento e crescimento intelectual, tudo é muito bem vindo e ficarei muito feliz.
Eliziane Mello
Maio 3, 2008 em 2:47 pm
Uma leitura completa no blog, certamente uma viagem de conhecimentos, algo extraordinário, relevantes temas. Uma obra!!!
Certamente torna-se ponto de sustentação da “Cultura na Rede”.
Com respeito!
Abços
Luiz
Maio 4, 2008 em 2:24 pm
Jarbas,
Sinto falta dos seus comentários sempre pertinentes.
Conversei com Ed sobre clássicos da Literatura Universal. Foi engraçado porque ele pára tudo e direciona para o assunto do seu interesse, é claro!
Não pude aproveitar o vídeo porque só falo português.
Quanto ao poema do outro post, por favor, acrescente o nome do poeta russo Vladimir Maiakovisk.
Já conhece o meu Blogstórias Digitais? Foi criado para minha aprendizagem, porém o tempo de que disponho não é ainda suficiente.
Abraços.
Maio 4, 2008 em 8:35 pm
Fátima,
É,o Ed é assim mesmo. Versões do Eliza simulam conversação sobre um tópico ou imitam determinado discurso profissional.O maior sucesso obtido por Eliza foi o de uma aplicação que imitava um psiquiatra rogeriano. Perfeito. E, para desagrado de Weizenbaum, muita gente levou a sério a “terapia virtual” oferecida pelo Eliza. Quando se sai do script, conversas no Eliza ficam muito engraçadas, como você bem reparou.
Já é hora de você começar a aprender a língua franca do nosso tempo…
Tem certeza de que o poema citado é de Maiakovisk? Se tiver, me manda a referência, pois o Carlos Seabra diz que o poema é de um amigo dele. O tema do poema não é completamente original. O que publiquei aqui é quase que uma aliteração de certos versos famosos sobre a repressão nazista. Pretendo falar mais sobre o assunto em futuro post.
É claro que conheço o Blogostórias Digitais. Quase toda a blogosfera educacional conhece.
Abraço, Jarbas.
Maio 4, 2008 em 10:18 pm
Jarbas,
Não tive a oportunidade de fazer um curso de inglês. Tentei já adulta e… Não tenho a habilidade e não consigo memorizar nem o nome dos meus alunos!
Peço desculpas a você, ao seu amigo e ao autor. Conheço o poema há muitos anos e a autoria sempre foi dada a Vladimir MaiaKoviski. Não sabia da confusão de quase 30 anos! “Escrito nos anos 60 pelo poeta fluminense Eduardo Alves da Costa, 67, o poema “No Caminho, com Maiakóvski” era (quase) sempre creditado ao russo Vladimir Maiakóvski (1893-1930).” Tudo foi esclarecido numa novela. Quase não vejo TV! Pesquisei e vou enviar tudo por e-mail.
Abraços.